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	<title>Arquivos crianças - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos crianças - Conversando com Educação</title>
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		<title>Contação de histórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2013 20:55:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Contar história é uma arte! Sendo assim, é dando asas à imaginação, pais, avós, professores e contadores de histórias profissionais procuram incentivar o gosto pela leitura e literatura. É por meio das belas histórias contadas que buscamos desenvolver a imaginação, enriquecer o vocabulário, trabalhar as...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Contar história é uma arte! Sendo assim, é dando asas à imaginação, pais, avós, professores e contadores de histórias profissionais procuram incentivar o gosto pela leitura e literatura. É por meio das belas histórias contadas que buscamos desenvolver a imaginação, enriquecer o vocabulário, trabalhar as questões éticas e morais entre outras coisas.</p>
<p>Ouvir histórias pode-se tornar um hábito!</p>
<p>Maria Fernanda Vomero (<a href="http://vidasimples.abril.com.br/temas/era-vez-749207.shtml">http://vidasimples.abril.com.br/temas/era-vez-749207.shtml</a>) resgata o significado da contação de histórias no texto Era uma vez&#8230; :</p>
<p>“Histórias nutrem a alma e nos preparam para a vida. A contação de histórias amplia nosso universo simbólico, facilitando a compreensão de aspectos da realidade enquanto mantém vivo o interesse por mitos, fábulas e textos literários(&#8230;). O contador entrega ao público as imagens que a história lhe suscita e cada pessoa as recebe de um modo, fazendo as próprias ligações. É muito emocionante.”</p>
<p>Bruno Bettelheim, autor do livro A Psicanálise dos Contos de Fadas, afirma que hoje as crianças não crescem mais dentro da segurança de uma família numerosa, ou de uma comunidade bem integrada. Por conseguinte, mais ainda do que na época em que contos de fadas foram inventados, é importante prover a criança moderna com imagens de heróis que partiram para o mundo sozinhos e que, apesar de inicialmente ignorando as coisas últimas, encontram lugares seguros no mundo seguindo seus caminhos com uma profunda confiança interior.</p>
<p><strong>Conversando com Educação pergunta:</strong></p>
<p><strong> Professores, no planejamento de sua aula há um espaço de contação de histórias para seus alunos? </strong></p>
<p><strong>Pais, há um espaço de contação de histórias na vida cotidiana de seus filhos? </strong></p>
<p><strong>As histórias escolhidas resgatam um significado mais profundo, despertam a curiosidade, a emoção e enriquecem a vida presente e futura de seus alunos?</strong></p>
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		<title>Resgatar milhas ou ir para a escola?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 22:20:46 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, viajei para o exterior, após o período de férias escolares, e fiquei alarmada com o número de crianças e adolescentes que viajavam a passeio em pleno período escolar com suas respectivas famílias. Viajar é aprender. É uma ótima oportunidade de estabelecer contato com outras culturas e idiomas.</p>
<p>Como faz parte da minha profissão, tenho o hábito de observar as pessoas que estão ao meu redor e, consequentemente, as situações vividas por elas.</p>
<p>Brasileiro gosta de uma conversa, portanto era fácil iniciar um papo com famílias que estavam no restaurante enquanto esperávamos a comida chegar ou no transporte coletivo que nos levava a alguma atração turística.</p>
<p>Entre o assunto relativo ao clima, ao das compras e do entretenimento, fazia questão de perguntar sobre a escola e seus afazeres. Nesse momento, os pais ou filhos tinham a resposta na ponta da língua:</p>
<p>“A aula já começou, mas vir para cá nesse período fica muito mais barato!”</p>
<p>“Em agosto não tem tanta gente e é possível aproveitar mais!”</p>
<p>“No mês de julho, não é possível resgatar as milhas que a companhia aérea oferece!”</p>
<p>“Conversei na escola e ficou tudo acertado. Minha filha trouxe algumas tarefas e ela faz um pouco a cada dia.”</p>
<p>“Sou bom aluno e recupero fácil a matéria que perdi.”</p>
<p>“Pago uma taxa na escola e faço as provas perdidas no dia agendado. Tenho uma segunda chance.”</p>
<p>“Se precisar contratarei um professor particular para resgatar a matéria perdida.”</p>
<p>Durante certo período do ano letivo, extremamente decisivo, pais e instituições escolares autorizam e bancam a ausência do filho/aluno na escola. É fato!</p>
<p>Sou do tempo que faltar na aula era permitido somente em caso de doença ou morte. Família e escola eram mais rigorosas com seus princípios e as regras eram cumpridas sem restrições.</p>
