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	<title>Arquivos papel do professor - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos papel do professor - Conversando com Educação</title>
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		<title>Avaliação como processo de aprendizagem de quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 22:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Hernández na introdução do livro <em>Transgressão e mudança na educação &#8211; Os projetos de trabalho</em> diz que “não é possível recriar a Escola se não se modificam o reconhecimento e as condições de trabalho dos professores”.</p>
<p>E no capítulo “A avaliação como parte do processo dos projetos de trabalho” o autor afirma que a avaliação é o que dá sentido a inovação educativa e é neste lugar que a Escola mostra a sua relação com os conhecimentos e a forma de ensinar e aprender.</p>
<p>Como assim?</p>
<p>O tema é uma das questões mais controversas, poiso trabalho por projetos promove formas de pensar e coloca o aluno diante de diferentes interpretações, o que é diferente da avaliação baseada no conhecimento da realidade objetiva e estática. Nesse caso, o armazenamento de informações e a promoção dos alunos que compreenderam a informação medem o sucesso ou fracasso. Também busca provar o que se sabe oficialmente e aponta o que o professor ensina.</p>
<p>Já a avaliação por projetos propõe que se aprenda com a avaliação. A aprendizagem estimula a capacidade da pesquisa, a busca de informações, a aplicabilidade e a transferência de conhecimentos para situações reais de simulação. O que é diferente de responder enunciados verbais, visuais ou numéricos.</p>
<p>“O papel do professor consistirá em organizar, com um critério de complexidade, as evidências nas quais se reflita o aprendizado dos alunos, não como um ato de controle, mas sim de construção de conhecimento compartilhado”.</p>
<p>Ensinar mediante projetos favorece a pesquisa, o estudo e a reflexão. O que interessa é o ensino para a compreensão e a mudança de paradigmas. É trabalhar estratégias de busca, ordenação e estudo de diferentes fontes de informação.</p>
<p>A avaliação, inicialmente, é um diálogo do professor com o conhecimento prévio dos alunos. Estas são informações preciosas sobre a forma de aprender dos alunos. O que se segue é uma observação interpretativa de onde o aluno está , o que quis dizer e se estabelece relações. Estas respostam podem ser ordenadas por níveis de compreensão.</p>
<p>Essa observação do professor é o ponto de partida para iniciar um projeto, planejar uma unidade didática ou iniciar um processo de pesquisa.</p>
<p>O planejamento das tarefas deve levar em conta a memória, a resolução de problemas, a compreensão e o tratamento de uma nova informação.</p>
<p>Sendo assim, a avaliação formativa deve ajudar o aluno a progredir no caminho do conhecimento através das formas de trabalhos sugeridos em sala de aula. É uma tarefa e um ajuste para o processo ensino aprendizagem. Deve-seconsiderar a evolução do aluno estabelecendo novas pautas de conhecimento.</p>
<p>O processo inclui também a avaliação recapitulativa. É o momento de apresentação do processo de aprendizagem, do reconhecimento e verificação das habilidades conquistadas e das dificuldades encontradas.</p>
<p>É importante no trabalho, por parte dos professores, ter uma abertura conceitual, investigadora, metodológica e ético-política.</p>
<p>Professor e alunos aprendem. O processo de avaliação abre para os resultados não previstos e imprevisíveis, dá espaço para as evidências no processo e nos resultados, introduz procedimentos informais frente às estratégias formais, abre para o pluralismo metodológico. O caminhar com o aluno é parte integrante, é uma avaliação democrática.</p>
<p>Saber é dar sentido a informação e transformá-la em conhecimento. Identificar onde o aluno está e o que precisa para continuar aprendendo.</p>
<p>Hernández sugere como estratégia de reconstrução e registro do processo o portfólio, que é uma modalidade de avaliação vinda do campo da arte. Traduz o processo de aprendizagem do aluno e do professor, dá oportunidade de reflexão e de introdução de mudanças. Representa a trajetória e é uma forma de mostrar a concepção e o valor educativo.</p>
<p><strong> Nós do Blog Conversando com Educação perguntamos a vocês educadores: A avaliação nas escolas promove mudanças e ajuda aluno e professor avançarem em direção às novas aprendizagens?</strong></p>
<p>Leia ou releia este livro:</p>
<p>Hernández, Fernando &#8211; Transgressão e mudança na educação: Os projetos de trabalho/Fernando Hernández, trad. Jussara Haubert Rodrigues – Porto Alegre: Artmed, 1988</p>
