<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos educação - Conversando com Educação</title>
	<atom:link href="https://conversandocomeducacao.com.br/tag/educacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://conversandocomeducacao.com.br/tag/educacao/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 Apr 2022 21:18:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2019/02/favicon.png</url>
	<title>Arquivos educação - Conversando com Educação</title>
	<link>https://conversandocomeducacao.com.br/tag/educacao/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">153750818</site>	<item>
		<title>Lá em casa</title>
		<link>https://conversandocomeducacao.com.br/la-em-casa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=la-em-casa</link>
					<comments>https://conversandocomeducacao.com.br/la-em-casa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 22:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[lá em casa]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://conversandocomeducacao.com.br/la-em-casa/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lá em casa o dia começava cedo. Mamãe, antes de sair de casa para trabalhar, oferecia uma vitamina substanciosa para garantir a alimentação dos filhos. Não tínhamos opção! Era tomar ou tomar. Por volta das nove horas, éramos chamados para tomar o café da manhã....</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/la-em-casa/">Lá em casa</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/pais-e-filhos/hoje-e-dia-de-reuniao-familiar-outra-vez">Lá em casa</a> o dia começava cedo.</p>
<p>Mamãe, antes de sair de casa para trabalhar, oferecia uma vitamina substanciosa para garantir a alimentação dos filhos. Não tínhamos opção! Era tomar ou tomar.</p>
<p>Por volta das nove horas, éramos chamados para tomar o café da manhã. Tinha misto quente feito no tostex, café com leite, gemada, banana amassada com açúcar, leite Ninho e Nescau. Ainda consigo sentir os aromas, os gostos e a alegria de começar o dia.</p>
<p>Se a <a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/tarefa-de-casa-alguma-duvida">lição de casa</a> não estivesse feita, nada de brincadeira. Primeiro a responsabilidade!</p>
<p>O quintal lá de casa era famoso na vizinhança! Era palco de muito jogo de futebol com a turma. Tinham meninos e tinha menina jogando. Era um acontecimento quase que diário! Alguém sempre precisava sair do jogo por causa de algum acidente (joelho esfolado no chão de cimento, dedão do pé sangrando, perna com hematomas&#8230;). Fazia parte da vida! A maleta de primeiros socorros ficava sempre preparada para emergências.</p>
<p>Esse quintal tinha o formato de L. Começava no portão verde e ia até a porta da garagem. Quando pequenos, achávamos  o espaço  largo e longo. Hoje esse espaço não é tão grande como parecia ser! Coisas da idade!</p>
<p>Nesse quintal, teve <a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/pais-e-filhos/bora-tem-festa">festa de aniversário,</a> festa junina, comemoração do Dia das Crianças (o presente era a <a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/brincando-de-brincar">brincadeira </a>com os amigos), batizado de gato, corrida de kart, encontros marcados, conversas no alpendre e balanços na rede.</p>
<p>Nesse quintal, na parede perto da cozinha, tinha pendurada uma lousa. Lá era a minha sala de aula! A brincadeira de escolinha acontecia todos os dias! Meus alunos eram minhas bonecas e meus gatos.  Ainda hoje, tenho a esperança de ter conseguido alfabetizar alguns  desses estudantes! Com certeza, nessa época, minha escolha profissional estava definida.</p>
<p>Nesse quintal, moravam meus <a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/fantasia-de-crianca/">amigos imaginários</a>: Beleléu, Ratite e Lelis. Beleléu (uma árvore) era o amigo mais íntimo. Trocávamos confidências! Quantos segredos revelados! Deixei de ter contatos com eles quando mudamos de casa e de cidade! Não tive sequelas com a separação. Coisas de criança!</p>
<p>Nosso quintal era um lugar muito especial e muito bem frequentado: pais, mães, filhos, irmãos, avós, tios, primos, vizinhos, padre, colegas de escola, gente da cidade e gente que não era da cidade.</p>
