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	<title>Conversando com Educação</title>
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	<title>Conversando com Educação</title>
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		<title>Somos responsáveis pelo processo de aprendizagem e seus problemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 18:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Somos responsáveis pelo processo de aprendizagem e seus problemas.]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> 	<img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-1018" alt="" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/09/dificuldade-de-aprendizagem.png" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/09/dificuldade-de-aprendizagem.png 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/09/dificuldade-de-aprendizagem-300x153.png 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p style="text-align: justify;"> 	&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Professor, voc&ecirc; j&aacute; se deparou com algum aluno com dificuldade de aprendizagem? Imagino que sim. Ent&atilde;o responda: PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM ESCOLAR: RESPONSABILIDADE DE QUEM?</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Essa &eacute; uma das quest&otilde;es que qualquer educador se faz constantemente, nos dias de hoje. Para ajud&aacute;-lo a responder a essa quest&atilde;o, inicialmente, vamos analisar o significado de alguns termos muito falados na escola.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	O termo <em>aprendizado</em>, etimologicamente, segundo Cunha (1987), significa o ato de o aprendiz aprender, do latim <em>apprenhendere</em>, que significa apanhar algo. Portanto, a pr&oacute;pria palavra <em>aprendizado</em>, em suas origens, sugere que o indiv&iacute;duo dirige-se, ativamente, ao aprender. Segundo a defini&ccedil;&atilde;o etimol&oacute;gica, o termo <em>problema </em>surgiu no s&eacute;culo XVII e refere-se a uma quest&atilde;o matem&aacute;tica, portanto, de origem l&oacute;gica, proposta a fim de que seja dada uma solu&ccedil;&atilde;o (Cunha, 1987). J&aacute; a palavra <em>dist&uacute;rbio,</em> etimologicamente (Cunha, 1987), significa altera&ccedil;&atilde;o de ordem das coisas, interrup&ccedil;&atilde;o e, quando se refere ao aprendizado, est&aacute;, em geral, relacionada a comprometimentos neurol&oacute;gicos que afetam o ato de aprender. Esses relacionam-se &agrave; disfun&ccedil;&atilde;o do sistema nervoso central.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Houve uma &eacute;poca, portanto, que crian&ccedil;as que n&atilde;o acompanhavam seus colegas na aprendizagem passavam a ser designadas como anormais escolares, j&aacute; que seu fracasso era atribu&iacute;do a alguma anormalidade org&acirc;nica.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Nos dias de hoje, na vis&atilde;o sociointeracionista, as atividades do aprendizado escolar s&atilde;o sistem&aacute;ticas e t&ecirc;m uma intencionalidade pensada; um compromisso expl&iacute;cito, historicamente comprometido em tornar acess&iacute;vel o conhecimento formal organizado pela cultura. As crian&ccedil;as, &agrave; medida que s&atilde;o encorajadas a adquirir conceitos cient&iacute;ficos nas atividades propostas pela escola, est&atilde;o modificando sua rela&ccedil;&atilde;o cognitiva com o mundo. Por consequ&ecirc;ncia, o aprender modifica o desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Olhando dessa maneira, os alunos que apresentam diferentes ritmos e comportamentos tidos como problemas no aprendizado escolar, fazem parte da constitui&ccedil;&atilde;o heterog&ecirc;nea do grupo-escola; assim sendo, n&atilde;o deveriam ser vistos como casos estigmatizados e isolados.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Trata-se, ent&atilde;o, de olhar a crian&ccedil;a com problema de aprendizado escolar muito mais para identificar as suas capacidades potenciais no seu pr&oacute;prio desenvolvimento e aprendizado do que patologizar esse problema em &ldquo;dist&uacute;rbios&rdquo; ou &ldquo;doen&ccedil;as&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	O papel do educador, ent&atilde;o, &eacute; o de possibilitar interven&ccedil;&otilde;es a fim de que seja dada uma solu&ccedil;&atilde;o ao problema de aprendizado escolar. O professor deve olhar o processo educativo global em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; rotula&ccedil;&atilde;o do aluno, indicando poss&iacute;veis interven&ccedil;&otilde;es. Do mesmo modo, os pais devem dar o incentivo e a credibilidade do saber e conhecimento que a escola desenvolve com os filhos, bem como enfrentar desafios do ato de aprender.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Dessa forma, o papel da escola e, consequentemente do professor, no cen&aacute;rio atual, &eacute; lidar com a forma&ccedil;&atilde;o do conhecimento e do saber.&nbsp; Somos respons&aacute;veis pelo processo de aprendizagem e seus problemas.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Intervir no processo de aprendizagem de um aluno com dificuldades, demanda da escola servi&ccedil;os educacionais, investimento nos professores, tempo para que esses professores se re&uacute;nam e planejem, aux&iacute;lio t&eacute;cnico apropriado&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> 	&Eacute; o professor que vai fazer a diferen&ccedil;a na hist&oacute;ria escolar desse aluno com dificuldades.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Como seria esse professor?</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Um ensinante curioso, dispon&iacute;vel para aprender, que se permita ficar intrigado diante de um aluno &ldquo;enigma&rdquo;, que v&aacute; em&nbsp; busca de informa&ccedil;&otilde;es e conhecimentos para alavancar a sua a&ccedil;&atilde;o docente. Portanto, esse professor &eacute;&nbsp; VOC&Ecirc;!</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</p>
