No escurinho do cinema

Escrito por Thais Bechara. Publicado em Blog.

Foi isso mesmo! Domingo, férias, meio da tarde, desenho infantil e nada melhor que um cineminha com a família! Censura livre.

Foi divertidamente delicioso! Plateia lotada de crianças, mães, pais, avós e amigos.

Já na entrada, a criançada era convidada a fazer escolhas. Pipoca ou bala? Sentar perto ou mais longe da tela?

Durante toda sessão, crianças estavam extremamente concentradas e entusiasmadas! Acredito que a grande intimidade com telinhas e cliques fez com que essa nova geração  aprendesse a se manter concentrada por períodos mais longos. Aposto nesta teoria.

Lá estavam crianças, adolescentes e adultos de todas faixas etárias.

Tinha até uma menina de um ano e meio (ouvi a mãe revelar a idade) que ficou no colo com os olhos fixos nas imagens coloridas e atraentes o tempo todo,  embalada com a trilha sonora envolvente.

Vi, também, mãe acomodar os filhos pequenos nas poltronas marcadas, entregar o kit pipoca, fazer suas recomendações, combinar o local de encontro após o término do filme e se despedir com beijinhos. E de pipoca em pipoca, não ouvi um pio deles e me diverti com as risadas espontâneas a cada cena engraçada.

Teve pai que sentou mais à frente e os filhos muitas fileiras mais atrás.

Tinha filho que insistia em chutar a poltrona da frente, mas deixou de incomodar a tal pessoa assim que os pais o advertiram, justificando o quanto ele estava incomodando o vizinho.

Poucas foram as crianças que tiveram que se ausentar por alguns minutos e voltar logo em seguida.

Opção: óculos cor-de-rosa

Escrito por Thaís Bechara. Publicado em Blog.

Notícias ruins não faltam! Basta abrir um jornal ou ouvir um programa jornalístico que logo aparece uma morte trágica, um acidente catastrófico, uma mentira revelada, um abuso qualquer. E, nos tempos atuais, essas coisas não ficam só na televisão! Quem já não foi vítima de alguma injustiça ou violência?

Pois é! Não está nada fácil sobreviver com essa energia negativa  muito próxima de nós!

Sendo assim, vamos mudar o ritmo desta conversa! Não vamos deixar as coisas  prejudiciais tomarem conta de nós. É hora de pensar positivamente.

Preste atenção a sua volta e veja que é possível vermos pessoas determinadas em acolher os desfavorecidos, distribuindo carinho sem pedir nada em troca.

É possível também observar quantas gentilezas são oferecidas no nosso dia-a-dia. Sim! Ainda ouvimos pessoas agradecendo com gestos e palavras. Expressões como “bom dia”, “até amanhã” e “por favor” faz parte do vocabulário de muita gente.

Maridos levam flores para suas esposas.

Pais e filhos trocam olhares carinhosos.

Cuidados com os mais velhos são oferecidos.

Ajudas são dadas voluntariamente.

Professores  fazem a diferença na vida de um aluno.

Alunos tornam seus professores em seres especiais.

Chefes  conhecem a importância da valorização de seus subordinados.

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