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	<title>Arquivos Blog - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos Blog - Conversando com Educação</title>
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		<title>Consumo e Infância? De quem é a responsabilidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 18:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cartilha Consumismo infantil]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> 	&nbsp;<img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-985" alt="" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/05/consumo.jpg" style="font-size: 12px;" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/05/consumo.jpg 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/05/consumo-300x153.jpg 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size: 14px; text-align: justify;">O consumo infantil &eacute; um sintoma social e o cuidado &eacute; de responsabilidade de todos: pais, educadores, comunicadores, publicit&aacute;rios e governantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">As crian&ccedil;as aprendem nas rela&ccedil;&otilde;es familiares e sociais. Os objetos de consumo s&atilde;o nomeados pelos adultos como bons, interessantes, e s&atilde;o classificados com crit&eacute;rios da cultura familiar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">A comunica&ccedil;&atilde;o estabelecida na fam&iacute;lia, na escola e nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o influencia na educa&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as, pois elas s&atilde;o vulner&aacute;veis e se orientam com as mensagens que recebem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Atualmente, as fam&iacute;lias consomem tecnologias, o mercado de trabalho dos adultos se faz por meio de equipamentos tecnol&oacute;gicos. Vivemos em um mundo de informa&ccedil;&otilde;es e atrav&eacute;s delas poder&iacute;amos construir conhecimentos, mas o que fazemos &eacute; apenas consumi-los.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">O processo de conscientiza&ccedil;&atilde;o nasce em casa, na maneira como as fam&iacute;lias se organizam e como refletem sobre o consumo. &Eacute; importante verificar que suas escolhas revelam o que precisam para viver e serem felizes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">A Educa&ccedil;&atilde;o traduz em conte&uacute;dos as necessidades sociais nas discuss&otilde;es sobre ecologia, ci&ecirc;ncia, &eacute;tica, cidadania, consumo, etc., mas para construir a consci&ecirc;ncia do consumo &eacute; preciso trabalhar as atitudes para transformar em experi&ecirc;ncia o que se sabe. Analisar com crit&eacute;rios quais os ganhos e perdas sobre as atitudes de consumir e de n&atilde;o consumir, e as consequ&ecirc;ncias do Consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&nbsp;Este &eacute; um desafio para todos n&oacute;s.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">O escritor Maur&iacute;cio A. Ribeiro cita: &ldquo;Nos &uacute;ltimos anos, tem surgido varias an&aacute;lises e den&uacute;ncias sobre tal quest&atilde;o, na forma de livros, teses, filmes. Tamb&eacute;m t&ecirc;m sido formuladas respostas a esse problema na forma de leis que regulamentam a publicidade infantil, e de programas de orienta&ccedil;&atilde;o para escolas e pais&#8230; Em 2012, o Minist&eacute;rio do Meio Ambiente e o Instituto Alana lan&ccedil;aram a cartilha Consumismo&nbsp; infantil: na contram&atilde;o da sustentabilidade&rdquo;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">N&oacute;s, &nbsp;educadores, escutamos relatos de pais sobre os filhos que pedem, por exemplo, mochilas de uma determinada marca, que s&atilde;o iguais as dos colegas e n&atilde;o se satisfazem apenas com o que os pais podem oferecer. O que nos chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; que os pais angustiados, acham que devem comprar e n&atilde;o analisam a necessidade de adquirir tal produto, se o que tem ainda &eacute; poss&iacute;vel usar ou se o concerto atende ao uso naquele ano. &Eacute; um dilema e pode ser um exerc&iacute;cio para pais e filhos. Uma &oacute;tima oportunidade para conversarem sobre o que precisam, o que querem e no que poderiam investir e conquistar. Assistimos tamb&eacute;m crian&ccedil;as que usam equipamentos tecnol&oacute;gicos de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, iguais aos adultos, comprado pelos pr&oacute;prios pais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Para proteger o planeta da inf&acirc;ncia temos que estimular as rela&ccedil;&otilde;es afetivas na fam&iacute;lia e na escola, promover encontros com pais para ajud&aacute;-los a pensar e resolver os dilemas da vida com seus filhos e incentivar atividades como a troca de brinquedos e livros, brincadeiras de rua, alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel.&nbsp; J&aacute; &eacute; um bom come&ccedil;o!</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Brincar &eacute; um instrumento de desenvolvimento emocional. Divers&atilde;o e socializa&ccedil;&atilde;o caminham juntas para garantir o entrosamento, a experi&ecirc;ncia e a riqueza de novos significados. As rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o precisam estar pautadas na compra/consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&Eacute; um desafio para todos n&oacute;s!</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><a href="http://biblioteca.alana.org.br/banco_arquivos/Arquivos/downloads/ebooks/caderno.pdf">http://biblioteca.alana.org.br/banco_arquivos/Arquivos/downloads/ebooks/caderno.pdf</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><a href="http://envolverde.com.br/educacao/consumismo-infantil-e-descondicionamento-da-consciencia/">http://envolverde.com.br/educacao/consumismo-infantil-e-descondicionamento-da-consciencia/</a></span></p>
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		<title>A notícia da classe surpresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 21:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[A notícia da classe surpresa]]></category>
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<p> 	<img decoding="async" class=" size-full wp-image-1139" alt="" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/01/noticiaclassesurpresa.jpg" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/01/noticiaclassesurpresa.jpg 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/01/noticiaclassesurpresa-300x153.jpg 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><span style="text-align: justify;">&Eacute;&#8230; muitas escolas t&ecirc;m como norma adotar o procedimento de rod&iacute;zio de alunos, que invariavelmente separa os amigos e costuma causar muita reclama&ccedil;&atilde;o por parte dos alunos e pais.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">A not&iacute;cia da classe surpresa preparada pela escola vem acompanhada de muita ansiedade. &Eacute; comum as escolas receberem pais furiosos pedindo ou exigindo que as coisas voltem a ser como antes. Enfrentar mudan&ccedil;as n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil para ningu&eacute;m, por isso &eacute; importante que os pais tenham paci&ecirc;ncia e passem seguran&ccedil;a na hora de orientar seus filhos quanto aos aspectos positivos desse processo de forma&ccedil;&atilde;o de classes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">A forma&ccedil;&atilde;o de novos grupos &eacute; uma atividade &nbsp;que, geralmente &nbsp;envolve todos os professores da s&eacute;rie, bem como toda a Equipe T&eacute;cnica. &Eacute; um trabalho cuidadoso que n&atilde;o acontece de modo aleat&oacute;rio. Muitos crit&eacute;rios s&atilde;o levados em conta no momento de forma&ccedil;&atilde;o dos agrupamentos dos alunos em cada classe nas diferentes s&eacute;ries.</span></p>
<hr id="system-readmore" style="width: 681px;" />
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Por mais dif&iacute;cil que possa parecer, a mudan&ccedil;a aponta pontos positivos a favor de qualquer processo de aprendizagem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Nos col&eacute;gios, alunos aprendem a conviver com grupos diferentes e conseguem fazer novas amizades mais facilmente. O&nbsp; aluno ingressante &nbsp;&eacute; mais bem aceito no grupo, pois a turma tamb&eacute;m &eacute; nova. O leque de amizades &eacute; ampliado, pois o estudante ter&aacute; a oportunidade de conhecer e trabalhar com um n&uacute;mero maior de companheiros ao longo de sua vida escolar. Alunos passam a entender, desde cedo, que a vida &eacute; recheada de mudan&ccedil;as e desenvolvem a capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o, aspecto &uacute;til&nbsp; ao longo da vida de qualquer pessoa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Crian&ccedil;as se adaptam mais facilmente do que pensamos. Os pais &eacute; que geralmente n&atilde;o suportam lidar com as ang&uacute;stias dos filhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Argumentos de especialistas nem sempre convencem os pais. Muitos&nbsp; s&atilde;o contra o rod&iacute;zio