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	<title>Arquivos conflitos - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos conflitos - Conversando com Educação</title>
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		<title>É preciso prevenir!  Dicas para pensar sobre o problema de bullying nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 04:59:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente favorável à comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É na infância que devemos aprender a respeitar, ser cordial, não tolerar a violência e o preconceito. E a escola, palco do conhecimento, não pode aceitar qualquer comportamento violento e incentivos aos atos agressivos e de intimidação entre as crianças, jovens e adultos. Brincadeiras acontecem...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É na infância que devemos aprender a respeitar, ser cordial, não tolerar a violência e o preconceito.</p>
<p>E a escola, palco do conhecimento, não pode aceitar qualquer comportamento violento e incentivos aos atos agressivos e de intimidação entre as crianças, jovens e adultos.</p>
<p>Brincadeiras acontecem entre crianças, jovens e adultos, o que gera violência são a frequência e a perversidade destas ações. Não podemos aceitar que alguns se divirtam enquanto os outros sofram e se sintam impedidos de viver com espontaneidade. É preciso construir espaços para refletir e melhorar qualidade das relações na escola.</p>
<p>As consequências para quem sofre são desastrosas. As vítimas mudam de comportamento, ficam isoladas e podem se tornar agressivas ou apresentar dor física não querendo ir para a escola. É um fenômeno que interfere no desenvolvimento biopsicossocial e precisa ser cuidado.</p>
<p>É importante prevenir e estimular a discussão entre todos os envolvidos na educação das crianças e jovens. O papel do professor e dos pais é fundamental para se refletir sobre o bullying.</p>
<p>Seguem algumas dicas de como trabalhar preventivamente nas escolas:</p>
<ul>
<li>Observe o comportamento dos alunos dentro e fora da sala de aula: ofensas, gozações, apelidos, ridicularizar, empurrar, bater, humilhar e excluir.</li>
<li>Observe também os comportamentos que agregam a qualidade das relações.</li>
<li>Verifique como seus alunos formam grupos de trabalho e grupos para brincar. Proponha novos grupos para que aprendam, uns com os outros, formas positivas de se relacionar.</li>
<li>Acompanhe o desempenho de seus alunos. Pergunte o que estão aprendendo com as atividades escolares.</li>
<li>Crie atividades para que seus alunos possam falar o que pensam e observe os valores expressos.</li>
<li>Proponha projetos ou temas de discussão que incluam os valores de solidariedade, generosidade, tolerância e respeito às diferenças.</li>
<li>Desenvolva um ambiente favorável à comunicação e relacionamento entre os alunos.</li>
<li>Levante soluções com o grupo diante dos conflitos.</li>
<li>Encontre soluções com os alunos e as pessoas envolvidas no conflito.</li>
</ul>
<p>É preciso prevenir o bullying. A responsabilidade é da escola, mas a solução deverá ser encontrada em conjunto com pais e alunos.</p>
<p>No cenário escolar todos devem exercer seus papéis de maneira eficiente e solidária para que os alunos possam aprender a praticar o conhecimento aprendido de forma cordial na vida futura.</p>
<p>Fonte:Revista Nova Opção -Junho/2010, n°37, p. 14 (<a href="http://www.revistanovaopcao.com.br">http://www.revistanovaopcao.com.br</a>) “Saiba como o bullying pode afetar a vida das crianças”- Por Fabieli de Paula</p>
<p>Livro: “Bullying: mentes perigosas nas Escolas” – Ana Beatriz Barbosa Silva – Rio de Janeiro: Objetiva, 2010 – Fontanar</p>
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		<title>Posso trazer meu amigo para brincar em casa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 21:47:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[brincadeiras planejadas]]></category>
		<category><![CDATA[brincar faz parte do processo educativo]]></category>
		<category><![CDATA[certos cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[espaços organizados]]></category>
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		<category><![CDATA[horário de começar e terminar]]></category>
		<category><![CDATA[receber amigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum mães receberem amigos dos filhos desacompanhados de seus pais em casa e isso requer certos cuidados. Planejar essa atividade ajudará a tornar a experiência bem mais agradável. O primeiro passo é agendar a visita, com antecedência, com os pais da criança. Combinar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum mães receberem amigos dos filhos desacompanhados de seus pais em casa e isso requer certos cuidados.</p>
<p>Planejar essa atividade ajudará a tornar a experiência bem mais agradável.</p>
<p>O primeiro passo é agendar a visita, com antecedência, com os pais da criança. Combinar horário de começar e terminar ajudará na organização do evento.</p>
