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	<title>Arquivos memória - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos memória - Conversando com Educação</title>
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		<title>Glória, hoje é para você&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2014 22:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[casa paraibana]]></category>
		<category><![CDATA[festa de aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Junina]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Lya Luft e Conversando com Educação]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[saudade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste final de semana vivi muitas emoções . Uma festa junina. Uma festa do aniversário de uma amiga. Fui presenteada com as festas e com o livro de Lya Luft o tempo é um rio que corre. Olhei para o céu e vi especialmente uma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste final de semana vivi muitas emoções . Uma festa junina. Uma festa do aniversário de uma amiga. Fui presenteada com as festas e com o livro de Lya Luft o tempo é um rio que corre. Olhei para o céu e vi especialmente uma estrela brilhar.</p>
<p>Silenciei e iniciei a leitura do livro na noite de sábado. Procurava algo que fizesse sentido para os desafios que a vida me apresentava no mesmo dia.</p>
<p>A leitura foi me encantando e me estimulou visitar as casas guardadas na minha memória. No comentário da capa do livro: “Tudo passa e nada passa nessas águas que fluem, transformam e fazem crescer”, encontrei algum sentido para o meu final de semana.</p>
<p>Adoro festa junina, faz parte da minha vida de educadora nas escolas. Sempre gostei da riqueza deste encontro com os temas da nossa terra e das músicas, os ensaios, a preparação. E foi muito bom estar nesta festa, ter sido convidada por sobrinhos e ver um dos meus sobrinhos netos dançar e cantar a música Arrasta-Pé de Dominguinhos.</p>
<p>Sinto-me feliz nos encontros com a família e com amigos. Boas conversas, brincadeiras e comidas boas, com sabor e a especialidade dos donos da casa.</p>
<p>Entre uma festa e outra recebi a notícia de que minha amiga Gloria havia se despedido desta vida. Pensei muito e queria estar lá e vê-la pela última vez, mas refleti em silêncio, já havia acontecido. Não poderia mais vê-la.</p>
<p>O livro que ganhei somou aos acontecimentos do final de semana. Pensei em minha história de vida e comecei abrir as casas que habitei e visitar o que trago hoje com todas as contradições do tempo. Refleti sobre o que morreu em mim e o que está eternizado.</p>
<p>Então fiz o movimento no domingo, telefonei para as filhas de minha amiga e para outras amigas do nosso circulo de amizade, que vem há trinta anos. Morei em João Pessoa dois anos e essas amizades perduram até hoje.</p>
<p>Abri a porta da casa paraibana e com isso muita emoção, a memória e a saudades dos bons tempos, das nossas conversas, e das crianças pequenas. Éramos mães de primeira viagem e a amiga Glória, a mais experiente, as suas filhas já eram moças, tinha sempre o que nos contar. As filhas já crescidas, delicadas e amorosas com nossos filhos. Lembrei-me dos encontros na casa da praia em Camboinhas e as deliciosas comidinhas preparadas por ela e suas filhas&#8230; Os bolos e os doces&#8230; sinto o sabor de cada um&#8230;São amigas talentosos na arte de receber bem e na amorosidade.</p>
<p>Com essas lembranças pensei que o céu está em festa e hoje tenho mais uma estrela no céu. Olharei sempre para o céu e a verei brilhar.</p>
<p>E todas às vezes que eu estiver recebendo amigos ou fazendo meus trabalhos manuais, lembrarei de você Glória, com seus deliciosos quitutes, com a perfeição e beleza dos seus bordados e costuras.</p>
<p>Parafraseando Lya Luft: “ A vida é uma casa que construímos com as próprias mãos, criando calos, esfolando joelhos, respirando poeira. Levantamos alicerces, paredes, aberturas e telhado. Podem ser janelas amplas pra enxergar o mundo, ou estreitas para nos isolarmos dele. Pode haver jardins, pátio, por pequenos que sejam, com flores, com balanços, para a alegria; ou só com lajes frias, para melancolia”, visito em meu coração os jardins, as flores, a dor da distância e os bons momentos vividos eternizados.</p>
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		<title>Afinal, qual é o seu nome?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 23:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[nome]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria, João, José&#8230; Todos nós possuímos um nome que é garantido pela nossa legislação e recebido oficialmente após o nosso nascimento. Mas e quando o nosso nome não é o nome oficial? Calma! Deixe-me explicar. A história que vou contar é verídica e qualquer semelhança...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Maria, João, José&#8230; Todos nós possuímos um nome que é garantido pela nossa legislação e recebido oficialmente após o nosso nascimento.</p>
<p>Mas e quando o nosso nome não é o nome oficial? Calma! Deixe-me explicar. A história que vou contar é verídica e qualquer semelhança é mera coincidência.</p>