<p style="text-align: justify;"> 	CUNHA, Geraldo A. Dicion&aacute;rio etimol&oacute;gico da l&iacute;ngua portuguesa. Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira, 1987.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	REGO, Teresa&nbsp; C. Vygotsky: uma perspectiva hist&oacute;rico-cultural da educa&ccedil;&atilde;o, Petr&oacute;polis, RJ, Editora Vozes, 1995</p>
<p style="text-align: justify;"> 	SCOZ, Beatriz, Psicopedagogia e a realidade escolar; o problema escolar e de aprendizagem. Petr&oacute;polis, Editora Vozes, 1994</p>
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		<title>Consumo e Infância? De quem é a responsabilidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 18:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cartilha Consumismo infantil]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> 	&nbsp;<img decoding="async" class=" size-full wp-image-985" alt="" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/05/consumo.jpg" style="font-size: 12px;" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/05/consumo.jpg 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/05/consumo-300x153.jpg 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size: 14px; text-align: justify;">O consumo infantil &eacute; um sintoma social e o cuidado &eacute; de responsabilidade de todos: pais, educadores, comunicadores, publicit&aacute;rios e governantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">As crian&ccedil;as aprendem nas rela&ccedil;&otilde;es familiares e sociais. Os objetos de consumo s&atilde;o nomeados pelos adultos como bons, interessantes, e s&atilde;o classificados com crit&eacute;rios da cultura familiar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">A comunica&ccedil;&atilde;o estabelecida na fam&iacute;lia, na escola e nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o influencia na educa&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as, pois elas s&atilde;o vulner&aacute;veis e se orientam com as mensagens que recebem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Atualmente, as fam&iacute;lias consomem tecnologias, o mercado de trabalho dos adultos se faz por meio de equipamentos tecnol&oacute;gicos. Vivemos em um mundo de informa&ccedil;&otilde;es e atrav&eacute;s delas poder&iacute;amos construir conhecimentos, mas o que fazemos &eacute; apenas consumi-los.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">O processo de conscientiza&ccedil;&atilde;o nasce em casa, na maneira como as fam&iacute;lias se organizam e como refletem sobre o consumo. &Eacute; importante verificar que suas escolhas revelam o que precisam para viver e serem felizes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">A Educa&ccedil;&atilde;o traduz em conte&uacute;dos as necessidades sociais nas discuss&otilde;es sobre ecologia, ci&ecirc;ncia, &eacute;tica, cidadania, consumo, etc., mas para construir a consci&ecirc;ncia do consumo &eacute; preciso trabalhar as atitudes para transformar em experi&ecirc;ncia o que se sabe. Analisar com crit&eacute;rios quais os ganhos e perdas sobre as atitudes de consumir e de n&atilde;o consumir, e as consequ&ecirc;ncias do Consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&nbsp;Este &eacute; um desafio para todos n&oacute;s.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">O escritor Maur&iacute;cio A. Ribeiro cita: &ldquo;Nos &uacute;ltimos anos, tem surgido varias an&aacute;lises e den&uacute;ncias sobre tal quest&atilde;o, na forma de livros, teses, filmes. Tamb&eacute;m t&ecirc;m sido formuladas respostas a esse problema na forma de leis que regulamentam a publicidade infantil, e de programas de orienta&ccedil;&atilde;o para escolas e pais&#8230; Em 2012, o Minist&eacute;rio do Meio Ambiente e o Instituto Alana lan&ccedil;aram a cartilha Consumismo&nbsp; infantil: na contram&atilde;o da sustentabilidade&rdquo;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">N&oacute;s, &nbsp;educadores, escutamos relatos de pais sobre os filhos que pedem, por exemplo, mochilas de uma determinada marca, que s&atilde;o iguais as dos colegas e n&atilde;o se satisfazem apenas com o que os pais podem oferecer. O que nos chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; que os pais angustiados, acham que devem comprar e n&atilde;o analisam a necessidade de adquirir tal produto, se o que tem ainda &eacute; poss&iacute;vel usar ou se o concerto atende ao uso naquele ano. &Eacute; um dilema e pode ser um exerc&iacute;cio para pais e filhos. Uma &oacute;tima oportunidade para conversarem sobre o que precisam, o que querem e no que poderiam investir e conquistar. Assistimos tamb&eacute;m crian&ccedil;as que usam equipamentos tecnol&oacute;gicos de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, iguais aos adultos, comprado pelos pr&oacute;prios pais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Para proteger o planeta da inf&acirc;ncia temos que estimular as rela&ccedil;&otilde;es afetivas na fam&iacute;lia e na escola, promover encontros com pais para ajud&aacute;-los a pensar e resolver os dilemas da vida com seus filhos e incentivar atividades como a troca de brinquedos e livros, brincadeiras de rua, alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel.&nbsp; J&aacute; &eacute; um bom come&ccedil;o!</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Brincar &eacute; um instrumento de desenvolvimento emocional. Divers&atilde;o e socializa&ccedil;&atilde;o caminham juntas para garantir o entrosamento, a experi&ecirc;ncia e a riqueza de novos significados. As rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o precisam estar pautadas na compra/consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&Eacute; um desafio para todos n&oacute;s!</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><a href="http://biblioteca.alana.org.br/banco_arquivos/Arquivos/downloads/ebooks/caderno.pdf">http://biblioteca.alana.org.br/banco_arquivos/Arquivos/downloads/ebooks/caderno.pdf</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><a href="http://envolverde.com.br/educacao/consumismo-infantil-e-descondicionamento-da-consciencia/">http://envolverde.com.br/educacao/consumismo-infantil-e-descondicionamento-da-consciencia/</a></span></p>
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		<title>Preocupação com filhos: até quando?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 11:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pais são seres que, geralmente, passam a vida toda preocupados com os filhos. Esse sentimento de preocupação pode começar até mesmo antes do casal decidir engravidar. E se a notícia da gravidez chegar sem prévio planejamento, a preocupação se instala no momento do “acho”. Dia...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pais são seres que, geralmente, passam a vida toda preocupados com os filhos.</p>
<p>Esse sentimento de preocupação pode começar até mesmo antes do casal decidir engravidar. E se a notícia da gravidez chegar sem prévio planejamento, a preocupação se instala no momento do “acho”.</p>
<p>Dia após dia, a preocupação faz parte da rotina!</p>
<p>Bebê ou não, sempre existirá um cuidado constante para tornar a relação entre pais e filhos saudável.</p>
<p>Enquanto crianças, pais se preocupam com o bem estar, a autoestima, a formação da personalidade, o estabelecimento profundo dos vínculos. Junto com tudo isso, tem o olhar do pai profissional. Aí vem a crise existencial: como faço para acompanhar o crescimento do meu filho e conciliar o tempo de trabalho?</p>
<p>Tem, também, aquele pai que opta por dedicação exclusiva para ser presença constante na vida do filho. Aí, também, tem crise existencial: como olhar para a criança sem exageros, preservando as individualidades?</p>
<p>Não existe a certeza do caminho. A busca é na assertividade. Sabemos que a proteção é uma tarefa dos pais. Pais tem o dever de proteger. Pais cobram sim! Estabelecem limites e ponto final! Pobre daquele filho que não recebe acolhimento, proteção e limites!</p>
<p>Filhos crescem! Vem à tona, a importância do diálogo que foi tanto pontuado, durante toda a trajetória no processo de educar.</p>
<p>Você lembra quantas vezes explicou os porquês das regras? Quantas conversas tiveram sobre os motivos na interferência das escolhas deles, mostrando as possíveis consequências? E quantos pedidos foram negados devido às fragilidades nas argumentações?</p>
<p>É nessa fase da vida que os filhos se tornam especialistas em argumentar e defender o seu ponto de vista. Parecia que quando eram pequenos tudo era mais fácil. Engano seu! No lugar do choro e da birra, que já não acontecem mais, ressurgem a desobediência, a arrogância, a imposição. A demanda é outra e a preocupação persiste. Agora, mais do que nunca, a comunicação se faz presente com firmeza.</p>
<p>Enfim, com a chegada da vida adulta dos filhos, você percebe que já se preocupou com o bullying, uso de drogas, abuso sexual, segurança na internet, dificuldades escolares, frustrações, engajamento no mercado de trabalho, alimentação saudável, violência, segurança&#8230; Agora, já conseguem dar conta da vida deles. Mesmo assim, você continua com a taxa de preocupação em alto nível. O mundo de hoje é mais perigoso, estressante, imediatista e o tempo parece passar mais rápido.</p>
<p>Então relaxa! Com o tempo você amadureceu, portanto saberá curtir, da melhor forma possível, suas preocupações. Tem algumas que são mais fáceis de resolvê-las ou de conviver com elas. Tem outras que afetam para valer, mas, mesmo assim, seguimos em frente!</p>
<p>O futuro sempre será a maior preocupação! O amanhã estará por vir, portanto a preocupação será eterna. A vida segue!</p>
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		<title>A notícia da classe surpresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 21:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[A notícia da classe surpresa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#201;&#8230; muitas escolas t&#234;m como norma adotar o procedimento de rod&#237;zio de alunos, que invariavelmente separa os amigos e costuma causar muita reclama&#231;&#227;o por parte dos alunos e pais. A not&#237;cia da classe surpresa preparada pela escola vem acompanhada de muita ansiedade. &#201; comum as...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p> 	<img decoding="async" class=" size-full wp-image-1139" alt="" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/01/noticiaclassesurpresa.jpg" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/01/noticiaclassesurpresa.jpg 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/01/noticiaclassesurpresa-300x153.jpg 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><span style="text-align: justify;">&Eacute;&#8230; muitas escolas t&ecirc;m como norma adotar o procedimento de rod&iacute;zio de alunos, que invariavelmente separa os amigos e costuma causar muita reclama&ccedil;&atilde;o por parte dos alunos e pais.