de alunos e alegam que esse procedimento gera inseguran&ccedil;a ao afastar os colegas de classe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&Eacute; preciso dar um tempo para a novidade se acomodar. Na maioria das vezes o grupo acaba se adaptando e tudo d&aacute; certo. Se problemas persistirem, o melhor a fazer &eacute; entrar em contato com o Departamento de Orienta&ccedil;&atilde;o Educacional para a fam&iacute;lia e escola analisar e buscar solu&ccedil;&otilde;es plaus&iacute;veis para ambas as partes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Fazer escolhas faz parte do processo de aprendizagem, sendo assim &eacute; fun&ccedil;&atilde;o da escola preparar espa&ccedil;os para que essas mudan&ccedil;as aconte&ccedil;am de forma gradativa, democr&aacute;tica e eficaz. Aplicar a t&eacute;cnica de sociograma &eacute; uma estrat&eacute;gia interessante que leva em considera&ccedil;&atilde;o&nbsp; as prefer&ecirc;ncias, o desempenho escolar,&nbsp; as afinidades , a motiva&ccedil;&atilde;o e disciplina para o estudo.</span></p>
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		<title>A caverna de cada um</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 22:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Thais Bechara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabamos de acompanhar todo o processo de resgate dos meninos da Tailândia, que foram pegos de surpresa por adversidades climáticas. Tiveram que, obrigatoriamente, se abrigar numa caverna para sobreviver. Para fugir dos perigos de inundação foram, cada vez mais, se afastando do ponto de origem....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Acabamos de acompanhar todo o processo de resgate dos meninos da Tailândia, que foram pegos de surpresa por adversidades climáticas. Tiveram que, obrigatoriamente, se abrigar numa caverna para sobreviver. Para fugir dos perigos de inundação foram, cada vez mais, se afastando do ponto de origem.</p>
<p>A dura realidade mobilizou o mundo. Quem não sofreu com eles?</p>
<p>Qual professor e quantos pais não se viram aprisionados naquela caverna?</p>
<p>Sabemos o quanto é importante o vínculo afetivo na figura do adulto, a confiança na relação do grupo e o poder da fé e esperança.</p>
<p>Podemos supor que esse grupo tem qualidades muito especiais! O que vimos foi: calma, paciência, resistência física, inteligência emocional, autocontrole, obediência diante da diversidade e muita resiliência. E na pureza da infância e no protagonismo da adolescência, jovens tiveram que superar medos, a fúria da natureza em prol da vida! Haja maturidade! Haja força! Haja confiança! Haja controle!</p>
<p>Esse acontecimento trouxe uma dura lição de vida para todos nós!</p>
<p>As mais diversas contribuições surgiram sem ninguém pedir nada em troca. Os voluntários assinaram a lista de presença com coragem, precisão, sabedoria, conhecimento, muita bravura e determinação.</p>
<p>Escolher caminhos, planejar trajetos, realizar procedimentos e enfrentar desafios foram metas arriscadas que deram certo. Ainda bem!</p>
<p>Com fé, confiança, orações e envolvimento das pessoas, vimos o incerto se transformar em possibilidades, salvamento e aprendizagem.</p>
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		<title>&#8220;O tempo passou e me formei em solidão&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2018 20:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[O tempo passou e me formei em solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Créditos: José Antônio Oliveira de Resende Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei. Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Créditos: José Antônio Oliveira de Resende<br />
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.</p>
<p>Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho, porque a família toda iria visitar algum conhecido.</p>
<p>Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita.</p>
<p>Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. &#8220;Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre&#8221;. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia. &#8220;Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!&#8221;</p>
<p>A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro&#8230; casa singela e acolhedora.</p>
<p>A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha &#8211; geralmente uma das filhas &#8211; e dizia: &#8220;Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.&#8221;</p>
<p>Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite&#8230; tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também.</p>