<p>Bons tempos! Tempos que aprendi a importância de uma boa alimentação, de entender o quanto é necessário conviver com as pessoas, que para se divertir basta preparar o espírito, que se machucar faz parte da vida, que é preciso valorizar os repertórios de interação, que é preciso assumir responsabilidades, que desafios e frustrações devem ser enfrentados, que crianças experimentam, observam, imitam, exploram e resolvem problemas.</p>
<p>O meu quintal  não foi somente um espaço onde se brincava, nem tão pouco um lugar qualquer, mas um verdadeiro ambiente de aprendizagem.</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/la-em-casa/">Lá em casa</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://conversandocomeducacao.com.br/la-em-casa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1199</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Clique na tecla VÓ</title>
		<link>https://conversandocomeducacao.com.br/clique-na-tecla-vo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=clique-na-tecla-vo</link>
					<comments>https://conversandocomeducacao.com.br/clique-na-tecla-vo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2016 20:33:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[neto]]></category>
		<category><![CDATA[papel dos avós]]></category>
		<category><![CDATA[ser avó]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://conversandocomeducacao.com.br/clique-na-tecla-vo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em uma determinada época da vida, pais praticam um novo papel: tornam-se avós. Geralmente, a chegada de um  neto preenche um espaço que, até então, estava vazio, na casa e no coração dos vovós e vovôs. Os pais dos pais ganham a possibilidade de reviver...</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/clique-na-tecla-vo/">Clique na tecla VÓ</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma determinada época da vida, pais praticam um novo papel: tornam-se avós.</p>
<p>Geralmente, a chegada de um  neto preenche um espaço que, até então, estava vazio, na casa e no coração dos vovós e vovôs.</p>
<p>Os pais dos pais ganham a possibilidade de reviver momentos da infância dos filhos de uma forma mais descontraída e divertida. É ter a chance de criar possibilidades de educar  de um jeito doce e diferenciado.  É saber organizar a vida de uma maneira mais peculiar  e  estabelecer o vínculo  com o neto.</p>
<p>Ter neto dá trabalho, traz responsabilidades, ocupa o tempo.</p>
<p>A companhia de um neto é motivo justificável  para se libertar das obrigações rotineiras . É ter boas razões para priorizar a brincadeira. É não ter pressa  para terminar a conversa. É aproveitar o momento para mostrar como o mundo funciona. É buscar estratégias únicas que ficarão na memória para sempre. É tornar aquela situação comum em algo inesquecível. É ativar os cinco sentidos e aperfeiçoar a escuta, o olhar, o toque, o sabor e a percepção dos aromas.</p>
<p>Visitar a vovó e o vovô  pode ser tão bom quanto saborear um delicioso e preferido sorvete no verão! Conviver com o neto pode ser tão prazeroso quanto viajar pelo mundo!</p>
<p>Ser vovô é buscar neto na escola. É mexer a massa e assar aquele bolo que só tem na casa da vovó. É oferecer aquela mesada  extra. É entender o significado do não e ter aquele afeto disponível guardadinho no coração.</p>
<p>Tomar conta dos netos torna-se uma nova atividade. Ótimo quando os netos chegam e ótimo quando vão embora, pois é preciso  recarregar as energias.</p>
<p>Nem tudo são flores! Vovós precisam estabelecer limites, respeitar decisões, acolher o jeito de ser dos pais, fazer escolhas, facilitar a socialização, delegar responsabilidades,  transmitir valores, contar histórias&#8230; Tudo com muita sabedoria!</p>
<p><a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/pais-e-filhos/exclusivamente-para-voce-ocupe-seu-papel-de-pai/mae">Os pais</a> sozinhos não são os únicos responsáveis pela formação do<a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/novo-papel"> filho</a>. Os avós podem e devem ter um papel complementar nesse cenário. É só exercê-lo de forma coerente e responsável. Aproveite! Os netos crescem e quando menos se espera a função de bisavós vai ser acionada.</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/clique-na-tecla-vo/">Clique na tecla VÓ</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://conversandocomeducacao.com.br/clique-na-tecla-vo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1197</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Coragem: aprender faz parte da vida</title>