<p>Vivemos na era do consumo e vejo o quanto está difícil fazer escolhas conscientes!</p>
<p>Sabemos que crianças e jovens aprendem aquilo que é ensinado pelas atitudes tomadas. Então&#8230; o que os pais estão ensinando aos filhos? Que visões de mundo estão transmitindo? Que significado tem a escola, hoje, para alunos e famílias? Quais são os prejuízos que o aluno terá faltando às aulas vários dias seguidos? Que ideologia a escola está preocupada em ensinar?</p>
<p>O mundo de hoje pensa no eu, no agora, no desejo e não na necessidade.</p>
<p>Será que nossos futuros profissionais estarão preparados, emocionalmente, para enfrentar uma agenda rígida e saberão honrar um compromisso de trabalho? Serão persistentes e determinados para enfrentar situações do cotidiano corporativo, ignorando o exemplo dado na infância sobre “dar um jeitinho” ou desrespeitar compromissos assumidos?</p>
<p>Eu sei que não são todos os pais que pensam como esses que encontrei nessa viagem, mas antes de reclamar que o jovem de hoje gosta de transgredir as normas, que é um consumidor nato, que desiste com facilidade das atividades que se propõe a fazer e que prioriza a vontade e não a necessidade pense na educação dada aos filhos e nos valores que foram transmitidos a eles.</p>
<p>Talvez seja hora da escola ajudar seus alunos e famílias a se comprometerem com suas escolhas e não só consigo mesmas.</p>
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		<title>Outono / Inverno Brasil 2013</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2013 00:35:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nós brasileiros mudamos de estação! As atitudes dos jovens coloriram o Brasil com novos tons! A rede social foi o meio de comunicação e organização eficaz para as mobilizações e manifestações vividas por todos nós.</p>
<p>Vimos um Brasil questionador, consciente das necessidades sociais, políticas e econômicas.</p>
<p>Somos um país novo e nossa democracia amadurece.</p>
<p>Alguns analistas políticos leem como um movimento novo, diferente das Diretas Já, Caras Pintadas, mas eu acredito que é um processo democrático e com demandas específicas.</p>
<p>As insatisfações foram expressas, os jovens tomaram atitudes e foram apoiados pela sociedade. Valeu o direito de protestar com segurança, o respeito, o dizer não a violência e convocar as autoridades públicas para as suas responsabilidades com a sociedade. O movimento tinha pautas respaldadas por nós brasileiros que cumprimos nossos deveres e obrigações e não estamos sendo atendidos em nossas necessidades.</p>
<p>No inicio, alguns veículos de comunicação só focaram a baderna, mas, depois tomaram ciência do que realmente estava acontecendo. Foi interessante ver esse processo acontecer e, muito rapidamente, os equívocos foram sendo revelados e houve reposicionamentos.</p>
<p>Foi bonito contemplar a bandeira partidária nomeada de “Pacificação”, nascida com o movimento Passe Livre como resposta violenta da polícia.</p>
<p>Que bom que nossos analistas políticos, governantes e instituições brasileiras foram lendo as reivindicações. As resistências surgiram, mas não mais com a mesma força, pois os argumentos foram coerentes. Nossos jovens sabem falar, escrever e se manifestar. O significado das palavras foi dando sentido às atitudes e foi crescendo o posicionamento social e político dos brasileiros.</p>
<p>É bem verdade que alguns cartazes apresentavam erros ortográficos, mas a comunicação estava garantida, pois sabemos o que é bom e o queremos. Ordem e justiça são ingredientes da democracia.</p>
<p>É bem verdade que assistimos situações de medo e vandalismo, mas o que faltou foram atitudes adequadas das instituições responsáveis e treinadas para agir e coibir excessos. Quanta desigualdade social!</p>
<p>Foi interessante ver o povo com seus aparelhos eletrônicos registrar o momento histórico, descobrir e informar o que estava acontecendo, sinalizando que as manifestações eram pacíficas.</p>
<p>O caminho da democracia é irreversível, os protestos estão trazendo mudanças e reposicionamentos sem medo de ser feliz e não mais submetidos aos regimes autoritários.</p>
<p>Não podemos mais silenciar!</p>
<p>Antes tudo era proibido, mas apesar desse tempo ser um passado recente e restar pessoas com velhos costumes, a transformação já está acontecendo.</p>
<p>Bonito foi ver as crianças do Brasil participando desse ensaio democrático! Elas querem mudanças!</p>
<p>Há uma nova ordem! Acertos e atitudes virão por aí!</p>
<p><strong>A não violência é uma escolha que podemos fazer todos os dias? </strong></p>
<p>Leia também texto de Jeanne Callegari ”O poder da não-violência” da Revista Vida Simples, agosto/2013, p. 42 <a href="http://www.revistavidasimples.com.br">www.revistavidasimples.com.br</a></p>
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