<p>Preparar as refeições preocupando-se com a gosto do convidado é outro dado a ser considerado, pois, dessa forma, o evento terá mais chance de ser divertido e saboroso. Certificar-se de possíveis alergias e problemas de saúde é uma forma de evitar problemas mais sérios. Aproveitando o item alimentação, que tal solicitar a ajuda das crianças no preparo de um prato específico? Essa aula de culinária pode ser um sucesso além de manter a criançada ocupada. Lamber a panela será permitido!</p>
<p>As brincadeiras também podem ser planejadas, então organizar um espaço específico para essas brincadeiras e proteger objetos “preciosos” será uma maneira de deixar os aborrecimentos de lado.</p>
<p>Outra regra a ser sugerida é deixar claro quais espaços serão permitidos para a circulação. Nada de brincadeira no banheiro, no quarto do casal ou outro lugar que não seja propício para brincadeiras de crianças.</p>
<p>Estabelecer limites será fundamental para manter a disciplina. Se não pode comer na sala de TV, não pode! Firmeza não faz mal a ninguém.</p>
<p>Ferimentos leves podem acontecer e, em caso mais grave, contatar os pais será a melhor medida. Tenha reservado um estojo de Primeiros Socorros.</p>
<p>Resolver conflito pode ser necessário. Dialogar, fazer combinados, sugerir mudança de atividade são procedimentos saudáveis e educativos. Muitas vezes, o adulto terá que mediar a situação.</p>
<p>Janelas, portas, animais domésticos merecem atenção especial!</p>
<p>Crianças necessitam de supervisão, portanto um responsável adulto precisa estar à disposição em tempo integral para que esse programa seja divertido, agradável e seguro do começo ao fim.</p>
<p>Pode ser que a realização da lição de casa seja uma tarefa a ser pensada. Que tal reservar um espaço e um tempo para isso? Responsabilidades em primeiro lugar!</p>
<p>Caso o combinado for passar a noite, os cuidados devem ser redobrados. Às vezes, sentimentos de medo, saudade, tristeza podem surgir.</p>
<p>Após a saída da visita, lembre-se que será preciso reorganizar a casa: guardar os brinquedos que ficaram fora do lugar, limpar a bagunça na cozinha e organizar os espaços das brincadeiras.</p>
<p>Brincar faz parte do processo educativo e é essencial para as crianças. E como afirma a escritora Janet R. Moyles no livro <em>A excelência do brincar</em>, os adultos devem incentivar e facilitar a aprendizagem das crianças. É brincando que as crianças podem praticar habilidades e vir a compreender o mundo que as cerca.</p>
<p>Sendo assim, não desanime! Receber crianças em casa dá trabalho, mas se o ambiente estiver estruturado será possível valorizar o brincar das crianças e qualificar as brincadeiras. Não existe nada melhor do que observar crianças brincando!</p>
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		<title>BRIGAS E DESENTENDIMENTOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 22:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[brigas]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[desentendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Rosely Sayão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convidamos a leitura do artigo Brigas e Desentendimentos, da psicóloga Rosely Sayão, com o intuito de refletirmos sobre a qualidade das relações estabelecidas pela criança no ambiente em que interage. BRIGAS E DESENTENDIMENTOS “Muitos pais querem saber que atitudes tomar quando o filho se desentende...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Convidamos a leitura do artigo Brigas e Desentendimentos, da psicóloga Rosely Sayão, com o intuito de refletirmos sobre a qualidade das relações estabelecidas pela criança no ambiente em que interage.</p>
<p><strong>BRIGAS E DESENTENDIMENTOS </strong></p>
<p>“Muitos pais querem saber que atitudes tomar quando o filho se desentende com amigos ou colegas, quando chega em casa com marcas de briga, quando tem o costume de dirigir palavrões aos outros, quando se queixa de ter sido humilhado pelos colegas etc.</p>
<p>É&#8230; a convivência entre as crianças não está nada fácil. Muitas brigam por qualquer coisa, ofendem colegas com a maior facilidade e, quando provocadas, revidam à altura. Elas brigam na escola, na casa dos colegas, nos passeios que fazem juntos. Brigam com irmãos e, até mesmo, com os que consideram seus melhores amigos e, depois, pedem desculpas, às vezes obrigadas. Mas não parece que ficam, verdadeiramente, sentidas pelo que fizeram porque logo repetem o feito, que aparenta já fazer parte de sua rotina.</p>
<p>Muitos pais querem encontrar medidas eficazes para conter essas atitudes, mas, talvez, não sejam sanções, castigos e punições aquilo de que as crianças precisam. O melhor seria que tivessem exemplos dos adultos e que estes alterassem sua abordagem com as que se envolvem em confrontos.</p>
