Briga na escola? 7 dicas para estabelecer uma boa conversa entre pais e escola

Escrito por Thaís Bechara e Sônia Licursi. Publicado em Pais e Filhos.

“Meu filho brigou novamente com um colega de classe. Fui chamada pela Orientadora Educacional e estou muito brava por ter sido convocada para esta reunião. Briga entre crianças devem ser resolvidas entre elas”!

Conversando com Educação entra em ação e sugere  7 dicas para estabelecer uma boa conversa e um bom encaminhamento na resolução do conflito.

1. Acalme-se e converse com seu filho. Aproveite a oportunidade para ouvir dele sobre o ocorrido. Comunique-o que a orientadora educacional deseja conversar com a família.

2. Entre na sala da orientadora  com tranquilidade e ouça a queixa da escola.

3. Exponha as observações do filho diante do fato.

3. Não esqueça que a conversa é entre dois adultos, portanto o ponto a ser analisado é não buscar culpados, mas sim ajudar na resolução do problema.

4. Lembre-se que o conflito diz respeito aos envolvidos. O papel dos pais e da escola é pensar em soluções boas e satisfatórias para que possam aprender com isso.

5. O momento é de operar em termos de sentimentos, pontos de vistas e soluções. Por mais doloroso que seja essa operação vai gerar aprendizagem.

6. Não é da noite para o dia que o conflito será resolvido. Sendo assim, é preciso estabelecer combinados, acompanhar o processo, mediar situações e avaliar procedimentos e a capacidade dos alunos de pensar sobre os problemas.

7. Não saia da sala sem agendar um novo encontro para comemorar os avanços.

Aprendendo a conhecer o mundo.

Escrito por Thais Bechara. Publicado em Pais e Filhos.

 

Sabemos que alguns pais têm medo de dizer não e contrariar os filhos. É evidente a preocupação dos adultos com os efeitos emocionais que podem causar o enfrentamento com o limite imposto, durante todo o processo de crescimento dos filhos.

A ideia de viver uma vida feliz é o desejo de todo mundo, mas é certo que em alguns (ou até vários) momentos, nesta busca pela felicidade, deparamo-nos com frustrações, tristezas, desafios, aborrecimentos e choros.

Pais devem ajudar as crianças e os jovens a se desenvolverem para que estejam prontas a viver neste mundo moderno, que saibam tomar decisões e tenham foco em si e nos outros. Atenção e cuidado dedicados aos filhos são necessários sempre e as interferências feitas são essenciais para a formação do sujeito.

Observar as relações de pessoas que nem conhecemos é uma tarefa interessantíssima, para refletirmos o que está acontecendo nos contextos familiares e nas deliberações educacionais.

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