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		<title>Professor com afeto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 16:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[admiração]]></category>
		<category><![CDATA[afeto]]></category>
		<category><![CDATA[carinho]]></category>
		<category><![CDATA[ensinagem]]></category>
		<category><![CDATA[papel do professor]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[valorização do conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Prô”, “prof”, “fessor”, “tio(a)”, “mestre”, “teacher”, seja lá como é chamado, esse profissional ocupa um espaço que é o coração da escola: a sala de aula. É nesse lugar que consegue revelar sua especialidade em conhecimento, “ensinagem” e aprendizagem. O jornalista Jairo Marques definiu o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Prô”, “prof”, “fessor”, “tio(a)”, “mestre”, “teacher”, seja lá como é chamado, esse profissional ocupa um espaço que é o coração da escola: a sala de aula. É nesse lugar que consegue revelar sua especialidade em conhecimento, “ensinagem” e aprendizagem.</p>
<p>O jornalista Jairo Marques definiu o professor de uma forma simples, real e brilhante. Além disso, com palavras claras, resgatou o delicado papel desse profissional. Leia o artigo abaixo.</p>
<p>&#8220;Professor pega gripe de menino catarrento que dá bom-dia com beijo, faz curativo no atentado que se rasgou na hora do recreio, é o psicólogo preferido do adolescente meio &#8220;revolts&#8221; e o defensor-mor da igualdade no reino das diferenças que imperam em uma escola.</p>
<p>Agora, porém, o respeito, a consideração e a admiração ao mestre, valores intocáveis e inquestionáveis, parecem que estão sucumbindo a qualquer mimo, a qualquer charme, a quaisquer garotões ou garotonas bobos que se acham, mas que, no fundo, estão bem perdidos.</p>
<p>Professor é o cara que entrega para a gente, em alguns casos, quase de graça, uma chave universal que destranca portas ao longo de toda a trajetória de vida. Mesmo assim, a tranca da ignorância de quem acha que ensinar é algo ultrapassado parece estar ganhando adeptos com velocidade.</p>
<p>Quero ver o Google inspirar a pensar que, talvez, o segundo resultado de uma pesquisa seja mais íntegro e válido do que o primeiro link apresentado. Duvido que haja jogos on-line mais interessantes do que um bom debate sobre a danada da Capitu.</p>
<p>De nada valem aplicativos geniais e vídeos engraçados no YouTube se alguém não ensina o que é a ironia, o que são os efeitos da trigonometria, a importância do porto de Alexandria, a razão por que tantos buscam isonomia e os relevos da geografia.</p>
<p>Passou da hora de a galera do fundão reagir criando uma marchinha de agrado ao professor. E também é momento de os nerds fazerem uma campanha no ciberespaço de valorização do conhecimento.</p>
<p>As bonitas poderiam ajudar a dar um up no make caído que fazem para o &#8220;prô&#8221;. A galera da timidez poderia preparar um grito bem gritado de &#8220;cheeeega&#8221;, de cale-se e preste atenção, que é meu futuro o que está no gramado. Aos puxa-sacos caberia fazer redondilhas cheias de xodó.</p>
<p>Quando a violência não é mais um tema da rua e de ambientes hostis, em que a gente tem sempre um político safado a quem impor a responsabilidade, e começa a ser fotografada dentro do palco maior de aprendizado, a escola, parece que o futuro está avisando, com calafrios, que ficará doente.</p>
<p>Este texto não é para ser lido na escola porque vai cair na Fuvest nem trata de um tema modernoso, que não para de ser discutido nos mundos acadêmicos. Ele também não tem palavrão caprichado e escracho sujão para se morrer de achar bom, compartilhar com os amigos.</p>
<p>Ele só serve para lembrar e reafirmar que escola e professor são fundamentos que instigam acordar para fazer melhor, para ganhar mais uma dose de estímulo para ir além. Não é a história de um fulano em uma caverna distante que é afetada quando um mestre apanha de um aluno. É a história que você está construindo para seus filhos e para si mesmo.</p>
<p>Que as caras manchadas dos prófis sejam de tanto rir de conquistas daqueles a quem se doaram ou pela maquilagem escorrida de tanto chorar de orgulho por aqueles a quem se dedicaram. E desculpe-me do tom professoral.&#8221;</p>
<p>Jairo Marques é jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP.</p>
<p>Folha de S. Paulo – Cotidiano – 23/04/13</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/105368-para-ler-na-escola.shtml"> http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/105368-para-ler-na-escola.shtml </a></p>
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