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">A not&iacute;cia da classe surpresa preparada pela escola vem acompanhada de muita ansiedade. &Eacute; comum as escolas receberem pais furiosos pedindo ou exigindo que as coisas voltem a ser como antes. Enfrentar mudan&ccedil;as n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil para ningu&eacute;m, por isso &eacute; importante que os pais tenham paci&ecirc;ncia e passem seguran&ccedil;a na hora de orientar seus filhos quanto aos aspectos positivos desse processo de forma&ccedil;&atilde;o de classes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">A forma&ccedil;&atilde;o de novos grupos &eacute; uma atividade &nbsp;que, geralmente &nbsp;envolve todos os professores da s&eacute;rie, bem como toda a Equipe T&eacute;cnica. &Eacute; um trabalho cuidadoso que n&atilde;o acontece de modo aleat&oacute;rio. Muitos crit&eacute;rios s&atilde;o levados em conta no momento de forma&ccedil;&atilde;o dos agrupamentos dos alunos em cada classe nas diferentes s&eacute;ries.</span></p>
<hr id="system-readmore" style="width: 681px;" />
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Por mais dif&iacute;cil que possa parecer, a mudan&ccedil;a aponta pontos positivos a favor de qualquer processo de aprendizagem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Nos col&eacute;gios, alunos aprendem a conviver com grupos diferentes e conseguem fazer novas amizades mais facilmente. O&nbsp; aluno ingressante &nbsp;&eacute; mais bem aceito no grupo, pois a turma tamb&eacute;m &eacute; nova. O leque de amizades &eacute; ampliado, pois o estudante ter&aacute; a oportunidade de conhecer e trabalhar com um n&uacute;mero maior de companheiros ao longo de sua vida escolar. Alunos passam a entender, desde cedo, que a vida &eacute; recheada de mudan&ccedil;as e desenvolvem a capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o, aspecto &uacute;til&nbsp; ao longo da vida de qualquer pessoa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Crian&ccedil;as se adaptam mais facilmente do que pensamos. Os pais &eacute; que geralmente n&atilde;o suportam lidar com as ang&uacute;stias dos filhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Argumentos de especialistas nem sempre convencem os pais. Muitos&nbsp; s&atilde;o contra o rod&iacute;zio de alunos e alegam que esse procedimento gera inseguran&ccedil;a ao afastar os colegas de classe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&Eacute; preciso dar um tempo para a novidade se acomodar. Na maioria das vezes o grupo acaba se adaptando e tudo d&aacute; certo. Se problemas persistirem, o melhor a fazer &eacute; entrar em contato com o Departamento de Orienta&ccedil;&atilde;o Educacional para a fam&iacute;lia e escola analisar e buscar solu&ccedil;&otilde;es plaus&iacute;veis para ambas as partes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Fazer escolhas faz parte do processo de aprendizagem, sendo assim &eacute; fun&ccedil;&atilde;o da escola preparar espa&ccedil;os para que essas mudan&ccedil;as aconte&ccedil;am de forma gradativa, democr&aacute;tica e eficaz. Aplicar a t&eacute;cnica de sociograma &eacute; uma estrat&eacute;gia interessante que leva em considera&ccedil;&atilde;o&nbsp; as prefer&ecirc;ncias, o desempenho escolar,&nbsp; as afinidades , a motiva&ccedil;&atilde;o e disciplina para o estudo.</span></p>
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		<title>Por que nem todas as “Madrastas” são como a da Cinderela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 19:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Porque nem todas as “Madrastas” são como a da Cinderela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Posted on&#160;October 17, 2016/ Joana Colla&#231;o/ foto&#160;https://joanacollaco.com Os meus&#160;pais separaram-se quando eu tinha quatro anos. Na altura, era muito pequena para entender o que se estava a passar, por isso, acho que at&#233; aceitei bem essa situa&#231;&#227;o. A minha m&#227;e tem uma profiss&#227;o que a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> 	<img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-1233" alt="" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2017/05/madrastas.png" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2017/05/madrastas.png 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2017/05/madrastas-300x153.png 300w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /><span style="font-size:12px;">Posted on&nbsp;<a href="https://joanacollaco.com/2016/10/17/porque-nem-todas-as-madrastas-sao-como-a-da-cinderela/">October 17, 2016</a>/ Joana Colla&ccedil;o/ foto&nbsp;https://joanacollaco.com</span></p>
<p> 	<span style="font-size: 14px; text-align: justify;">Os meus&nbsp;pais separaram-se quando eu tinha quatro anos. Na altura, era muito pequena para entender o que se estava a passar, por isso, acho que at&eacute; aceitei bem essa situa&ccedil;&atilde;o. A minha m&atilde;e tem uma profiss&atilde;o que a faz viajar muito e, naquela altura, eu fiquei a viver com o meu pai. Viver com o meu pai era como estar a viver num castelo encantado. Eu era a princesa dele, faz&iacute;amos tudo juntos: cozinh&aacute;vamos, passe&aacute;vamos, v&iacute;amos televis&atilde;o e muitas vezes dorm&iacute;amos juntos. O meu pai era o meu her&oacute;i! Durante anos, fomos s&oacute; n&oacute;s os dois e eu era muito feliz assim.