<p>Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança&#8230; Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam&#8230;. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade&#8230;</p>
<p>Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida.</p>
<p>Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa&#8230; A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos&#8230; até que sumissem no horizonte da noite.</p>
<p>O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, internet, e-mail, Whatsapp &#8230; Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: &#8220;Vamos marcar uma saída!&#8230; &#8221; ninguém quer entrar mais.</p>
<p>Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite&#8230;</p>
<p>Que saudade do compadre e da comadre!&#8230;</p>
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		<title>Chegando ou partindo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 18:25:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Chegando ou partindo?]]></category>
		<category><![CDATA[Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[partir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim é a vida! A situação de chegar ou partir depende do ponto de vista de cada um. Você já parou para pensar que sentimentos de alegria ou tristeza estão presentes nas chegadas e partidas? O dia chega quando a noite parte. Num único dia...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim é a vida! A situação de chegar ou partir depende do ponto de vista de cada um. Você já parou para pensar que sentimentos de alegria ou tristeza estão presentes nas chegadas e partidas?</p>
<p>O dia chega quando a noite parte.</p>
<p>Num único dia chegam notícias, convites, trabalhos, boletos, fome, sede, cansaço, prazos&#8230;</p>
<p>E do mesmo jeito que as coisas chegam, partem! Chega a hora da despedida, de finalizar projetos, entregar resultados e ir embora seja lá para onde for!</p>
<p>Nem sempre a partida está ligada à tristeza e rompimentos. Na verdade, são pausas que nós mesmos imprimimos ou a vida se encarrega disso.</p>
<p>Expectativas e planos não faltam em cada chegada! Resoluções e ansiedade mobilizam a partida.</p>
<p>Sabores ou dissabores podem acontecer partindo ou chegando, mas se você decidiu chegar é porque partiu de algum lugar.</p>
<p>Ir e vir não é tão simples assim. Fazer uso de um roteiro é saudável, mesmo que a decisão seja recalculada para a tomada de novos caminhos.</p>
<p>O excesso de uma determinação diante de uma circunstância de chegada ou partida tem a ver com vontade/ desejo, coragem e com o jeito de enfrentar desafios. Ânimo!</p>
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		<title>Sobre encontros e reencontros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 21:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[reencontro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seja qual for a sua idade, você já vivenciou alguns reencontros. Fica valendo encontros marcados, inesperados, desejados, repetidos, desencontrados&#8230; E quanta energia é gasta nesses momentos! Algo mágico como lágrimas nos olhos, alegrias repartidas, lembranças compartilhadas, caminhos cruzados, sentimentos inesperados e surpresas vividas são alguns...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Seja qual for a sua idade, você já vivenciou alguns reencontros. Fica valendo encontros marcados, inesperados, desejados, repetidos, desencontrados&#8230; E quanta energia é gasta nesses momentos!</p>
<p>Algo mágico como lágrimas nos olhos, alegrias repartidas, lembranças compartilhadas, caminhos cruzados, sentimentos inesperados e surpresas vividas são alguns sabores que se desmancham na boca quando nos encontramos com pessoas, coisas, amores, amizades e objetivos.</p>
<p>Momentos de reencontros trazem histórias de ressignificação das nossas relações e de fortalecimento pessoal. É olhar e perceber os caminhos escolhidos e as escolhas privilegiadas. É optar pela permanência ou pela mudança.</p>
<p>Medos, esforços e arranhões podem fazer parte de uma recordação. Assim como novas construções, belas criações e diferentes ações podem transformar velhos encontros.</p>
<p>E, de repente, quando um reencontro simplesmente acontece, ativamos o outro, a nós mesmos, os nossos sentimentos, os nossos olhares, os nossos sorrisos, as nossas palavras e os sonhos vividos ou os que estamos ainda por viver.</p>
<p>Tem reencontro que marca, transforma, perdoa e desarma. A memória é acionada, as sensações são afetadas e as conexões são instantaneamente compartilhadas.</p>