<p>O nome verdadeiro da minha mãe, aquele que consta em todos os documentos, não é o mesmo em que ela se intitula ou responde a chamados prontamente.</p>
<p>A mãe do meu avô era chamada de Márcia, porém o seu verdadeiro nome era Maximília. Coisa de italiano vivendo no Brasil. No dia em que minha mãe nasceu, filha primogênita, merecia receber o mesmo nome que a avó paterna. Aí começou a confusão. .</p>
<p>Márcia, minha mãe, nasceu, cresceu e foi para escola. Num belo dia, recebeu um recado da secretaria escolar que era preciso apresentar uma certidão de nascimento, pois estava ingressando no ginásio. E como pode ser esperada, a curiosidade falou mais forte. Ao ler o documento que estava em seu poder descobriu que Márcia não era seu verdadeiro nome. Ficou brava, esbravejou, negou e pediu explicações aos pais, mas naquela época, pouca atenção recebeu.</p>
<p>Por muito tempo, sentiu vergonha do seu nome, tentou ignorá-lo, mas lá estava registrado em todos os documentos: Maximília!</p>
<p>Encenar a mesma história da sua avó? Viver com um nome que não lhe pertencia?</p>
<p>Essas indagações a acompanharam ao longo da sua vida e, do jeito que foi possível, procurou assimilar esse dilema. Posso até desconfiar que a vida auxiliou um pouco.</p>
<p>No dia em que nasceu seu primeiro filho, o nome já estava escolhido. Qual? Eu respondo: Márcio. E para finalizar a história com chave de ouro, meu irmão Márcio casou-se com uma mulher, que por incrível que pareça, chama-se Maximiliana.</p>
<p>Será que Freud explica? Se explica eu não sei, mas essa foi uma bela maneira de resgatar a sua identidade.</p>
<p>Quanta história pode ter um nome!</p>
<p>O nome próprio concretiza a expectativa que os pais depositam no filho. Tem nome forte, o bem-humorado, o que honra alguém muito especial, o da pessoa famosa e o repetido do pai, da mãe, da avó&#8230;</p>
<p>Seja como for é uma marca que está repleta de história, sentimentos, memória, afetividade e, todas às vezes que somos nomeados, tudo isso vem à tona, seja de forma consciente ou inconsciente.</p>
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		<title>Um lugar de doces recordações e grande aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 23:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[como ser]]></category>
		<category><![CDATA[como viver]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[jardim de infância]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<category><![CDATA[professora]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Fulghum]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo o que eu devia saber na vida aprendi no Jardim de Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uniforme, lápis de cera, cadernos para desenhar, lanche, parquinho, sala de aula repleta de crianças&#8230; Fase do choro, fase da melhor amiga, fase da disputa, fase do amor pela professora&#8230; Tudo guardadinho na memória! Quantos cheiros! Quantas lembranças de infância! Isso é escola. Um lugar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uniforme, lápis de cera, cadernos para desenhar, lanche, parquinho, sala de aula repleta de crianças&#8230; Fase do choro, fase da melhor amiga, fase da disputa, fase do amor pela professora&#8230; Tudo guardadinho na memória! Quantos cheiros! Quantas lembranças de infância!</p>
<p>Isso é escola. Um lugar de doces recordações e grande aprendizagem!</p>
<p>Robert Fulghum, um filósofo da vida cotidiana, elege o Jardim de Infância como um espaço nobre de descobertas e prazeres. É nesse lugar que nós aprendemos como viver, o que fazer e como ser. Confira!</p>
<p>“Tudo o que eu devia saber na vida aprendi no Jardim de Infância:</p>
<p>1- Dividir tudo com os companheiros.</p>
<p>2- Jogar conforme as regras do jogo.</p>
<p>3- Não bater em ninguém.</p>
<p>4- Guardar os brinquedos onde os encontrava.</p>
<p>5- Arrumar a “bagunça” que eu mesmo fazia.</p>
<p>6- Não tocar no que não me pertence.</p>
<p>7- Pedir desculpas se machucava alguém.</p>
<p>8- Lavar as mãos antes de comer.</p>
<p>9- Apertar a descarga da privada.</p>
<p>10- Comer biscoito quente e tomar leite frio faz bem à saúde</p>
<p>11- Fazer de tudo um pouco todos os dias (estudar, pensar, desenhar, pintar, cantar, dançar, brincar, trabalhar&#8230;).</p>
<p>12- Tirar uma soneca todas as tardes.</p>
<p>13- Sair pelo mundo, tomar cuidado com o trânsito, ficar sempre de mãos dadas com o companheiro e “de olho” na professora.</p>
<p>14- Perceber que peixinhos dourados, <em>hamsters</em> e até sementinha no copo de feijão morrem. Nós também.</p>
<p>Agora, faça um exercício! Aplique cada item a sua vida, a de sua família, ao seu trabalho, à forma de governo de seu país, ao seu mundo e elabore-os em linguagem de adulto.”</p>
<p>É fato, foi no Jardim de Infância onde aprendemos sobre o amor, as regras, os princípios de higiene, ecologia, política, igualdade e vida saudável!</p>
<p>Robert Fulghum é autor do livro “Tudo o que eu deveria saber na vida aprendi no Jardim de Infância” – Editora Nova Cultural Ltda</p>
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