Procurando escola?

Escrito por Thaís Bechara. Publicado em Pais e Filhos.

Fim de ano chegando e está na hora de resolver a escola  ideal para o filho. Está precisando de uma mãozinha? Nós, Conversando com Educação, sabemos que essa tarefa não é nada fácil .

Na cidade de  São Paulo há mais de 3.500 escolas particulares com modelos pedagógicos variados, bilíngues ou não, religiosas ou laicas,  tradicionais ou construtivistas, período integral ou meio período, com opção de atividades extras ou não... Certamente o repertório é imenso!

Para ajudar no processo de escolha, Conversando com Educação deixa registrado alguns critérios que você pode levar em conta no momento de definir o colégio dos filhos.

DNA da paternidade

Escrito por Thaís Bechara. Publicado em Pais e Filhos.

Qual é o papel da figura masculina na difícil arte de educar os filhos?

Convivemos, hoje em dia, com aquele pai que trabalha como um louco e sua grande tarefa é ser o provedor da família. Cabe a ele proteger e presentear sua mulher e filhos. Normalmente, esse tipo de pai tem pouco tempo para dedicar-se à família, mas existe a tentativa de suprir essa falta e, para isso, procura agregar pessoas que possam auxiliá-lo a ser um bom pai.

Deparamo-nos, também, com aquele  que ocupa 100% o papel de pai. Insiste em cuidar, alimentar, levar a criançada na escola, brincar, estudar junto, comparecer às Reuniões de Pais e Mestres. Pode ou não ser o provedor, mas, certamente, possui disponibilidade maior de tempo que a mãe e, por isso, seu papel de pai tem prioridade.

Tem aquele pai que assume, por si só , a tarefa de criar  o filho devido ao rompimento de um casamento  ou  o início de uma nova união.

O modelo clássico de pai + mãe + filho já não é mais a única estrutura  existente. Isso é fato!

Pesquisas revelam que crianças cujos pais dividem as tarefas com as mães têm menos problemas de comportamento nos primeiros anos escolares.

Vários fatores, ao longo dos anos, contribuíram para que os pais tornassem protagonistas na atuação do papel de educar. Aumento nos índices de divórcios,  mães que trabalham fora e a convocação da sociedade na efetiva participação do pai  são alguns exemplos.

É evidente que encontramos grupos de mães que dividem essa árdua tarefa sem  preconceito e com satisfação. Em contra partida, também é possível  perceber o grupo de mães que não  permite  que outra pessoa  ocupe o seu lugar, talvez por medo de perda do controle materno.

Seja lá como for, não temos dúvidas que qualquer filho só tem a ganhar com uma adequada participação do pai  no contexto familiar. Toda criança aprende com o exemplo dos mais velhos, sendo assim, é de suma importância que haja um modelo de relacionamento em que todas as pessoas cooperam umas com as outras.

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