<p>E se, por qualquer motivo, alguma falha surgir num reencontro, que tal marcar um novo encontro? Deixe seu coração pulsar mais forte, não se espante se suas pernas tremerem e respire fundo para que não lhe falte ar! Tudo isso são pequenos sinais de que um momento mágico pode encantar, pode marcar uma fase de sua vida e pode fazer a diferença. Tente! Deixe fluir!</p>
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		<title>Consciência e Presença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 00:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência e Presença]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida é intensa, mas podemos conquistar a calma e a reflexão direcionando positivamente o melhor de cada situação. Nós vivemos no planeta Terra e estamos expostos aos nossos diferentes anseios e dos outros seres humanos também. E somos todos um, o que acontece com...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida é intensa, mas podemos conquistar a calma e a reflexão direcionando positivamente o melhor de cada situação.</p>
<p>Nós vivemos no planeta Terra e estamos expostos aos nossos diferentes anseios e dos outros seres humanos também. E somos todos um, o que acontece com um reflete no outro.</p>
<p>Sempre estamos diante de escolhas.</p>
<p>Ideias e sentimentos trocados com o outro ajudam a construir a nossa humanidade.</p>
<p>E atualmente não está fácil encontrar um equilíbrio diante de tantos acontecimentos, tantas ideias e anseios de mudanças.</p>
<p>Vivenciamos uma invasão de informações e conflitos que destroem a cada dia o real desejo de mudança, impedindo a construção de uma posição de consciência, presença e a busca do bem comum.</p>
<p>Indignações, medos, angústias, tabus, preconceitos ecoam fortemente.</p>
<p>Precisamos construir um lugar de responsabilidade, consciência e presença diante dos nossos olhares, atitudes e posições para enfrentar as consequências na vida.</p>
<p>Estamos convocados a saber mais de nós mesmos, conhecer as nossas mansidões e explosões com consciência.</p>
<p>O mundo está veloz e muitas vezes não nos dá tempo de viver todos os processos.</p>
<p>Ter consciência e ser presente nas construções da vida permite perceber, escolher e não ser engolido ou explodir diante de tantos recomeços.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inspirado no texto <em><strong>T</strong><strong>udo bem tomar uma decisão com a cabeça quente?</strong> &#8211; Texto Stephen Little Lettering Julio Giraldes-outubro 2017- vida simples</em></p>
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		<title>Tem dia pra tudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 20:56:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Tem dia pra tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Thais Bechara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem dia que é sorriso e tem momentos que por mais que nos esforçamos a lágrima insiste em escorrer pelo rosto. Tem dia que a preguiça chega, mas tem dia que a energia toma conta do nosso corpo. Tem dia que é só tranquilidade, porém,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tem dia que é sorriso e tem momentos que por mais que nos esforçamos a lágrima insiste em escorrer pelo rosto.</p>
<p>Tem dia que a preguiça chega, mas tem dia que a energia toma conta do nosso corpo.</p>
<p>Tem dia que é só tranquilidade, porém, de repente, chega o vento forte e somos obrigados a enfrentar o furacão.</p>
<p>Tem dia que ensinamos e tem dia que aprendemos.</p>
<p>Tem dia que queremos tudo e tem dia que uma sombra e água fresca nos satisfaz.</p>
<p>Tem dia de trabalho, mas sempre chega o fim de semana.</p>
<p>Tem dia que é preciso lavar, limpar e deixar ir. Tem dia que é preciso curtir a paz de espírito.</p>
<p>Tem época que pessoas cuidam de nós, mas é só viver mais um pouco para aguardar o momento de cuidar do outro.</p>
<p>Todo dia é dia de beber água, mas ainda bem que aparecem momentos que valem brindar com algo um pouco mais forte.</p>
<p>Tem dia que é preciso entregar, mas é certo que chega a hora de receber.</p>
<p>Pode ser assim ou pode ser de um outro jeito. A vida caminha desta forma. Tudo pode estar programado, mas nem sempre ocorre como foi planejado.</p>
<p>É preciso jogo de cintura para viver. É preciso estar atento e forte para não se assustar com o novo.</p>
