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	<title>Arquivos DNA da paternidade - Conversando com Educação</title>
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		<title>DNA da paternidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 17:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é o papel da figura masculina na difícil arte de educar os filhos?</p>
<p>Convivemos, hoje em dia, com aquele pai que trabalha como um louco e sua grande tarefa é ser o provedor da família. Cabe a ele proteger e presentear sua mulher e filhos. Normalmente, esse tipo de pai tem pouco tempo para dedicar-se à família, mas existe a tentativa de suprir essa falta e, para isso, procura agregar pessoas que possam auxiliá-lo a ser um bom pai.</p>
<p>Deparamo-nos, também, com aquele que ocupa 100% o papel de pai. Insiste em cuidar, alimentar, levar a criançada na escola, brincar, estudar junto, comparecer às Reuniões de Pais e Mestres. Pode ou não ser o provedor, mas, certamente, possui disponibilidade maior de tempo que a mãe e, por isso, seu papel de pai tem prioridade.</p>
<p>Tem aquele pai que assume, por si só , a tarefa de criar o filho devido ao rompimento de um casamento ou o início de uma nova união.</p>
<p>O modelo clássico de pai + mãe + filho já não é mais a única estrutura existente. Isso é fato!</p>
<p>Pesquisas revelam que crianças cujos pais dividem as tarefas com as mães têm menos problemas de comportamento nos primeiros anos escolares.</p>
<p>Vários fatores, ao longo dos anos, contribuíram para que os pais tornassem protagonistas na atuação do papel de educar. Aumento nos índices de divórcios, mães que trabalham fora e a convocação da sociedade na efetiva participação do pai são alguns exemplos.</p>
<p>É evidente que encontramos grupos de mães que dividem essa árdua tarefa sem preconceito e com satisfação. Em contra partida, também é possível perceber o grupo de mães que não permite que outra pessoa ocupe o seu lugar, talvez por medo de perda do controle materno.</p>
<p>Seja lá como for, não temos dúvidas que qualquer filho só tem a ganhar com uma adequada participação do pai no contexto familiar. Toda criança aprende com o exemplo dos mais velhos, sendo assim, é de suma importância que haja um modelo de relacionamento em que todas as pessoas cooperam umas com as outras.</p>
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