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	<title>Arquivos Folha de São Paulo - Conversando com Educação</title>
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		<title>Medos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2013 19:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[abrigo a seu filho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E se o meu filho acordar com medo durante a noite? Como lidar com o medo da vergonha moral, do ridículo, da perda do amor de uma pessoa querida? Francisco Daudt ,psicanalista, médico e escritor escreveu sobre  isso. “Angústia é medo. A origem grega da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E se o meu filho acordar com medo durante a noite? Como lidar com o medo da vergonha moral, do ridículo, da perda do amor de uma pessoa querida?</p>
<p>Francisco Daudt ,psicanalista, médico e escritor escreveu sobre  isso.</p>
<p>“Angústia é medo. A origem grega da palavra significa &#8220;aperto&#8221;, coisa que nos acontece no peito (e em outras partes) quando o medo bate.</p>
<p>Há medos que já vêm embutidos em nossos programas de base, inscritos no cérebro pela genética, frutos de antepassados que viveram o bastante para procriar, e foram os medos que os salvaram.</p>
<p>Esses medos de raiz (escuridão, confinamento, altura, insetos voadores, répteis -cobra, principalmente) não se desligam.</p>
<p>Coisas muito mais perigosas, como automóveis, não produzem medo algum, apesar de eu nunca ter conhecido ninguém que morreu de cobra, e vários que morreram de acidente de carro e moto.</p>
<p>Mas sabê-los parte da natureza humana é muito útil. Escuro, por exemplo. Achar que o certo é a criança dormir sozinha no escuro de seu quarto, e que, se ela tiver medo é porque tem problemas, é um erro. Serviu para os britânicos que não podiam se apegar às famílias, para servir nas colônias. Até então a humanidade dormiu junta, perto do fogo.</p>
<p>Por isto, vai minha forte recomendação: dê direito de abrigo a seu filho no seu quarto, se ele acordar com medo durante a noite. Num colchonete ao lado, que criança na nossa cama é um aborrecimento.</p>
<p>Outra: se você acordar durante a noite, não pense em problemas nem em providências para o dia seguinte. Eles são muito piores no escuro. Trate de pensar em algo agradável, como um devaneio erótico.</p>
<p>Mas a cultura sofisticou nossos medos em novas formas. Temos medo da ameaça física, da vergonha moral, do ridículo, do banimento social, da perda do amor das pessoas queridas, das &#8220;sifudências&#8221; em geral (virar velho pobre, por exemplo), da nossa autocrítica, da morte imaginada (sempre pior que a real), e do sentimento de culpa.</p>
<p>Este último merece um olhar especial, pois se transformou no instrumento de dominação mais eficiente que a espécie já inventou.</p>
<p>Você pode fazer com que alguém se ajoelhe sob a ameaça de um revólver. Mas com a culpa, você fará com que a pessoa peça para se ajoelhar diante de você. Imbatível!</p>
<p>O que é o sentimento de culpa? Para tê-lo, precisamos trazer na cabeça modelos e antimodelos. Ideais de perfeição a que deveríamos atingir, e horrores absolutos de seres que são o fim da picada.</p>
<p>É preciso ter crenças irrealistas, portanto, que nos fazem ficar sempre devendo ao mundo e ameaçados de nos parecer horríveis.</p>
<p>Pense numa mulher que tem na cabeça a mãe ideal (modelo) e a mãe desalmada (antimodelo). A primeira é inatingível. E se trabalha fora, então? Ela vai se imaginar a desalmada, o horror absoluto, e vai tentar &#8220;compensá-los&#8221; quando chegar em casa.</p>
<p>Os filhos detectam essa fragilidade e passam a abusar desse poder enorme que têm sobre elas, tornando as mães em seus videogames favoritos, fazendo assim que ela perca a mais importante ferramenta da educação, a autoridade.</p>
<p>Podem argumentar que é o amor. Conversa fiada. Primeiro vem a autoridade, depois vem o bom gerenciamento. Eles abrem espaço para sentir amor, pois o que se faz por culpa é penitência (para alívio da culpa), não é amor.”</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/franciscodaudt/2013/09/1343458-medos.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/franciscodaudt/2013/09/1343458-medos.shtml</a></p>