<p>Mudanças são constantes. Buscar novos caminhos faz parte da minha e da sua trajetória. Se os batimentos cardíacos estão acelerados, se a pressão está intensa, se os passos precisam ser decisivos e se o rumo precisa ser redirecionado o melhor jeito de enfrentar é reprogramar o aplicativo da vida, compartilhar os bons e maus momentos perto dos amigos, da família e seguir em frente. Amanhã será outro dia! Podes crer!</p>
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		<title>Ah&#8230; se vendessem paciência&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 22:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jabor]]></category>
		<category><![CDATA[paciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paciência é ser tolerante? É uma virtude? É puro autocontrole? É resignação? É só uma questão de ser educado e humanizado? Conversando com Educação propõe a leitura provocante do texto Paciência do jornalista, cineasta e escritor brasileiro Arnaldo Jabor. &#8220;Ah! Se vendessem paciência nas farmácias...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Paciência é ser tolerante? É uma virtude? É puro autocontrole? É resignação? É só uma questão de ser educado e humanizado?</p>
<p>Conversando com Educação propõe a leitura provocante do texto Paciência do jornalista, cineasta e escritor brasileiro Arnaldo Jabor.</p>
<p>&#8220;Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados&#8230; Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Por muito pouco a madame que parece uma &#8220;lady&#8221; solta palavrões e berros que lembram as antigas &#8220;trabalhadoras do cais&#8221;&#8230;</p>
<p>E o bem comportado executivo? O &#8220;cavalheiro&#8221; se transforma numa &#8220;besta selvagem&#8221; no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar&#8230;</p>
<p>Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma &#8220;mala sem alça&#8221;. Aquela velha amiga uma &#8220;alça sem mala&#8221;, o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.</p>
<p>Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado&#8230;</p>
<p>Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.</p>
<p>Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.</p>
<p>A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.</p>
<p>Pergunte para alguém, que você saiba que é &#8220;ansioso demais&#8221; onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.</p>
<p>E você? Onde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai aguentar? Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar? Será que você conseguiu ler até aqui?</p>
<p>Respire&#8230; Acalme-se&#8230; O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência&#8230;</p>
<p>NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL&#8230; SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA&#8230;</p>
<p>Pense nisto!!&#8221;</p>
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		<title>Em que nuvem me encontro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 21:22:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Em que nuvem me encontro?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em que nuvem me encontro? Encontros com amigos, lembranças, sentimentos, Vida que pulsa Muitas histórias e vivências Em meio há muitas situações Vivo as tristezas, as alegrias e as novas possibilidades. Em que nuvem me encontro? Fotos e memórias Leituras Encartes e descartes Busco o...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em que nuvem me encontro?</p>
<p>Encontros com amigos, lembranças, sentimentos,</p>
<p>Vida que pulsa</p>
<p>Muitas histórias e vivências</p>
<p>Em meio há muitas situações</p>
<p>Vivo as tristezas, as alegrias e as novas possibilidades.</p>
<p>Em que nuvem me encontro?</p>
<p>Fotos e memórias</p>
<p>Leituras</p>
<p>Encartes e descartes</p>
<p>Busco o sentido das palavras</p>
<p>Alterno</p>
<p>Incômodos, disposição, motivação, sorrisos</p>
<p>Brincadeiras e bom humor</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em que nuvem me encontro?</p>
<p>Tudo passa</p>
<p>Hoje já é outro dia</p>
<p>Risos</p>
<p>Alimento com afeto</p>
<p>Leveza e afago</p>
<p>Encontro me sorrindo</p>
<p>Distante dos riscos e dos sentimentos</p>
<p>que angustiam e me impedem</p>
<p>de viver bem</p>
<p>Acalmo, distancio, encontro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E nesta nuvem me encontro</p>
<p>Leio, penso e escrevo</p>
<p>Descanso</p>
<p>Recupero a leveza e o afeto</p>
<p>Presença</p>
<p>Caminho para entender os incômodos</p>
<p>Suporto</p>
<p>Compreendo,</p>
<p>Entendo a intolerância</p>
<p>Encontro um lugar seguro</p>
<p>Acesso o equilíbrio e o afeto</p>
<p>na nuvem das boas coisas da vida.</p>
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