&nbsp; Quando tinha nove anos de idade, fomos ao jardim zool&oacute;gico e o meu pai perguntou-me se podia levar uma amiga. Eu estranhei, pois o meu pai nunca me tinha falado em tal amiga, mas para ele n&atilde;o ficar triste, acenei dizendo que sim. Ela foi ter connosco &agrave; porta do jardim zool&oacute;gico, era alta, magrinha, muito gira e tinha um sorriso enorme &ndash; parecia que ia matar saudades de algu&eacute;m, facto este que n&atilde;o me agradou. Pass&aacute;mos o dia todo juntos e houve coisas que eu n&atilde;o &ldquo;curti&rdquo; nada: trocas de olhares; sorrisos; gargalhadas; vi-os a darem as m&atilde;os, coisa que eu n&atilde;o permiti e fui logo a correr para tentar separ&aacute;-los. O dia terminou e finalmente cheg&aacute;mos a casa. Eu tentei entreter o meu pai com mil e uma coisas, para n&atilde;o ter de ouvir a &uacute;nica pergunta que eu tinha estado o tempo todo a evitar: &ldquo;</span><em style="font-size: 14px; text-align: justify;">Ent&atilde;o o que achaste da minha amiga?&rdquo;&nbsp;</em><span style="font-size: 14px; text-align: justify;">Naquele momento pensei em muitas coisas horr&iacute;veis para lhe responder, mas acabei por responder apenas:&nbsp;</span><em style="font-size: 14px; text-align: justify;">&ldquo;&Eacute; simp&aacute;tica, mas prefiro quando estamos s&oacute; n&oacute;s os dois</em><span style="font-size: 14px; text-align: justify;">.&rdquo;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">O tempo foi passando e para minha infelicidade, o meu pai come&ccedil;ou a lev&aacute;-la para alguns passeios que faz&iacute;amos juntos. At&eacute; que um dia, convidou-a para jantar l&aacute; em casa. Ele fez a minha comida favorita (at&eacute; a&iacute; tudo bem), vestiu-se como um pr&iacute;ncipe e o jantar at&eacute; correu bem, mas depois o meu pai disse para eu me sentar no sof&aacute; porque eles tinham uma coisa para me contar (como se eu n&atilde;o soubesse que eles eram namorados): &ldquo;Eu e a&hellip; gostamos muito um do outro e estamos a pensar viver todos juntos.&rdquo; O QU&Ecirc; ?! Eu pensava que me iam contar que eram apenas namorados, n&atilde;o que aquela &ldquo;senhora&rdquo; ia viver connosco. &nbsp;Naquele momento, eu respondi que n&atilde;o queria, fui a correr trancar-me no quarto e chorei at&eacute; adormecer. No dia seguinte, o meu pai foi falar comigo e prometeu-me que nada na nossa rela&ccedil;&atilde;o ia mudar.&nbsp; No fim-de-semana a seguir, ela foi l&aacute; para casa e eu n&atilde;o reagi muito bem. O meu pai disse que nada entre n&oacute;s ia mudar, mas para mim tudo estava a mudar, tudo era bem diferente. Ao contr&aacute;rio das minhas amigas que tinham pais separados, eu n&atilde;o sentia que ela ia ocupar o lugar da minha m&atilde;e e muito menos que o meu pai estaria a trair a minha m&atilde;e, at&eacute; porque eu j&aacute; tinha superado a situa&ccedil;&atilde;o de separa&ccedil;&atilde;o dos meus pais e a minha m&atilde;e tamb&eacute;m j&aacute; tinha um namorado. O que eu senti foi que tinha perdido toda a aten&ccedil;&atilde;o do meu pai, ou melhor, que tinha de dividir a aten&ccedil;&atilde;o com ela. Pior, senti ainda que o meu pai j&aacute; n&atilde;o gostava de mim como antes e isso irritou-me muito! Durante os primeiros meses, eu fazia-me de amiga dela &agrave; frente do meu pai porque n&atilde;o queria que ele ficasse chateado comigo, mas quando fic&aacute;vamos as duas sozinhas, eu gritava, portava-me mal e cheguei a dizer coisas que hoje, com os meus 16 anos, considero muito m&aacute;s:&nbsp;<em>&ldquo;n&atilde;o &eacute;s minha m&atilde;e&rdquo;; &ldquo;n&atilde;o sabes nada disso porque n&atilde;o vivias connosco&rdquo;; &ldquo;tu n&atilde;o mandas aqui&rdquo;.</em>&nbsp;Eu aproveitava-me porque sabia que ela tinha medo que eu fosse dizer ao meu pai mal dela. </span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Apesar de tudo o que eu fiz, ela manteve-se forte e n&atilde;o desistiu de mim, n&atilde;o cedeu a nenhuma das minhas chantagens, o que me espantou porque as minhas colegas faziam o mesmo com as &ldquo;madrastas&rdquo; e tinham tudo o que queriam. Ela era diferente, dizia n&atilde;o quando tinha de dizer, enfrentava-me e havia momentos em que era querida comigo. Confesso que, se n&atilde;o fosse namorada do meu pai, at&eacute; ia gostar muito dela e esse dia eventualmente acabou por chegar. Um dia, eu vi que o meu pai estava muito triste e os dois sentaram-se comigo no sof&aacute; e disseram que iam estabelecer regras, que os dois mandavam l&aacute; em casa e que tanto ele, como ela tinham de ser respeitados, caso contr&aacute;rio, haveria consequ&ecirc;ncias. Disseram tamb&eacute;m, que eu tinha de participar nas tarefas de casa, tinha de dormir no meu quarto, entre outras coisas. A conversa n&atilde;o me agradou e nos primeiros dias todas as regras foram quebradas. Como consequ&ecirc;ncia, fiquei sem os passeios ao fim-de-semana, as tarefas duplicaram l&aacute; em casa e o tempo bom com o meu pai (o pouco que sobrava s&oacute; para mim), fiquei sem ele. Foi a&iacute; que percebi, que mais valia estar feliz com os dois, do que ficar sozinha e triste. &nbsp;Hoje em dia, somos uma fam&iacute;lia feliz e agrade&ccedil;o &agrave; namorada do meu pai por tudo aquilo que me ensinou e continua a ensinar, por todo o carinho que me deu, apesar de eu n&atilde;o ser sua filha de sangue.