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	<title>Arquivos violência - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos violência - Conversando com Educação</title>
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		<title>Vou contar até 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2014 02:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tudo estava muito bem. Era só um tranquilo passeio quando, de repente, sem mais nem porque, a criança se jogou no chão e na frente de tudo mundo começou um escândalo acompanhado de uma choradeira infernal. Você já viu uma cena dessa? Pois é! Essa...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo estava muito bem. Era só um tranquilo passeio quando, de repente, sem mais nem porque, a criança se jogou no chão e na frente de tudo mundo começou um escândalo acompanhado de uma choradeira infernal.</p>
<p>Você já viu uma cena dessa?</p>
<p>Pois é! Essa é uma situação mais comum do que se pensa!</p>
<p>O que fazer? Fugir? Ter um chilique? Dar um apertãozinho disfarçadamente?</p>
<p>Epa! Um apertãozinho pode? Será que uma palmada “educativa” e com amor trará resultados douradouros?</p>
<p>Dilema!</p>
<p>Alguns defendem a palmada dizendo que apanharam quando criança e são normais. Que um tapinha no bumbum não mata ninguém e que essa forma de estabelecer o limite dá resultado .</p>
<p>Por outro lado, existe a turma que condena qualquer tipo de agressão. O adulto sempre foi e será o modelo para qualquer criança e adolescente, portanto não se deve agir com violência. Um tapa, mesmo que muito leve, pode surtir um efeito imediato, mas a vítima não vai aprender a lição. Vai obedecer por medo e para agradar o agressor. Na primeira oportunidade repetirá a ação.</p>
<p>A maior parte das pesquisas revelam que apanhar pode causar consequências psicológicas e emocionais.</p>
<p>O fato é que muitas crianças são humilhadas e espancadas todos os dias. Sendo assim, foi criada uma lei que protege as crianças e adolescentes de maus tratos. A Lei da Palmada que agora foi rebatizada de Lei Menino Bernardo, uma homenagem ao garoto assassinado no Rio Grande do Sul, busca conscientizar a população que existem maneiras diferentes de educar uma criança e que não precisa apelar para os castigos físicos.</p>
<p>Você concorda que se tapas resolvessem problemas disciplinares não existiriam crianças e adolescentes terríveis e mal educados?</p>
<p>Vale acreditar que qualquer adulto pode expressar seus sentimentos, estabelecer limites sem violência e tentar buscar uma solução para qualquer conflito por meio do diálogo. Então, será que é preciso existir uma lei para isso? Quero saber sua opinião.</p>
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		<title>É preciso prevenir!  Dicas para pensar sobre o problema de bullying nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 04:59:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É na infância que devemos aprender a respeitar, ser cordial, não tolerar a violência e o preconceito. E a escola, palco do conhecimento, não pode aceitar qualquer comportamento violento e incentivos aos atos agressivos e de intimidação entre as crianças, jovens e adultos. Brincadeiras acontecem...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É na infância que devemos aprender a respeitar, ser cordial, não tolerar a violência e o preconceito.</p>
<p>E a escola, palco do conhecimento, não pode aceitar qualquer comportamento violento e incentivos aos atos agressivos e de intimidação entre as crianças, jovens e adultos.</p>
<p>Brincadeiras acontecem entre crianças, jovens e adultos, o que gera violência são a frequência e a perversidade destas ações. Não podemos aceitar que alguns se divirtam enquanto os outros sofram e se sintam impedidos de viver com espontaneidade. É preciso construir espaços para refletir e melhorar qualidade das relações na escola.</p>
<p>As consequências para quem sofre são desastrosas. As vítimas mudam de comportamento, ficam isoladas e podem se tornar agressivas ou apresentar dor física não querendo ir para a escola. É um fenômeno que interfere no desenvolvimento biopsicossocial e precisa ser cuidado.</p>
<p>É importante prevenir e estimular a discussão entre todos os envolvidos na educação das crianças e jovens. O papel do professor e dos pais é fundamental para se refletir sobre o bullying.</p>
<p>Seguem algumas dicas de como trabalhar preventivamente nas escolas:</p>
<ul>
<li>Observe o comportamento dos alunos dentro e fora da sala de aula: ofensas, gozações, apelidos, ridicularizar, empurrar, bater, humilhar e excluir.</li>
<li>Observe também os comportamentos que agregam a qualidade das relações.</li>
<li>Verifique como seus alunos formam grupos de trabalho e grupos para brincar. Proponha novos grupos para que aprendam, uns com os outros, formas positivas de se relacionar.</li>
