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	<title>Arquivos Brincar e aprender a jogar - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos Brincar e aprender a jogar - Conversando com Educação</title>
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		<title>Brincar e aprender a jogar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 23:51:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brincar e aprender a jogar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brincar é divertido, um processo que pode ser vivenciado com sorrisos, barulhos, tensões, risadas e explosões. Observar a brincadeira é valioso e engraçado também! Olhar é ver como as pessoas pensam e vivenciam os desafios. A expressão dos participantes é singular. Alguns monstram-se extrovertidos, demonstram...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Brincar é divertido, um processo que pode ser vivenciado com sorrisos, barulhos, tensões, risadas e explosões.</p>
<p>Observar a brincadeira é valioso e engraçado também! Olhar é ver como as pessoas pensam e vivenciam os desafios.</p>
<p>A expressão dos participantes é singular. Alguns monstram-se extrovertidos, demonstram sua curiosidade e revelam as possíveis jogadas. Outros esperam a sua vez timidamente. Ambos não deixam de observar todas as pistas, criam ideias assertivas e decidem pela melhor estratégia. Muitas possibilidades e particularidades!</p>
<p>Crianças utilizam representações e percepções para brincar e jogar. Com diferentes saberes usam recursos próprios de cada fase do desenvolvimento. Imitando, experimentando e arriscando constroem esquemas de pensamento para a aquisição da aprendizagem.</p>
<p>Quando começam a jogar em dupla ou em equipe, ficam atrapalhados para dar a vez ao outro. Ceder a vez pode significar perder o controle da brincadeira e o jogo.</p>
<p>Outro dia, tive o prazer de observar dois garotos brincando de forca com um tablet. O mais novo (5 anos) em pleno processo de alfabetização dominava o jogo e não conseguia passar a vez para o outro. O mais velho (7 anos) era mais tranquilo e observador, esperava pacientemente a sua vez, que, na maioria das vezes, não lhe era dada a oportunidade de fazer escolhas. Era um convidado para brincar que cooperava e comemorava a conquista do colega mesmo não conseguindo jogar.</p>
<p>O avô do garoto mais novo e dono da casa interferiu para que o neto respeitasse a vez do amigo jogar. Logo depois, foi a vez da avó interferir, propondo um novo jogo, o de memória. Foi um boa oportunidade para estabelecer as regras, compartilhar saberes e aprender ser jogador. Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas vivendo e aprendendo a jogar, como diz a música de Guilherme Arantes.</p>
<p>Não podemos deixar de levar em consideração as singularidades das crianças, mas esse exemplo ilustra que a entrada do outro na brincadeira foi saudável e regulou as relações sociointerativas. O valor da cordialidade também estava presente para ser aprendida pelas crianças.</p>
<p>O brincar desperta a aquisição de valores e habilidades, estimula a criatividade e desenvolve talentos, memória, concentração e cooperação.</p>
<p>Viver, brincar e aprender a jogar é um desafio constante para todos nós!</p>
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