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		<title>BRIGAS E DESENTENDIMENTOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 22:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[brigas]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[desentendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Rosely Sayão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convidamos a leitura do artigo Brigas e Desentendimentos, da psicóloga Rosely Sayão, com o intuito de refletirmos sobre a qualidade das relações estabelecidas pela criança no ambiente em que interage. BRIGAS E DESENTENDIMENTOS “Muitos pais querem saber que atitudes tomar quando o filho se desentende...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Convidamos a leitura do artigo Brigas e Desentendimentos, da psicóloga Rosely Sayão, com o intuito de refletirmos sobre a qualidade das relações estabelecidas pela criança no ambiente em que interage.</p>
<p><strong>BRIGAS E DESENTENDIMENTOS </strong></p>
<p>“Muitos pais querem saber que atitudes tomar quando o filho se desentende com amigos ou colegas, quando chega em casa com marcas de briga, quando tem o costume de dirigir palavrões aos outros, quando se queixa de ter sido humilhado pelos colegas etc.</p>
<p>É&#8230; a convivência entre as crianças não está nada fácil. Muitas brigam por qualquer coisa, ofendem colegas com a maior facilidade e, quando provocadas, revidam à altura. Elas brigam na escola, na casa dos colegas, nos passeios que fazem juntos. Brigam com irmãos e, até mesmo, com os que consideram seus melhores amigos e, depois, pedem desculpas, às vezes obrigadas. Mas não parece que ficam, verdadeiramente, sentidas pelo que fizeram porque logo repetem o feito, que aparenta já fazer parte de sua rotina.</p>
<p>Muitos pais querem encontrar medidas eficazes para conter essas atitudes, mas, talvez, não sejam sanções, castigos e punições aquilo de que as crianças precisam. O melhor seria que tivessem exemplos dos adultos e que estes alterassem sua abordagem com as que se envolvem em confrontos.</p>
<p>Um dos motivos para tantas brigas pode ser a falta de tato resultante do pouco aprendizado no convívio com pessoas próximas. Muitos pais costumam manifestar amor aos filhos com beijos e abraços, elogios em profusão e muitos presentes, isso sem falar na dedicação à gestão da vida dos filhos, o que tem sido bem desgastante! Boa parte do tempo que os pais têm para dedicar ao filho é gasto nisto: levar, buscar, acompanhar o estudo, checar do que mais ele precisa etc.</p>
<p>Ao contrário do que costumamos pensar, o tempo que os pais têm disponível para os filhos é grande. O problema é como ele tem sido usado, já que os adultos são imersos em uma vida individualista, sem disponibilidade interna para o outro. Por isso, quando pais e filhos estão juntos, nem sempre os afetos e a consideração entre eles são prioridade.</p>
<p>Por outro lado, as relações familiares horizontais e verticais têm sido suprimidas no nosso estilo de vida. As crianças não convivem mais – ou convivem pouco – com seus parentes, por exemplo, o que torna as relações com os pais quase únicas no aprendizado de fazer parte de um grupo.</p>
<p>Por isso, faltam às crianças oportunidades para experimentar relações com pessoas com as quais descobrem ter pouca afinidade e com quem nem sempre se dão bem. E é justamente nessas situações que poderiam aprender que, para conviver, é preciso ter consideração pelo outro, relevar e fazer concessões.</p>
<p>Finalmente: quando os filhos se envolvem em brigas, vale mais desvalorizar o fato do que procurar saber quem tinha razão. Se houver briga, foi porque todos participaram, portanto, ninguém está certo.</p>
<p>Se nos dedicarmos a ensinar aos mais novos, em família e na escola, que é preciso a contenção individual para o bem comum e que isso é o que promove uma vida boa, eles aprenderão a melhorar e controlar seus impulsos em favor do equilíbrio da vida em grupo”.</p>
<p>Rosely Sayão -Folha de S. Paulo – 13/11/08 / Equilíbrio</p>
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