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	<title>Arquivos identidade - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos identidade - Conversando com Educação</title>
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		<title>Afinal, qual é o seu nome?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 23:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria, João, José&#8230; Todos nós possuímos um nome que é garantido pela nossa legislação e recebido oficialmente após o nosso nascimento. Mas e quando o nosso nome não é o nome oficial? Calma! Deixe-me explicar. A história que vou contar é verídica e qualquer semelhança...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Maria, João, José&#8230; Todos nós possuímos um nome que é garantido pela nossa legislação e recebido oficialmente após o nosso nascimento.</p>
<p>Mas e quando o nosso nome não é o nome oficial? Calma! Deixe-me explicar. A história que vou contar é verídica e qualquer semelhança é mera coincidência.</p>
<p>O nome verdadeiro da minha mãe, aquele que consta em todos os documentos, não é o mesmo em que ela se intitula ou responde a chamados prontamente.</p>
<p>A mãe do meu avô era chamada de Márcia, porém o seu verdadeiro nome era Maximília. Coisa de italiano vivendo no Brasil. No dia em que minha mãe nasceu, filha primogênita, merecia receber o mesmo nome que a avó paterna. Aí começou a confusão. .</p>
<p>Márcia, minha mãe, nasceu, cresceu e foi para escola. Num belo dia, recebeu um recado da secretaria escolar que era preciso apresentar uma certidão de nascimento, pois estava ingressando no ginásio. E como pode ser esperada, a curiosidade falou mais forte. Ao ler o documento que estava em seu poder descobriu que Márcia não era seu verdadeiro nome. Ficou brava, esbravejou, negou e pediu explicações aos pais, mas naquela época, pouca atenção recebeu.</p>
<p>Por muito tempo, sentiu vergonha do seu nome, tentou ignorá-lo, mas lá estava registrado em todos os documentos: Maximília!</p>
<p>Encenar a mesma história da sua avó? Viver com um nome que não lhe pertencia?</p>
<p>Essas indagações a acompanharam ao longo da sua vida e, do jeito que foi possível, procurou assimilar esse dilema. Posso até desconfiar que a vida auxiliou um pouco.</p>
<p>No dia em que nasceu seu primeiro filho, o nome já estava escolhido. Qual? Eu respondo: Márcio. E para finalizar a história com chave de ouro, meu irmão Márcio casou-se com uma mulher, que por incrível que pareça, chama-se Maximiliana.</p>
<p>Será que Freud explica? Se explica eu não sei, mas essa foi uma bela maneira de resgatar a sua identidade.</p>
<p>Quanta história pode ter um nome!</p>
<p>O nome próprio concretiza a expectativa que os pais depositam no filho. Tem nome forte, o bem-humorado, o que honra alguém muito especial, o da pessoa famosa e o repetido do pai, da mãe, da avó&#8230;</p>
<p>Seja como for é uma marca que está repleta de história, sentimentos, memória, afetividade e, todas às vezes que somos nomeados, tudo isso vem à tona, seja de forma consciente ou inconsciente.</p>
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		<title>O inicio de cada ano é sempre marcado por inovações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 00:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[aprender]]></category>
		<category><![CDATA[aulas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-vindo]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[ideias de estudante]]></category>
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		<category><![CDATA[ler e escrever]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro dia de aula]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[refletir]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Alves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos Professores Educadores em 2014, O inicio de cada ano é sempre marcado por inovações. Sendo assim, vamos iniciar a nossa reflexão a partir da frase de Rubem Alves: “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos Professores Educadores em 2014,</p>
<p>O inicio de cada ano é sempre marcado por inovações.</p>
<p>Sendo assim, vamos iniciar a nossa reflexão a partir da frase de Rubem Alves: “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais&#8230;”</p>
<p>Belas palavras que alegram nossas almas e envaidecem o nosso ser.</p>
<p>Rubem Alves nos faz bem! A leitura de seus textos e poesias encanta e nos convoca a refletir e aprender com a magia de suas palavras.</p>
<p>Essa frase nos coloca em bons lugares! Recordamos o tempo de escola, o quanto era gostoso, curtir as férias, preparar o material escolar para o ano que se iniciava, viver a expectativa do re-encontro com professores e amigos, experimentar as novidades, escutar as novas aulas, ter que enfrentar o que não estava previsto pelas nossas ideias de estudante, sentir um frio na barriga pelo desconhecido e poder contar com a presença de uma palavra amiga.</p>
<p>Ah! Faz-nos pensar também como formamos a nossa identidade estudantil e profissional. Chegamos à sala de aula como aluna e nos tornamos professora. Do brincar, aprender a ler e escrever ao tempo dedicado à preparação das aulas e a construção de um trabalho. Foi preciso estudar, pensar e avaliar cada passo, buscar novas possibilidades e caminhos. Aprendemos a ver o mundo com olhos de criança, adolescente e, finalmente, como adulto foi possível reunir os conhecimentos adquiridos e transformá-los em experiência.</p>
<p>Nossa! O reconhecimento dos alunos, pais, professores e equipe educacional foi fundamental para fortalecer o vínculo com a Educação.</p>
<p>A importância do acolhimento no primeiro dia de aula nos coloca em lugares distintos e de destaque na escola. Atitudes assim farão a diferença no que se refere à renovação das ideias educacionais.</p>
<p>Portanto, bem vindos! O blog Conversando com Educação é uma experiência viva do exercício da imortalidade do Professor Educador. Estamos com vocês em 2014, que valorizam e reconhecem o significado da magia das palavras.</p>
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