<li>Acompanhe o desempenho de seus alunos. Pergunte o que estão aprendendo com as atividades escolares.</li>
<li>Crie atividades para que seus alunos possam falar o que pensam e observe os valores expressos.</li>
<li>Proponha projetos ou temas de discussão que incluam os valores de solidariedade, generosidade, tolerância e respeito às diferenças.</li>
<li>Desenvolva um ambiente favorável à comunicação e relacionamento entre os alunos.</li>
<li>Levante soluções com o grupo diante dos conflitos.</li>
<li>Encontre soluções com os alunos e as pessoas envolvidas no conflito.</li>
</ul>
<p>É preciso prevenir o bullying. A responsabilidade é da escola, mas a solução deverá ser encontrada em conjunto com pais e alunos.</p>
<p>No cenário escolar todos devem exercer seus papéis de maneira eficiente e solidária para que os alunos possam aprender a praticar o conhecimento aprendido de forma cordial na vida futura.</p>
<p>Fonte:Revista Nova Opção -Junho/2010, n°37, p. 14 (<a href="http://www.revistanovaopcao.com.br">http://www.revistanovaopcao.com.br</a>) “Saiba como o bullying pode afetar a vida das crianças”- Por Fabieli de Paula</p>
<p>Livro: “Bullying: mentes perigosas nas Escolas” – Ana Beatriz Barbosa Silva – Rio de Janeiro: Objetiva, 2010 – Fontanar</p>
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		<title>Rolezinho: manifestações políticas e sociais em transformação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2014 19:01:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desperta-me interesse a rapidez com que as coisas surgem e se apagam da mesma forma. As manifestações populares que tivemos em 2013 cederam, rapidamente, diante da força oportunista da violência e do vandalismo. O que era belo, cativante e motivador, foi cortado pelo fogo, pelas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desperta-me interesse a rapidez com que as coisas surgem e se apagam da mesma forma. As manifestações populares que tivemos em 2013 cederam, rapidamente, diante da força oportunista da violência e do vandalismo. O que era belo, cativante e motivador, foi cortado pelo fogo, pelas pedras vindas daqueles que realmente não desejavam uma mudança para melhor, na qualidade de vida de nosso povo.</p>
<p>Apesar dos pesares, as mutações do comportamento da sociedade não cessam. O tecido social se regenera e surgem novas movimentações que surpreendem o poder e até a maioria comandada por ele.</p>
<p>Descamisados, injustiçados, grupos de “sem isso e sem aquilo” tiram proveito do “rolezinho” criado pelos jovens da periferia ou da classe C emergente, como muitos preferem dizer. Podemos puxar pela memória e constatarmos que movimentos ou comportamentos como o “role” sempre existiram, mas só sobreviveram por causa da ausência da violência em seu meio. Nossos avós faziam o <em>footing</em> ao redor da praça, contornando o coreto, esperando a oportunidade de fazer um galanteio. Quando jovens, nossos pais fizeram o corso de carnaval e subiam e desciam a Rua Augusta, na cidade de São Paulo, à procura de boa diversão. Quem da nossa geração não se aglomerou na porta de uma doceira ou de uma sorveteria apenas para paquerar?</p>
<p>Sendo assim, a coisa se resume apenas na ordem, na educação do comportamento social, no respeito aos bens públicos e privados, no respeito ao próximo e principalmente a nós mesmos.</p>
<p>Artigo escrito por Jorge de Martini Bechara, colaborador e leitor assíduo do Blog Conversando com Educação.</p>
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		<title>Conflitos são inevitáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 18:27:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Era uma tarde de sábado e um convite para ir ao cinema. Topei, me diverti e surgiu a possibilidade de escrever. O filme “Universidade Monstros” (Monsters University. EUA, 2013. Direção: Dan Scanlon. 110 min. Livre), além de ser divertido pode ser educativo! Que tal aproveitar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma tarde de sábado e um convite para ir ao cinema. Topei, me diverti e surgiu a possibilidade de escrever.</p>
<p>O filme “Universidade Monstros” (<em>Monsters University</em>. EUA, 2013. Direção: Dan Scanlon. 110 min. Livre), além de ser divertido pode ser educativo! Que tal aproveitar o conteúdo abordado no filme e conversar com as crianças sobre valores que dizem respeito ao bem estar próprio e do outro? Aproveite a oportunidade para trocar ideias sobre sentimentos relacionados à coragem, determinação, amizade, união, orgulho, humilhação, medo, desrespeito, constrangimento&#8230;</p>
<p>O filme conta a história de dois monstrinhos Mike Wazowski e James P. Sullivan, durante o período que estão na universidade.</p>
<p>É curioso ver a forma como Mike enfrenta os desafios e como reage diante das situações de humilhação e constrangimento.</p>
