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	<title>Arquivos Telma Vinha - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos Telma Vinha - Conversando com Educação</title>
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		<title>E por falar em conflito&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2016 22:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[Telma Vinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conversando com Educação convida para ler o artigo “Uma preciosa ferramenta para enfrentar conflitos” de Telma Vinha. Em uma escola, assim como na sociedade, convivem pessoas com valores, expectativas e interesses diferentes. Então, é natural que conflitos aconteçam. Para resolvê-los, cada envolvido se comporta de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conversando com Educação convida para ler o artigo “Uma preciosa ferramenta para enfrentar conflitos” de Telma Vinha.</p>
<p>Em uma escola, assim como na sociedade, convivem pessoas com valores, expectativas e interesses diferentes. Então, é natural que conflitos aconteçam. Para resolvê-los, cada envolvido se comporta de uma forma. Alguns tentam impor sua vontade, enquanto outros recorrem ao “deixa pra lá”. Segundo o estudo Moral e Ética: Dimensões Intelectuais e Afetivas, de Yves de La Taille, docente do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), 90% dos adolescentes acreditam que essas situações são resolvidas mais com agressão do que com diálogo. Já outras pesquisas evidenciam que os alunos tendem a ser submissos à vontade do outro. Essa estratégia pode parecer pacífica, mas acaba sendo boa só para um lado.</p>
<p>O diálogo, que é quando as partes reconhecem que existe um problema e tentam negociar a solução, é a melhor saída nessas circunstâncias. Porém, nem sempre as pessoas conseguem chegar a ele espontaneamente. Aí é necessário o auxílio de um terceiro. No contexto escolar, o círculo restaurativo, um procedimento institucional de mediação inspirado na justiça restaurativa, se mostrou uma ferramenta eficaz para conciliações.</p>
<p>Funciona assim: depois de um conflito, as partes são ouvidas individualmente por alguém com a função de mediação. Discute-se o ocorrido, as causas e as consequências. É a chamada fase pré-círculo. O círculo em si é um encontro entre os envolvidos com o mediador e, se as partes julgarem necessário, com uma rede de apoio (amigos ou pais, por exemplo). É a chance de cada um dizer o que aconteceu, falar o que sente, assumir responsabilidades e chegar a um acordo, firmando compromissos de resolução e de reparos satisfatórios aos dois – ou seja, construindo um plano de restauração. Um mês após esse momento, os envolvidos avaliam, juntos, o andamento do acordo. É o chamado pós-círculo.</p>
<p>Essa estratégia pode ser solicitada por um dos envolvidos ou por convite de outra pessoa (como um professor), e deve ocorrer em um local em que haja privacidade. O mediador precisa ter postura discreta e serena para conduzir os participantes a buscar, por eles mesmos, a solução mais adequada. Para isso, deve incentivá-los a entender a perspectiva um do outro, ser descritivo ao falar do fato, não fazer juízos de valor nem demonstrar discordância. O foco deve ser o incidente e os afetados, não a punição ao ofensor.</p>
<p>Para nortear o diálogo, quem conduz pode se valer de algumas perguntas, como: “O que houve?”, “O que você estava pensando ou sentindo na hora?”, “Quem foi prejudicado e de que forma?”, “Como reparar os danos ou melhorar as coisas?”, “De que modo evitar o incidente outra vez?”</p>
<p>É válido, ainda, ensinar os alunos a se colocar em primeira pessoa (eu me sinto”), especificar o sentimento (“humilhada”), identificar o que causou o problema (“quando você fala mal de mim”), relatar o efeito disso (“porque não tenho como me defender”) e dizer o que queria que ocorresse (“gostaria que você conversasse comigo antes”).</p>
<p>Nesse procedimento, a lógica punitiva é substituída pelo diálogo e pela restauração das relações. Vale lembrar um último ponto: para que o círculo seja efetivo, os princípios que o norteiam devem ser vividos no cotidiano escolar.</p>
<p>Por Telma Vinha</p>
<p>Revista Nova Escola Ano 31 Número 291 Abril 2016</p>
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		<title>Conflito e Aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 23:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[atrapalhando a aula]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
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		<category><![CDATA[exclusão]]></category>
		<category><![CDATA[obediência]]></category>
		<category><![CDATA[punição]]></category>
		<category><![CDATA[Telma Vinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É aconselhável pedir que o aluno saia da sala de aula quando ele está atrapalhando? Telma Vinha responde essa pergunta. “Essa questão é complexa. Há conflitos de vários tipos em classe e cada um pede uma intervenção diferente &#8211; que visa educar, e não punir....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É aconselhável pedir que o aluno saia da sala de aula quando ele está atrapalhando?</p>
<p>Telma Vinha responde essa pergunta.</p>
<p>“Essa questão é complexa. Há conflitos de vários tipos em classe e cada um pede uma intervenção diferente &#8211; que visa educar, e não punir. Pesquisas mostram que o estudante colocado para fora se sente injustiçado e aceita sair apenas por medo de uma punição maior. Essa medida reprime temporariamente o problema, mas não o soluciona. Contudo, há situações em que a exclusão é necessária &#8211; quando, por exemplo, o aluno atrapalha a apresentação de um grupo. Nesse caso, ele deve sair e decidir quando voltar à sala sem perturbar a atividade. O importante não é a obediência, mas a atitude de cooperação. Nem sempre a sanção é essencial. Você pode, em particular, conversar com o estudante, descrever o problema e pedir que apresente soluções. Se a atitude persistir, deve cobrar o combinado. Quando ele próprio decide o que fazer, toma consciência dos atos e da necessidade de regras para melhorar a convivência.”</p>
<p><strong> Telma Vinha</strong> é professora de Psicologia Educacional na Unicamp.</p>
<p><a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/aconselhavel-pedir-aluno-saia-sala-aula-quando-ele-esta-atrapalhando-694006.shtml"> http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/aconselhavel-pedir-aluno-saia-sala-aula-quando-ele-esta-atrapalhando-694006.shtml</a></p>
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