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	<title>Arquivos desempenho escolar - Conversando com Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2014 18:11:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade? De acordo com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), o TDAH é um transtorno neurobiológico, com grande participação genética- ou seja, há a possibilidade de ser herdado-, que tem início na infância...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade?</strong></p>
<p>De acordo com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), o TDAH é um transtorno neurobiológico, com grande participação genética- ou seja, há a possibilidade de ser herdado-, que tem início na infância e que pode persistir na vida adulta, comprometendo o funcionamento da pessoa em vários setores. Caracteriza-se por três grupos de alterações: hiperatividade, impulsividade e desatenção.</p>
<p>Dr. Ênio Roberto de Andrade, coordenador do ambulatório de TDAH do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo em uma publicação “Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade: uma conversa com educadores” explica que o diagnóstico da doença deve ser feito por médicos com ou sem auxílio de uma equipe multidisciplinar, que pode ser composta de neuropsicólogo, psicólogo, psicopedagogo e/ou fonoaudiólogo.</p>
<p>O fator principal para qualquer diagnóstico num quadro psiquiátrico é o prejuízo causado à pessoa. Uma criança inquieta, falante, com bom desempenho escolar e relacionamento social adequado não é motivo para diagnosticar com TDAH.</p>
<p><strong> Quais os sintomas e aparecem até que idade? </strong></p>
<p>As crianças apresentam dificuldades de atenção, são inquietas, distraem-se facilmente com qualquer situação e barulho.</p>
<p>É comum escutar dos pais que são hiperatentos quando o assunto é de seu interesse. Esta atenção requer cuidados, pois não filtram o que captam, fixam-se nas informações pontuais.</p>
<p>Não conseguem ficar sentados, falam muito, se mexem muito e também são impulsivos.</p>
<p>Os sintomas podem aparecer até os 12 anos.</p>
<p><strong>Tem cura? </strong></p>
<p>É uma transtorno totalmente tratável.</p>
<p><strong>O tratamento com medicamentos: eficaz ou perigoso? </strong></p>
<p>A parte boa é que existe medicamento (metilfenidato) que causa uma melhora significativa, mas todo remédio tem efeitos colaterais. Se houver um erro de diagnóstico não será possível sentir os benefícios da medicação.</p>
<p><strong> Quais são os efeitos colaterais ao uso da medicação? </strong></p>
<p>Possibilidade de a substância causar dependências, reações adversas no sistema nervoso central, como convulsões, alucinações, ansiedade, surtos de insônia, sonolência, piora na atenção na cognição, surtos psicóticos, alucinações. Algumas pesquisas relacionam-no a casos de suicídio.</p>
<p><strong>Comportamento esperado no mundo globalizado ou diagnóstico de TDAH? </strong></p>
<p>O mundo atual exige que as pessoas tenham raciocínio rápido, atenção múltipla, atue em diversas áreas, façam muitas coisas ao mesmo tempo, estejam sempre on-line e sejam agressivas nas questões comerciais e mercadológicas.</p>
<p>Esses comportamentos esperados nos adultos refletem precocemente nas crianças que assumem agendas sobrecarregadas.</p>
<p><strong>Como a escola pode ajudar uma criança com TDAH? </strong></p>
<p>Oferecer novas abordagens em sala de aula, buscar diferentes estratégias de trabalho, respeitar o critério de número de alunos em sala de aula, olhar para os diferentes jeitos de aprender, respeitar aos diferentes ritmos e velocidade de aprendizagem.</p>
<p><strong>Como os pais podem ajudar uma criança com TDAH?</strong></p>
<p>Observar o filho, coletar informações, analisar o comportamento, a sociabilidade e aprendizado.</p>
<p>Compartilhar com equipe escolar o comportamento do filho/aluno e buscar uma avaliação clínica com profissionais especializados para identificar se a criança tem ou não a doença.</p>
<p>Seguir as recomendações dos profissionais que acompanham a criança.</p>
<p>Os dados citados neste artigo foram extraídos do texto Criança Arteira ou hiperativa? Eis a questão&#8230; de Vagner Apinhanesi – guia escolas sp 2014.</p>
<p><strong>Nossos educadores estão preparados para trabalhar com novas abordagens em sala de aula e atender as crianças do século XXI? </strong></p>
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