		<link>https://conversandocomeducacao.com.br/coragem-aprender-faz-parte-da-vida/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=coragem-aprender-faz-parte-da-vida</link>
					<comments>https://conversandocomeducacao.com.br/coragem-aprender-faz-parte-da-vida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 00:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[aprender]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://conversandocomeducacao.com.br/coragem-aprender-faz-parte-da-vida/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um passeio.Um olhar, uma escuta, um pensamento. Passear sem se preocupar com o que os olhos vão enxergar. O cenário é de um dia lindo, repleto de sol e calorzinho na medida certa. Pessoas&#8230; várias pessoas&#8230; Uma criança corre da onda para fugir do mar...</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/coragem-aprender-faz-parte-da-vida/">Coragem: aprender faz parte da vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um passeio.Um olhar, uma escuta, um pensamento.</p>
<p>Passear sem se preocupar com o que os olhos vão enxergar.</p>
<p>O cenário é de um dia lindo, repleto de sol e calorzinho na medida certa.</p>
<p>Pessoas&#8230; várias pessoas&#8230;</p>
<p><a href="https://conversandocomeducacao.com.br/pais-e-filhos/aprender-com-os-novos-tempos">Uma criança</a> corre da onda para fugir do mar que insiste em pegá-la. Não sabe ainda, mas um dia vai aprender que isso tem a ver com a maré.</p>
<p>Outra criança sai correndo e, sorrindo, faz de tudo para espantar algumas pombas. Até tenta alcançá-las, mas não tem jeito! Aprende a lidar com a sensação de que nem tudo na vida, conseguimos atingir com facilidade.</p>
<p>Uma mãe não pode deixar de responder uma mensagem no WhatsApp. Deve ser urgente&#8230; ou não&#8230; Infelizmente, perde o momento em que o filho descobre que não é possível segurar a água do mar com as mãos por um longo tempo. E olha que ele tenta de todas as formas! O filho até busca argumentar com a mãe que olha, escuta, mas não ouve. Aprende que será preciso se esforçar muito para que o mundo possa ouvi-lo.</p>
<p>Lá, mais adiante, um adulto justifica com a criança que está frio e que tomar sorvete está fora de cogitação. Não sei se tal argumento convence a criança. Está frio para tomar sorvete, mas não está frio para ir à praia, entrar no mar e brincar no sol? Como assim? <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/fui-aprendendo">Aprende</a> que, nem sempre, um argumento tem coerência.</p>
<p>Tem também aquela criança que deseja curtir um pouco mais o momento de fazer um castelo de areia, mas o pai quer ir embora. Até ameaça deixá-la sozinha, mas como toda criança esperta, já teve outras oportunidades de perceber que os pais jamais a deixariam sozinha, então ignora o apelo e continua sua construção na areia. Aprende que quem manda na família é ela e ponto final.</p>
<p>Pai e mãe querem caminhar de mãos dadas. Filho quer aconchego e colinho da mãe. Nada como deixar a mãe só para ele. Aprende que Freud existe!</p>
<p>Moral da história: aprender faz parte da vida. Podemos aprender pela dor ou pelo amor, mas o fato é que tudo o que acontece, de um jeito ou de outro, é motivo para ampliarmos o nosso espaço de conhecimento. Todo adulto tem o dever de ser um bom conhecedor da matéria que ensina. Toda criança é competente o suficiente para aproveitarmos esse potencial de desenvolvimento. Coragem!</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/coragem-aprender-faz-parte-da-vida/">Coragem: aprender faz parte da vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://conversandocomeducacao.com.br/coragem-aprender-faz-parte-da-vida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1191</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brigando com a obrigação</title>
