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	<title>Arquivos angústia - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos angústia - Conversando com Educação</title>
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		<title>Só devem circular  placas cujo final seja “Rodízio de Alunos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2014 20:35:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É&#8230; muitas escolas têm como norma adotar o procedimento de rodízio de alunos, que invariavelmente separa os amigos e costuma causar muita reclamação por parte dos alunos e pais.</p>
<p>A notícia da classe surpresa preparada pela escola vem acompanhada de muita ansiedade. É comum as escolas receberem pais furiosos pedindo ou exigindo que as coisas voltem a ser como antes. Enfrentar mudanças não é fácil para ninguém, por isso é importante que os pais tenham paciência e passem segurança na hora de orientar seus filhos quanto aos aspectos positivos desse processo de formação de classes.</p>
<p>A formação de novos grupos é uma atividade que, geralmente envolve todos os professores da série, bem como toda a Equipe Técnica. É um trabalho cuidadoso que não acontece de modo aleatório. Muitos critérios são levados em conta no momento de formação dos agrupamentos dos alunos em cada classe nas diferentes séries.</p>
<p>Por mais difícil que possa parecer, a mudança aponta pontos positivos a favor de qualquer processo de aprendizagem.</p>
<p>Nos colégios, alunos aprendem a conviver com grupos diferentes e conseguem fazer novas amizades mais facilmente. O aluno ingressante é mais bem aceito no grupo, pois a turma também é nova. O leque de amizades é ampliado, pois o estudante terá a oportunidade de conhecer e trabalhar com um número maior de companheiros ao longo de sua vida escolar. Alunos passam a entender, desde cedo, que a vida é recheada de mudanças e desenvolvem a capacidade de adaptação, aspecto útil ao longo da vida de qualquer pessoa.</p>
<p>Crianças se adaptam mais facilmente do que pensamos. Os pais é que geralmente não suportam lidar com as angústias dos filhos.</p>
<p>Argumentos de especialistas nem sempre convencem os pais. Muitos são contra o rodízio de alunos e alegam que esse procedimento gera insegurança ao afastar os colegas de classe.</p>
<p>É preciso dar um tempo para a novidade se acomodar. Na maioria das vezes o grupo acaba se adaptando e tudo dá certo. Se problemas persistirem, o melhor a fazer é entrar em contato com o Departamento de Orientação Educacional para a família e escola analisar e buscar soluções plausíveis para ambas as partes.</p>
<p>Fazer escolhas faz parte do processo de aprendizagem, sendo assim é função da escola preparar espaços para que essas mudanças aconteçam de forma gradativa, democrática e eficaz. Aplicar a técnica de sociograma é uma estratégia interessante que leva em consideração as preferências, o desempenho escolar, as afinidades , a motivação e disciplina para o estudo.</p>
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		<title>Medos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2013 19:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E se o meu filho acordar com medo durante a noite? Como lidar com o medo da vergonha moral, do ridículo, da perda do amor de uma pessoa querida? Francisco Daudt ,psicanalista, médico e escritor escreveu sobre  isso. “Angústia é medo. A origem grega da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E se o meu filho acordar com medo durante a noite? Como lidar com o medo da vergonha moral, do ridículo, da perda do amor de uma pessoa querida?</p>
<p>Francisco Daudt ,psicanalista, médico e escritor escreveu sobre  isso.</p>
<p>“Angústia é medo. A origem grega da palavra significa &#8220;aperto&#8221;, coisa que nos acontece no peito (e em outras partes) quando o medo bate.</p>
<p>Há medos que já vêm embutidos em nossos programas de base, inscritos no cérebro pela genética, frutos de antepassados que viveram o bastante para procriar, e foram os medos que os salvaram.</p>
<p>Esses medos de raiz (escuridão, confinamento, altura, insetos voadores, répteis -cobra, principalmente) não se desligam.</p>
<p>Coisas muito mais perigosas, como automóveis, não produzem medo algum, apesar de eu nunca ter conhecido ninguém que morreu de cobra, e vários que morreram de acidente de carro e moto.</p>
<p>Mas sabê-los parte da natureza humana é muito útil. Escuro, por exemplo. Achar que o certo é a criança dormir sozinha no escuro de seu quarto, e que, se ela tiver medo é porque tem problemas, é um erro. Serviu para os britânicos que não podiam se apegar às famílias, para servir nas colônias. Até então a humanidade dormiu junta, perto do fogo.</p>
<p>Por isto, vai minha forte recomendação: dê direito de abrigo a seu filho no seu quarto, se ele acordar com medo durante a noite. Num colchonete ao lado, que criança na nossa cama é um aborrecimento.</p>
<p>Outra: se você acordar durante a noite, não pense em problemas nem em providências para o dia seguinte. Eles são muito piores no escuro. Trate de pensar em algo agradável, como um devaneio erótico.</p>
<p>Mas a cultura sofisticou nossos medos em novas formas. Temos medo da ameaça física, da vergonha moral, do ridículo, do banimento social, da perda do amor das pessoas queridas, das &#8220;sifudências&#8221; em geral (virar velho pobre, por exemplo), da nossa autocrítica, da morte imaginada (sempre pior que a real), e do sentimento de culpa.</p>
<p>Este último merece um olhar especial, pois se transformou no instrumento de dominação mais eficiente que a espécie já inventou.</p>
<p>Você pode fazer com que alguém se ajoelhe sob a ameaça de um revólver. Mas com a culpa, você fará com que a pessoa peça para se ajoelhar diante de você. Imbatível!</p>
<p>O que é o sentimento de culpa? Para tê-lo, precisamos trazer na cabeça modelos e antimodelos. Ideais de perfeição a que deveríamos atingir, e horrores absolutos de seres que são o fim da picada.</p>
<p>É preciso ter crenças irrealistas, portanto, que nos fazem ficar sempre devendo ao mundo e ameaçados de nos parecer horríveis.</p>
<p>Pense numa mulher que tem na cabeça a mãe ideal (modelo) e a mãe desalmada (antimodelo). A primeira é inatingível. E se trabalha fora, então? Ela vai se imaginar a desalmada, o horror absoluto, e vai tentar &#8220;compensá-los&#8221; quando chegar em casa.</p>
<p>Os filhos detectam essa fragilidade e passam a abusar desse poder enorme que têm sobre elas, tornando as mães em seus videogames favoritos, fazendo assim que ela perca a mais importante ferramenta da educação, a autoridade.</p>
<p>Podem argumentar que é o amor. Conversa fiada. Primeiro vem a autoridade, depois vem o bom gerenciamento. Eles abrem espaço para sentir amor, pois o que se faz por culpa é penitência (para alívio da culpa), não é amor.”</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/franciscodaudt/2013/09/1343458-medos.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/franciscodaudt/2013/09/1343458-medos.shtml</a></p>
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