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><u>Um conselho a todas as &ldquo;madrastas&rdquo; ou &ldquo;padrastos&rdquo;:</u></span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash;&nbsp;<u>No in&iacute;cio</u>, &eacute; importante que fa&ccedil;am um esfor&ccedil;o para tentar estabelecer uma boa rela&ccedil;&atilde;o connosco, mesmo sabendo que n&oacute;s n&atilde;o vos vamos facilitar a vida;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash; N&oacute;s queremos ouvir de&nbsp;<u>voc&ecirc;s,</u>&nbsp;que n&atilde;o est&atilde;o ali para substituir o papel/lugar da m&atilde;e ou do pai;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash;&nbsp;<u>Antes de irem viver connosco</u>, tentem perceber a din&acirc;mica familiar;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash;&nbsp;<u>Quando forem viver connosco</u>, precisamos de ouvir que agora todos juntos somos uma fam&iacute;lia e que, aos poucos, h&aacute; coisas que podem mudar;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash;&nbsp;<u>Quando j&aacute; viverem connosco</u>, n&atilde;o tenham medo de impor as regras que estabeleceram em conjunto com o pai ou m&atilde;e;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash; N&oacute;s precisamos de saber que voc&ecirc;s fazem realmente parte da fam&iacute;lia, que s&atilde;o&nbsp;<u>figuras de autoridade</u>&nbsp;e que tamb&eacute;m&nbsp;<u>t&ecirc;m de ser respeitados</u>. Assim, se for para repreender, fa&ccedil;am-no, sem receio;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash; Queremos sentir que&nbsp;<u>tamb&eacute;m gostam de n&oacute;s</u>&nbsp;e n&atilde;o apenas dos nossos pais;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash; Por fim, n&oacute;s sabemos que n&atilde;o fomos o projeto que voc&ecirc;s planearam, mas&nbsp;<u>n&atilde;o desistam</u>&nbsp;s&oacute; porque no in&iacute;cio as coisas s&atilde;o dif&iacute;ceis. A culpa dessa dificuldade tamb&eacute;m &eacute; nossa e n&oacute;s queremos que consigam estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o positiva connosco, para que haja a possibilidade de todos sermos felizes!</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><u>E j&aacute; agora, no meio desta hist&oacute;ria toda, &ldquo;ela&rdquo; chama-se Mariana e hoje trato-a por &ldquo;Madrinha&rdquo;!</u></span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size: 14px;">Joana Colla&ccedil;o</span></p>
<p> 	<span style="font-size:14px;"><span style="color: rgb(67, 67, 67); font-family: DroidSansRegular;">Psic&oacute;loga com o mestrado em psicologia educacional, forma&ccedil;&atilde;o em terapia cognitiva e comportamental com crian&ccedil;as e adolescentes, p&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em neuropsicologia entre outras forma&ccedil;&otilde;es. Vive em Portugal. As cr&oacute;nicas t&ecirc;m o intuito de partilhar com os pais, professores e todos os interessados, aquilo que pode ser o ponto de vista de algumas crian&ccedil;as/adolescentes sobre os mais diversos temas e problemas do mundo que os rodeia.</span></span></p>
<p> 	<span style="font-size:14px;">https://joanacollaco.com</span></p>
<p> 	&nbsp;</p>
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		<title>Mudar de escola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 00:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Mudar de escola]]></category>
		<category><![CDATA[nova escola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fim de ano chegando e está na hora de resolver a escola ideal para o filho. Está precisando de uma mãozinha? Nós, Conversando com Educação, sabemos que essa tarefa não é nada fácil . Na cidade de São Paulo há mais de 3.500 escolas particulares...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fim de ano chegando e está na hora de resolver a escola ideal para o filho. Está precisando de uma mãozinha? Nós, Conversando com Educação, sabemos que essa tarefa não é nada fácil .</p>
<p>Na cidade de São Paulo há mais de 3.500 escolas particulares com modelos pedagógicos variados, bilíngues ou não, religiosas ou laicas, tradicionais ou construtivistas, período integral ou meio período, com opção de atividades extras ou não&#8230; Certamente o repertório é imenso!</p>
<p>Para ajudar no processo de escolha, Conversando com Educação deixa registrado alguns critérios que você pode levar em conta no momento de definir a mudança.</p>
<p>1- Considerar a proximidade de casa ou do trabalho, facilitando os deslocamentos no trânsito.</p>
<p>2- Verificar valor da mensalidade e dos custos agregados (uniforme, material, passeios de estudo, atividades extras)</p>
<p>3- Valorizar posição da escola no ENEM e no IDEB são importantes, mas não fundamentais.</p>
<p>4- Pesquisar informações sobre a escola nas redes sociais, analisando comentários de alunos.</p>
<p>5- Conversar com pais que tenham filhos matriculados na escola pesquisada.</p>
<p>6- Agendar reunião com a orientadora educacional durante o período de aula, observando o tratamento entre funcionários e a postura dos estudantes.</p>
<p>7- Observar os trabalhos expostos nas paredes, verificando temas trabalhados, produções realizadas, protagonistas etc.</p>
<p>8- Levar o futuro aluno para conhecer a escola e ouvir a opinião dele.</p>
<p>9- Verificar se a escola está alinhada com os valores cultivados pela família.</p>
<p>10- Considerar o fator segurança (instalações de câmeras, vigilantes para controlar a entrada e saída de pessoas e alunos, existência de área exclusiva de estacionamento etc.) levando-se em conta a coerência com o processo educacional.</p>
<p>11- Ficar atento ao modo como problemas de relacionamento entre estudantes são resolvidos.</p>
<p>12- Verificar a oferta de atividades extras (natação, robótica, idiomas etc.).</p>
<p>13- Entender qual é a concepção do período integral na escola ( atividades programadas, alimentação, horários, regras, valores ).</p>
<p>14- Conferir a formação dos professores e se há muita rotatividade entre os docentes.</p>