		<link>https://conversandocomeducacao.com.br/brigando-com-a-obrigacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=brigando-com-a-obrigacao</link>
					<comments>https://conversandocomeducacao.com.br/brigando-com-a-obrigacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2016 22:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[normas]]></category>
		<category><![CDATA[regras]]></category>
		<category><![CDATA[valores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://conversandocomeducacao.com.br/brigando-com-a-obrigacao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Recentemente, circulou um artigo de Nelson Barros, no Facebook, dizendo que ninguém é obrigado a nada. O texto dialoga com o leitor, deixando bem claro o quanto não precisamos ter e nem fazer coisas que não são importantes para nós. Não precisamos fazer o que...</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/brigando-com-a-obrigacao/">Brigando com a obrigação</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, circulou um artigo de Nelson Barros, no Facebook, dizendo que ninguém é obrigado a nada.</p>
<p>O texto dialoga com o leitor, deixando bem claro o quanto não precisamos ter e nem fazer coisas que não são importantes para nós.</p>
<p>Não precisamos fazer o que não queremos. Não precisamos gostar de coisas só porque muita gente diz gostar.</p>
<p>Pensando nessa ideia, é comum depararmos com pessoas que travam uma luta interna porque se obrigam a serem felizes o tempo todo e a terem sucesso, ininterruptamente, porque é assim que dizem que tem que ser e viver no mundo atual.</p>
<p>Agora, vamos encaminhar a conversa para o espaço escolar!</p>
<p>O que um aluno <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/pais-e-filhos/bullying-virtual-como-agir">não é obrigado a fazer</a>?</p>
<p>Vamos lá! O aluno não é obrigado a ridicularizar o colega só porque todo o grupo faz questão de hostilizá-lo, seja porque alguém é gordo ou magro demais.</p>
<p>Nenhum aluno é obrigado a dançar só porque a escola promove uma festa folclórica no mês de junho.</p>
<p>Não é obrigado a reivindicar certas questões só porque <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/por-que-o-adolescente-e-tao-chato">adolescentes</a> têm fama de serem contestadores.</p>
<p>Não é obrigado a rebater a ofensa só porque o pai mandou.</p>
<p>Não é obrigado a entrar numa <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/e-preciso-prevenir-dicas-para-pensar-sobre-o-problema-de-bullying-nas-escolas">briga</a> só para provar aos colegas que é “durão&#8221; e que não faz parte da turma dos bobões da classe.</p>
<p>Não é obrigado a deixar de brincar com coisas que alguém determinou que é brinquedo de menina(o).</p>
<p>Ninguém é obrigado a aceitar normas se o <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/e-por-falar-em-conflito">princípio da regra</a> não estiver claro.</p>
<p>Ninguém é obrigado a permanecer na escola se as propostas educacionais e pedagógicas não estiverem de acordo com os valores familiares.</p>
<p>Menina(o) não é obrigada a brincar só com meninas(os).</p>
<p>Meninos não são obrigados a gostarem da merenda que a escola oferece.</p>
<p>Gosta muito de estudar? Sim? Então vá! Alguém vai te rotular de “CDF, “nerde” ou qualquer outra nomenclatura. Sem problema!</p>
<p>Podem acreditar que é impossível ser feliz só porque fazemos coisas que somos obrigados a fazer.</p>
<p>Termino o artigo parafraseando Nelson Barros “Se for para ser obrigado, nem feliz você precisa ser”.</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/brigando-com-a-obrigacao/">Brigando com a obrigação</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://conversandocomeducacao.com.br/brigando-com-a-obrigacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1187</post-id>	</item>
		<item>
		<title>“NANANINANÃO”</title>
		<link>https://conversandocomeducacao.com.br/nananinanao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nananinanao</link>
					<comments>https://conversandocomeducacao.com.br/nananinanao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2014 18:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[crianças onipotentes]]></category>
