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	<title>Arquivos É brincadeira de menino ou brincadeira de menina? - Conversando com Educação</title>
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		<title>É brincadeira de menino ou brincadeira de menina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2016 04:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[É brincadeira de menino ou brincadeira de menina?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem uma nem outra. Entenda por que é tão importante deixar que a criança escolha livremente como quer brincar. Menino usa azul e brinca de carrinho; menina gosta de rosa e só liga para bonecas. Convenhamos, essa história não convence mais. Se os adultos já...</p>
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<p>Nem uma nem outra. Entenda por que é tão importante deixar que a criança escolha livremente como quer brincar.</p>
<p>Menino usa azul e brinca de carrinho; menina gosta de rosa e só liga para bonecas. Convenhamos, essa história não convence mais. Se os adultos já estão se livrando dessas camisas de força e assumindo novas funções, por que não permitir que as crianças façam o mesmo? Este é um território, no entanto, ainda repleto de medo e preconceito, como observa a <strong><em>psicóloga Sônia Maria Marcondes Licursi, diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia e uma das autoras do blog Conversando com Educação.</em></strong> Nesta entrevista exclusiva, ela revela como a questão deve ser encarada de frente pelos pais – e todos os benefícios que uma mudança de postura pode proporcionar ao seu filho.</p>
<p><strong>Mulheres já dirigem carros e atuam em profissões de risco, enquanto homens cuidam dos filhos e da casa. No entanto, as brincadeiras ainda têm fronteiras bem definidas. Por quê?</strong></p>
<p>Somos nós, os adultos, que erguemos esse muro. Essa rotulação ainda está ligada ao preconceito. Sem querer, acabamos reproduzindo crenças familiares e sociais de que a brincadeira vai estimular definições sexuais – o que não acontece, uma vez que essa escolha se dá pela interação de fatores biológicos e ambientais bastante diversos e complexos.</p>
<p><strong>Que mensagem os pais passam aos filhos quando limitam suas brincadeiras por questões de gênero?</strong></p>
<p>Impedir a criança de brincar é o mesmo que limitar a construção de suas experiências. E tanto faz se essas limitações são transmitidas de forma direta, como “Não quero que você brinque de boneca”, ou indiretamente. O menino que não pode brincar de boneca, por exemplo, perde a oportunidade de vivenciar situações que serão importantes no futuro, como cuidar carinhosamente do outro, exercendo a função paterna. Se os pais afirmam que brincar de boneca é coisa de menina, essa será a mensagem transmitida: cuidar de crianças é só para mulheres. Da mesma forma, impedir que uma menina brinque de bombeiro passa a mensagem equivocada de que força e coragem não fazem parte do universo feminino.</p>
<p><strong>O que acontece quando a criança tem a chance de pular esse muro?</strong></p>
<p>Quando está livre para explorar suas curiosidades e descobertas, a fim de aproveitar as brincadeiras em todas as suas possibilidades, e quando pode escolher que funções quer dar a cada brinquedo, a criança tem a oportunidade de desempenhar papéis, treinar habilidades criativas, sociais e espaciais, resolver conflitos e muito mais. Brincar de casinha, de boneca ou de carrinho deve fazer parte do universo das meninas e dos meninos por igual. São experiências muito próximas da rotina que as crianças observam nas tarefas dos adultos. Com isso, elas constroem seu universo cognitivo e emocional de forma mais completa.</p>
<p><a href="http://mdemulher.abril.com.br/familia/e-brincadeira-de-menino-ou-brincadeira-de-menina/">http://mdemulher.abril.com.br/familia/e-brincadeira-de-menino-ou-brincadeira-de-menina/ </a></p>
<p><a href="http://www.revistabemfeminina.com.br/conteudo/e-brincadeira-de-menino-ou-brincadeira-de-menina">http://www.revistabemfeminina.com.br/conteudo/e-brincadeira-de-menino-ou-brincadeira-de-menina</a></p>
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