<p>15- Perceber como a escola faz uso da sua estrutura ( laboratórios, quadras esportivas, salas com lousas digitais, tecnologia disponível).</p>
<p>16- Certificar-se sobre o número máximo de alunos por sala, salas adequadas à faixa etária, número de profissionais por sala e disponibilidade da equipe técnica.</p>
<p>17- Observar como é feita a comunicação com os pais (uso de agendas, reuniões, participação nos eventos)</p>
<p><em><strong>Se você precisar de alguma assessoria nesse momento é só entrar em contato com Conversando com Educação. Podemos orientá-lo durante esse processo de escolha.</strong></em></p>
<p>Basta acessar : <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/fale-conosco/view/form">https://conversandocomeducacao.com.br/fale-conosco/view/form</a></p>
<p>Leia mais <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/por-que-escolher-uma-escola-para-o-filho-nao-e-uma-tarefa-simples">https://conversandocomeducacao.com.br/blog/por-que-escolher-uma-escola-para-o-filho-nao-e-uma-tarefa-simples</a></p>
<p>Essas informações foram baseadas na nossa prática como orientadora educacional mais as dicas contidas na reportagem da Revista Veja São Paulo – 1/10/14</p>
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		<title>Filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 23:31:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Verissimo . Filhos.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Créditos: Verissimo  &#8211; Jornal O Estado de S. Paulo 15 de julho 2018 Hoje o convite é para refletirmos sobre o tema filhos sob o ponto de vista do escritor Luis Fernando Verissimo. Os filhos nunca acreditam que crescer é perigoso. Não adianta avisar para...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Créditos: Verissimo  &#8211; Jornal O Estado de S. Paulo 15 de julho 2018</p>
<p>Hoje o convite é para refletirmos sobre o tema filhos sob o ponto de vista do escritor Luis Fernando Verissimo.</p>
<p>Os filhos nunca acreditam que crescer é perigoso. Não adianta avisar para continuarem crianças. Eles crescem e vão embora. E depois se queixam.</p>
<p>Tem a história daquele pai que concebeu dois filhos do barro, Adão e Eva. Naquele tempo não precisava mãe. O pai fez o que pôde pelas crianças. Elas tinham tudo, nunca lhes faltou alimento ou agasalho. Se queriam um cachorro ou um macaco para brincar, o pai fazia. Se queriam uma pizza, o pai criava, ou mandava buscar. Se queriam saber como era o mundo lá fora, o pai dizia que não precisavam saber. Eles não eram felizes não sabendo nada, ou só sabendo o que o pai sabia por eles? A felicidade era não saber. As crianças eram felizes porque não sabiam.</p>
<p>O Adão ainda era acomodado, mas a Evinha&#8230; Um dia o pai a pegou descascando uma banana. Nem ele sabia o que a banana tinha por dentro, mas a danada da menina descobriu, e antes que ele pudesse dizer “Dessa fruta não co&#8230;” ela já tinha comido. E gostado. Foi então que ele decidiu impor sua autoridade paterna, pelo menos na área dos hortifrutigranjeiros, e determinar que frutas do quintal podiam e não podiam ser comidas, e escolheu uma fruta como a mais proibida de todas, pois se comesse dela a menina saberia. Saberia o quê?  O pai não especificou. Só disse que o que saberia seria terrível, e que depois não se queixasse. E Eva comeu da fruta mais proibida, claro, e o pai foi tomado de grande tristeza. E disse a Eva que agora ela sabia o que não precisava saber, e que nunca mais seria a mesma.</p>
<p>&#8211; O que sei de tão terrível que não sabia antes? – perguntou Eva, ainda mastigando a fruta proibida.</p>
<p>&#8211; Que você pode desobedecer. Que você pode escolher, e pensar com sua própria cabeça, e me desafiar.</p>
<p>E então o pai disse a frase mais triste que um pai pode dizer a um filho:</p>
<p>&#8211; Que você não é mais uma criança.</p>
<p>Eva cresceu diante dos olhos do pai, e no momento seguinte já estava dizendo que queria ir morar sozinha em São Paulo ou aprender inglês em Miami e saber como era o mundo lá fora. E o pai suspirou e disse que ela poderia ir, e que levasse o palerma do Adão com ela. E que os dois jamais voltassem e pedissem a sua ignorância de volta.</p>
<p>Quando contou essa história a outro pai, no clube, o pai abandonado ouviu do outro que sua história não era nada.</p>
<p>&#8211; Pior aconteceu comigo e com o meu Prometeu. Ele era um ótimo filho. E como me admirava e respeitava! Para ele era eu no céu e eu na terra também. Ele tinha tudo em casa, e eu o protegia com o meu poder. Ele também era feliz e não sabia, ou era feliz porque não sabia. E não é que um dia descobri que ele tinha roubado o meu fogo para dar aos amigos? Logo o fogo, o símbolo do meu poder e da minha autoridade, distribuído  entre outras crianças ingratas como cigarros roubados.</p>
<p>-Você o expulsou de casa, como eu?</p>
<p>&#8211; Não. Eu sou da escola antiga. Amarrei-o numa pedra, para abutres comerem o seu fígado.</p>
<p>&#8211; Tem que dar o exemplo. Senão, não demora, estarão todos os filhos achando que sabem mais do que nós, e roubando o nosso poder.</p>
<p>&#8211; E depois, quando não dá certo, se queixando.</p>
<p>&#8211; Exato.</p>
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		<title>A caverna de cada um</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 22:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Thais Bechara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabamos de acompanhar todo o processo de resgate dos meninos da Tailândia, que foram pegos de surpresa por adversidades climáticas. Tiveram que, obrigatoriamente, se abrigar numa caverna para sobreviver. Para fugir dos perigos de inundação foram, cada vez mais, se afastando do ponto de origem....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Acabamos de acompanhar todo o processo de resgate dos meninos da Tailândia, que foram pegos de surpresa por adversidades climáticas. Tiveram que, obrigatoriamente, se abrigar numa caverna para sobreviver. Para fugir dos perigos de inundação foram, cada vez mais, se afastando do ponto de origem.</p>