		<category><![CDATA[cuidar]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[limites]]></category>
		<category><![CDATA[pais permissivos]]></category>
		<category><![CDATA[poder sobre o filho]]></category>
		<category><![CDATA[resgatar autoridade]]></category>
		<category><![CDATA[respeito]]></category>
		<category><![CDATA[suportar o não]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://conversandocomeducacao.com.br/nananinanao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>As crianças de hoje não são educadas para suportar o NÃO. No meu tempo de infância, bastava o olhar dos pais e o filho não tinha outra opção a não ser obedecer. Eu sei que era uma época em que os pais tinham que ser...</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/nananinanao/">“NANANINANÃO”</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As crianças de hoje não são educadas para suportar o NÃO.</p>
<p>No meu tempo de infância, bastava o olhar dos pais e o filho não tinha outra opção a não ser obedecer. Eu sei que era uma época em que os pais tinham que ser autoritários e os filhos não tinham querer. Talvez seja por isso que os filhos desses pais, que sofreram tanto com essa fórmula de educação, tornaram-se pais extremamente permissivos, como uma resposta de negação em relação ao método utilizado.</p>
<p>Nos dias de hoje, é comum vermos crianças acreditando que são onipotentes e podem tudo. Podem brigar de igual para igual com os adultos, podem gritar até convencerem os pais e avós a cederem, fazendo prevalecer suas vontades, podem usar diversos artifícios para tentarem convencer as pessoas que elas não estão prontas para serem frustradas e, nessa guerra vale tudo!</p>
<p>Felizes são aqueles que têm a coragem de usar, sabiamente, o poder de pais soberanos e abrem espaços para que seus filhos exprimam seus sentimentos de maneira socialmente aceitável.</p>
<p>Estabelecer limites é respeitar a criança de hoje e o adulto de amanhã.</p>
<p>Educar não é uma tarefa fácil!</p>
<p>Um dia, durante o período de férias escolares, estava eu na fila de uma atração num parque de diversão e na minha frente havia um casal com dois filhos. O mais velho aparentava ter uns dez anos e demonstrava grande interesse em vencer uma fase de um jogo acessado em seu celular.</p>
<p>Já o mais novo, de aproximadamente seis anos, não conseguia parar quieto um minuto sequer. Andava de um lado para o outro naquele pequeno espaço de circulação, esbarrava em todo mundo, pisava nos pés das pessoas, mexia nas correntes que delimitavam a fila, provocava o irmão e não tinha a mínima percepção do quanto estava inconveniente.</p>
<p>A mãe, muito cansada com a postura inquieta do filho, esperava uma atitude mais efetiva do pai que também só teve força para dizer: “Sossega! Se você não ficar quieto vai sair do brinquedo e vai para o hotel agora!” E é claro que nada aconteceu. Nem ele ficou quieto e nem a família o levou para o hotel! O garoto continuou perturbando todo mundo.</p>
<p>Conclusão: pai e mãe se eximiram das responsabilidades de educar, de cuidar, de fazer prevalecer suas opiniões e de respeitar as pessoas.</p>
<p>O que se viu foram pais desautorizados, pois a fala deles foi totalmente ignorada. E nessa história, mais uma vez o garoto teve a confirmação que para ele limites não existem e tudo é permitido, inclusive incomodar quem quer que fosse.</p>
<p>E é isso que não pode acontecer! Pais não podem perder o poder sobre o filho e achar que só com ameaças, que não são cumpridas, é possível resgatar a autoridade.</p>
<p>Educar dá mais trabalho do que simplesmente cuidar. Filhos precisam aprender o que pode, o que não pode fazer e nesse processo é preciso incluir critérios de valor.</p>
<p>A criança que desrespeita o “não” dos pais tende a desrespeitar o “não” de outras pessoas. Essa criança vai crescer e se tornará que tipo de pessoa?</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/nananinanao/">“NANANINANÃO”</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://conversandocomeducacao.com.br/nananinanao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">980</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