<p>Um dos motivos para tantas brigas pode ser a falta de tato resultante do pouco aprendizado no convívio com pessoas próximas. Muitos pais costumam manifestar amor aos filhos com beijos e abraços, elogios em profusão e muitos presentes, isso sem falar na dedicação à gestão da vida dos filhos, o que tem sido bem desgastante! Boa parte do tempo que os pais têm para dedicar ao filho é gasto nisto: levar, buscar, acompanhar o estudo, checar do que mais ele precisa etc.</p>
<p>Ao contrário do que costumamos pensar, o tempo que os pais têm disponível para os filhos é grande. O problema é como ele tem sido usado, já que os adultos são imersos em uma vida individualista, sem disponibilidade interna para o outro. Por isso, quando pais e filhos estão juntos, nem sempre os afetos e a consideração entre eles são prioridade.</p>
<p>Por outro lado, as relações familiares horizontais e verticais têm sido suprimidas no nosso estilo de vida. As crianças não convivem mais – ou convivem pouco – com seus parentes, por exemplo, o que torna as relações com os pais quase únicas no aprendizado de fazer parte de um grupo.</p>
<p>Por isso, faltam às crianças oportunidades para experimentar relações com pessoas com as quais descobrem ter pouca afinidade e com quem nem sempre se dão bem. E é justamente nessas situações que poderiam aprender que, para conviver, é preciso ter consideração pelo outro, relevar e fazer concessões.</p>
<p>Finalmente: quando os filhos se envolvem em brigas, vale mais desvalorizar o fato do que procurar saber quem tinha razão. Se houver briga, foi porque todos participaram, portanto, ninguém está certo.</p>
<p>Se nos dedicarmos a ensinar aos mais novos, em família e na escola, que é preciso a contenção individual para o bem comum e que isso é o que promove uma vida boa, eles aprenderão a melhorar e controlar seus impulsos em favor do equilíbrio da vida em grupo”.</p>
<p>Rosely Sayão -Folha de S. Paulo – 13/11/08 / Equilíbrio</p>
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		<title>Conflitos são inevitáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 18:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma tarde de sábado e um convite para ir ao cinema. Topei, me diverti e surgiu a possibilidade de escrever.</p>
<p>O filme “Universidade Monstros” (<em>Monsters University</em>. EUA, 2013. Direção: Dan Scanlon. 110 min. Livre), além de ser divertido pode ser educativo! Que tal aproveitar o conteúdo abordado no filme e conversar com as crianças sobre valores que dizem respeito ao bem estar próprio e do outro? Aproveite a oportunidade para trocar ideias sobre sentimentos relacionados à coragem, determinação, amizade, união, orgulho, humilhação, medo, desrespeito, constrangimento&#8230;</p>
<p>O filme conta a história de dois monstrinhos Mike Wazowski e James P. Sullivan, durante o período que estão na universidade.</p>
<p>É curioso ver a forma como Mike enfrenta os desafios e como reage diante das situações de humilhação e constrangimento.</p>
<p>Outro ponto a ser destacado é como a amizade entre os dois monstrinhos nasce e como as relações são vividas no grupo.</p>
<p>O filme mostra um clima escolar com seus “sabores e dessabores”, muito semelhante à realidade vivida por nossas crianças e jovens.</p>
<p>Mike passa por momentos de amadurecimento e crescimento emocional. Enfrenta inúmeros desafios, luta pelo seu sonho, perde a batalha algumas vezes, mas sua persistência e determinação o conduz para a realização do seu desejo com sucesso.</p>
<p>Isso dá uma boa discussão seja em casa entre pais e filhos ou na escola numa roda de conversa e nos leva a pensar que, nós adultos, precisamos buscar maior habilidade para lidar com os conflitos vividos em nossa sociedade. É nosso papel ser o mediador no processo, ajudando crianças ou jovens, um a ouvir o outro, e pensar em boas formas de resoluções de conflitos.</p>
<p>Condutas ofensivas como agressão, vandalismo, difamação, ciberbullying, preconceito, injustiças, humilhações são atitudes presentes cada vez mais frequentes entre jovens e adultos também.</p>
<p>Hoje em dia, as relações estão muito complexas! O estilo de vida de cada um, a forma de reagir aos problemas, o não respeito às diferenças, a comunicação rápida e globalizada são alguns elementos que as diferentes gerações estão expostas. Dizer não, fazer escolhas sem medo, enfrentar os desafios, alcançar objetivos, comemorar o sucesso, aprender com o erro, defender uma opinião e não desistir no primeiro obstáculo são atitudes construídas, experimentadas e aprendidas durante todas as fases da vida.</p>
<p>Precisamos acreditar que o conflito é necessário ao desenvolvimento de qualquer ser humano e vivenciando-o passamos a refletir sobre modos diferentes de restabelecer a reciprocidade. Daí a importância de oferecemos boas intervenções às crianças e jovens, priorizando um trabalho construtivo em relação ao favorecimento do desenvolvimento sociomoral das crianças e jovens, a fim de melhorar as interações sociais e minimizar a violência dentro e fora da escola.</p>
<p><strong>Que valores nossos futuros adultos estão priorizando?</strong></p>
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