Um tema... uma lição de casa

Escrito por Thaís Bechara e Sônia Licursi. Publicado em Blog.

Desde a época da colonização do Brasil, a escola tem a lição como uma ferramenta importante para o processo de aprendizagem. 

Utilizada diariamente, muitas vezes é enviada apenas para preencher o tempo e cumprir o planejamento escolar.

O professor quando indagado sobre qual o objetivo de dar a lição de casa responde prontamente que além de ensinar o aluno a construir uma relação de responsabilidade e autonomia favorece, também, o hábito de estudo. Mas isso não é tão simples assim!

Somos educadoras que já vivenciamos essa perspectiva como alunas, mães, professoras, orientadoras educacionais e escritoras de diversos artigos publicados no Blog Conversando com Educação.

Recentemente, apoiadas pela ABPp SP - Associação Brasileirra de Psicopegagogia Seção São Paulo, fomos convidadas a participar de uma Roda de Conversa cujo o tema solicitado foi Lição de Casa: responsabilidade de quem?

Vale ressaltar como foi grande a satisfação em conversar sobre esse tema com pais e educadores de algumas escolas na cidade de São Paulo

Nos encontros, refletimos sobre o lugar e a função da Lição de Casa na vida do estudante, a importância da parceria família/ escola e o papel dos pais diante das tarefas escolares.

Destacamos diferentes estilos de aprendizagem  e, com isso,  tivemos a   oportunidade de  pensar sobre como cada um tem seu jeito peculiar de realizar suas tarefas.

No escurinho do cinema

Escrito por Thais Bechara. Publicado em Blog.

Foi isso mesmo! Domingo, férias, meio da tarde, desenho infantil e nada melhor que um cineminha com a família! Censura livre.

Foi divertidamente delicioso! Plateia lotada de crianças, mães, pais, avós e amigos.

Já na entrada, a criançada era convidada a fazer escolhas. Pipoca ou bala? Sentar perto ou mais longe da tela?

Durante toda sessão, crianças estavam extremamente concentradas e entusiasmadas! Acredito que a grande intimidade com telinhas e cliques fez com que essa nova geração  aprendesse a se manter concentrada por períodos mais longos. Aposto nesta teoria.

Lá estavam crianças, adolescentes e adultos de todas faixas etárias.

Tinha até uma menina de um ano e meio (ouvi a mãe revelar a idade) que ficou no colo com os olhos fixos nas imagens coloridas e atraentes o tempo todo,  embalada com a trilha sonora envolvente.

Vi, também, mãe acomodar os filhos pequenos nas poltronas marcadas, entregar o kit pipoca, fazer suas recomendações, combinar o local de encontro após o término do filme e se despedir com beijinhos. E de pipoca em pipoca, não ouvi um pio deles e me diverti com as risadas espontâneas a cada cena engraçada.

Teve pai que sentou mais à frente e os filhos muitas fileiras mais atrás.

Tinha filho que insistia em chutar a poltrona da frente, mas deixou de incomodar a tal pessoa assim que os pais o advertiram, justificando o quanto ele estava incomodando o vizinho.

Poucas foram as crianças que tiveram que se ausentar por alguns minutos e voltar logo em seguida.

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