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	<title>Arquivos Encontro com o gigante - Conversando com Educação</title>
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		<title>Encontro com o gigante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2016 05:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro com o gigante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escultura de Ron Mueck &#8220;O mundo ao qual as crianças são apresentadas não é do seu número, o que as leva a um modo peculiar de cognição&#8221;. O pensamento de Diana Corso faz um convite para nossa imaginação com o objetivo de tornarmos mais felizes...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escultura de Ron Mueck</p>
<p>&#8220;O mundo ao qual as crianças são apresentadas não é do seu número, o que as leva a um modo peculiar de cognição&#8221;. O pensamento de Diana Corso faz um convite para nossa imaginação com o objetivo de tornarmos mais felizes nos diálogos com as crianças.</p>
<p>A autora traz uma metáfora, &#8221; A casa do gigante&#8221; e a nomeia de instalação, e diz que é um lugar para ser visitado por nós adultos e nos convida para espiarmos um cômodo dessa casa. Comecemos observar a partir do nosso tamanho, com a nossa experiência sensorial e lúdica para que possamos entender as crianças.</p>
<p>O que vemos e o que sentimos? Somos pequenos diante do gigante? Vemos o que? Pernas, sapatos, barras de saias e os sons viriam de cima. Qual a sensação?</p>
<p>Podemos construir ideias do que vem de cima? Ver partes de cenas, frases&#8230;e assim vamos montando hipóteses, tentando decifrar e compreender o que acontece na casa do gigante. Quantos de nós na infância buscávamos cantinhos, espaços ou formas de brincar que nos encolhiam e nos mantinham introspectivos e voltados para encontros, brincadeiras conhecidas e repetidas! Sonhos, imaginação e devaneios.</p>
<p>É com esta experiência que podemos nos aproximar e conversar com as crianças. Um papo sério que ajuda o desfecho do mundo oferecido. É a partir da expressão da criança, da nossa experiência e de considerações com a nossa criança interna que compreendemos o que está acontecendo com a criança.</p>
<p>Portanto, na casa do gigante, falar alto olhando para baixo pode não dar certo. Colocar a criança para sua altura, efeito guindaste, a resposta só pode ser de passividade diante do medo e do desconhecimento. Movimentar o corpo e oferecer os braços para um encontro com a criança, para que ela possa ver do alto, olhar a situação de outro campo e se sentir segura afetivamente para se expressar, pode ser uma boa perspectiva. Sentar ao lado e ancorar, oferecer a troca de olhares, proporcionar um encontro para o entendimento, uma aprendizagem.</p>
<p>Diana reflete: &#8220;Na relação entre gigantes e pequeninos há uma dança de corpos,um jogo de olhares, um esforço de encontro que precisa vencer o desajuste de tamanhos, de visões&#8221;.</p>
<p>Outra experiência significativa para a autora foi a exposição do escultor australiano Ron Mueck e seus gigantes hiper -realistas que é visitada mundialmente por muitas pessoas e acredita que motivadas por sensações e vivências já conhecidas pelos observadores.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<strong> Diana Corso &#8211; tomo conta do mundo &#8211; conficções de uma psicanalista </strong><br />
<strong>A casa do gigante- vida simples &#8211; julho 2015</strong></p>
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