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	<title>Arquivos fonoaudiologia - Conversando com Educação</title>
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		<title>Que mundo é esse?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 19:00:25 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco contato visual, movimentos repetitivos, nenhuma ou pouca sociabilidade, autismo&#8230; Que mundo é esse?</p>
<p>Estava eu num consultório médico e, ao meu lado, sentou-se uma mãe com o filho aparentando ter entre seis e sete anos que, aliás, estava muito entretido com o seu <em>tablet</em>.</p>
<p>Observando-os, percebi que o pequeno apresentava características bem específicas. Foi bonito ver a mãe buscando diferentes formas de comunicação com seu filho, apesar da dificuldade dele em manter contato visual com qualquer pessoa.</p>
<p>Num determinado momento, essa criança se irritou com um som externo relativamente alto. A mãe, muito habilidosa e um pouco constrangida em relação às pessoas que estavam na sala, conseguiu acalmá-lo e, gradativamente, o pequeno foi retomando sua tarefa. Logo seus dedinhos estavam tocando a tela do <em>tablet</em> outra vez.</p>
<p>Tal cena me fez resgatar momentos vividos na escola como orientadora educacional. Por alguns anos, trabalhei com crianças portadoras da síndrome de asperger, transtorno global do desenvolvimento do espectro autista.</p>
<p>O contato família/ escola e a disponibilidade dos pais em buscar respostas para os nossos questionamentos, foi fundamental para seguirmos um caminho.</p>
<p>Para evitarmos, ao máximo, o sofrimento da própria criança e de todos que conviviam com ela era preciso fazer escolhas.</p>
<p>Tomar medicação? Terapia comportamental? Psicanálise? Oficina de teatro? Pet terapia? Fonoaudiologia? Trabalho multidisciplinar?</p>
<p>Analisar prós e contras de cada procedimento faz parte do processo de cuidados com a criança autista.</p>
<p>A psicanálise procura não focar os sintomas e tem como objetivo fazer com que a criança consiga compartilhar emoções e entender o que outras crianças sentem. A terapia comportamental consiste numa série de práticas visando à integração social a partir da repetição, do reforço das convenções, das orientações sobre o que se pode ou não fazer ( Folha de S. Paulo &#8211; Saúde + Ciência -17/06/2013 ).</p>
<p>Cada caso é um caso, mas ao longo da minha trajetória profissional, percebi que resultados mais rápidos e visíveis foram alcançados, todas as vezes que a terapia comportamental foi a escolhida.</p>
<p>O trabalho com crianças autistas é sempre desafiante e severamente encantador. Gosto de lembrar especialmente de um menino correndo para a minha sala querendo um papo, uma atenção ou uma “briga” por não querer experimentar ou participar de algo proposto pela escola. Enfim, ele buscava um refúgio.</p>
<p>A marca ficou registrada! Fui acionada e minha inquietação impulsionou a apreciar os diferentes aromas desse mundo tão especial vivido pelas crianças autistas e pelas pessoas que as acompanhavam nessa árdua tarefa de educar.</p>
<p>Leia também o artigo “Empresário criou ONG que ajuda famílias com crianças autistas” – Revista Veja São Paulo, 24/07/13</p>
<p><a href="http://vejasp.abril.com.br/materia/paulistano-nota-dez-hermelindo-oliveira">http://vejasp.abril.com.br/materia/paulistano-nota-dez-hermelindo-oliveira</a></p>
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