<p>A dura realidade mobilizou o mundo. Quem não sofreu com eles?</p>
<p>Qual professor e quantos pais não se viram aprisionados naquela caverna?</p>
<p>Sabemos o quanto é importante o vínculo afetivo na figura do adulto, a confiança na relação do grupo e o poder da fé e esperança.</p>
<p>Podemos supor que esse grupo tem qualidades muito especiais! O que vimos foi: calma, paciência, resistência física, inteligência emocional, autocontrole, obediência diante da diversidade e muita resiliência. E na pureza da infância e no protagonismo da adolescência, jovens tiveram que superar medos, a fúria da natureza em prol da vida! Haja maturidade! Haja força! Haja confiança! Haja controle!</p>
<p>Esse acontecimento trouxe uma dura lição de vida para todos nós!</p>
<p>As mais diversas contribuições surgiram sem ninguém pedir nada em troca. Os voluntários assinaram a lista de presença com coragem, precisão, sabedoria, conhecimento, muita bravura e determinação.</p>
<p>Escolher caminhos, planejar trajetos, realizar procedimentos e enfrentar desafios foram metas arriscadas que deram certo. Ainda bem!</p>
<p>Com fé, confiança, orações e envolvimento das pessoas, vimos o incerto se transformar em possibilidades, salvamento e aprendizagem.</p>
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		<title>&#8220;O tempo passou e me formei em solidão&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2018 20:55:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[O tempo passou e me formei em solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Créditos: José Antônio Oliveira de Resende Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei. Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Créditos: José Antônio Oliveira de Resende<br />
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.</p>
<p>Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho, porque a família toda iria visitar algum conhecido.</p>
<p>Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita.</p>
<p>Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. &#8220;Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre&#8221;. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia. &#8220;Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!&#8221;</p>
<p>A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro&#8230; casa singela e acolhedora.</p>
<p>A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha &#8211; geralmente uma das filhas &#8211; e dizia: &#8220;Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.&#8221;</p>
<p>Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite&#8230; tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também.</p>
<p>Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança&#8230; Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam&#8230;. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade&#8230;</p>
<p>Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida.</p>
<p>Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa&#8230; A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos&#8230; até que sumissem no horizonte da noite.</p>
<p>O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, internet, e-mail, Whatsapp &#8230; Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: &#8220;Vamos marcar uma saída!&#8230; &#8221; ninguém quer entrar mais.</p>
<p>Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite&#8230;</p>
<p>Que saudade do compadre e da comadre!&#8230;</p>
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		<title>Chegando ou partindo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 18:25:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Chegar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim é a vida! A situação de chegar ou partir depende do ponto de vista de cada um. Você já parou para pensar que sentimentos de alegria ou tristeza estão presentes nas chegadas e partidas? O dia chega quando a noite parte. Num único dia...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim é a vida! A situação de chegar ou partir depende do ponto de vista de cada um. Você já parou para pensar que sentimentos de alegria ou tristeza estão presentes nas chegadas e partidas?</p>
<p>O dia chega quando a noite parte.</p>
<p>Num único dia chegam notícias, convites, trabalhos, boletos, fome, sede, cansaço, prazos&#8230;</p>
<p>E do mesmo jeito que as coisas chegam, partem! Chega a hora da despedida, de finalizar projetos, entregar resultados e ir embora seja lá para onde for!</p>
<p>Nem sempre a partida está ligada à tristeza e rompimentos. Na verdade, são pausas que nós mesmos imprimimos ou a vida se encarrega disso.</p>
<p>Expectativas e planos não faltam em cada chegada! Resoluções e ansiedade mobilizam a partida.</p>
<p>Sabores ou dissabores podem acontecer partindo ou chegando, mas se você decidiu chegar é porque partiu de algum lugar.</p>
<p>Ir e vir não é tão simples assim. Fazer uso de um roteiro é saudável, mesmo que a decisão seja recalculada para a tomada de novos caminhos.</p>
<p>O excesso de uma determinação diante de uma circunstância de chegada ou partida tem a ver com vontade/ desejo, coragem e com o jeito de enfrentar desafios. Ânimo!</p>
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