<p>Outro ponto a ser destacado é como a amizade entre os dois monstrinhos nasce e como as relações são vividas no grupo.</p>
<p>O filme mostra um clima escolar com seus “sabores e dessabores”, muito semelhante à realidade vivida por nossas crianças e jovens.</p>
<p>Mike passa por momentos de amadurecimento e crescimento emocional. Enfrenta inúmeros desafios, luta pelo seu sonho, perde a batalha algumas vezes, mas sua persistência e determinação o conduz para a realização do seu desejo com sucesso.</p>
<p>Isso dá uma boa discussão seja em casa entre pais e filhos ou na escola numa roda de conversa e nos leva a pensar que, nós adultos, precisamos buscar maior habilidade para lidar com os conflitos vividos em nossa sociedade. É nosso papel ser o mediador no processo, ajudando crianças ou jovens, um a ouvir o outro, e pensar em boas formas de resoluções de conflitos.</p>
<p>Condutas ofensivas como agressão, vandalismo, difamação, ciberbullying, preconceito, injustiças, humilhações são atitudes presentes cada vez mais frequentes entre jovens e adultos também.</p>
<p>Hoje em dia, as relações estão muito complexas! O estilo de vida de cada um, a forma de reagir aos problemas, o não respeito às diferenças, a comunicação rápida e globalizada são alguns elementos que as diferentes gerações estão expostas. Dizer não, fazer escolhas sem medo, enfrentar os desafios, alcançar objetivos, comemorar o sucesso, aprender com o erro, defender uma opinião e não desistir no primeiro obstáculo são atitudes construídas, experimentadas e aprendidas durante todas as fases da vida.</p>
<p>Precisamos acreditar que o conflito é necessário ao desenvolvimento de qualquer ser humano e vivenciando-o passamos a refletir sobre modos diferentes de restabelecer a reciprocidade. Daí a importância de oferecemos boas intervenções às crianças e jovens, priorizando um trabalho construtivo em relação ao favorecimento do desenvolvimento sociomoral das crianças e jovens, a fim de melhorar as interações sociais e minimizar a violência dentro e fora da escola.</p>
<p><strong>Que valores nossos futuros adultos estão priorizando?</strong></p>
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		<title>Professor com afeto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 16:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Prô”, “prof”, “fessor”, “tio(a)”, “mestre”, “teacher”, seja lá como é chamado, esse profissional ocupa um espaço que é o coração da escola: a sala de aula. É nesse lugar que consegue revelar sua especialidade em conhecimento, “ensinagem” e aprendizagem. O jornalista Jairo Marques definiu o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Prô”, “prof”, “fessor”, “tio(a)”, “mestre”, “teacher”, seja lá como é chamado, esse profissional ocupa um espaço que é o coração da escola: a sala de aula. É nesse lugar que consegue revelar sua especialidade em conhecimento, “ensinagem” e aprendizagem.</p>
<p>O jornalista Jairo Marques definiu o professor de uma forma simples, real e brilhante. Além disso, com palavras claras, resgatou o delicado papel desse profissional. Leia o artigo abaixo.</p>
<p>&#8220;Professor pega gripe de menino catarrento que dá bom-dia com beijo, faz curativo no atentado que se rasgou na hora do recreio, é o psicólogo preferido do adolescente meio &#8220;revolts&#8221; e o defensor-mor da igualdade no reino das diferenças que imperam em uma escola.</p>
<p>Agora, porém, o respeito, a consideração e a admiração ao mestre, valores intocáveis e inquestionáveis, parecem que estão sucumbindo a qualquer mimo, a qualquer charme, a quaisquer garotões ou garotonas bobos que se acham, mas que, no fundo, estão bem perdidos.</p>
<p>Professor é o cara que entrega para a gente, em alguns casos, quase de graça, uma chave universal que destranca portas ao longo de toda a trajetória de vida. Mesmo assim, a tranca da ignorância de quem acha que ensinar é algo ultrapassado parece estar ganhando adeptos com velocidade.</p>
<p>Quero ver o Google inspirar a pensar que, talvez, o segundo resultado de uma pesquisa seja mais íntegro e válido do que o primeiro link apresentado. Duvido que haja jogos on-line mais interessantes do que um bom debate sobre a danada da Capitu.</p>
<p>De nada valem aplicativos geniais e vídeos engraçados no YouTube se alguém não ensina o que é a ironia, o que são os efeitos da trigonometria, a importância do porto de Alexandria, a razão por que tantos buscam isonomia e os relevos da geografia.</p>
<p>Passou da hora de a galera do fundão reagir criando uma marchinha de agrado ao professor. E também é momento de os nerds fazerem uma campanha no ciberespaço de valorização do conhecimento.</p>
<p>As bonitas poderiam ajudar a dar um up no make caído que fazem para o &#8220;prô&#8221;. A galera da timidez poderia preparar um grito bem gritado de &#8220;cheeeega&#8221;, de cale-se e preste atenção, que é meu futuro o que está no gramado. Aos puxa-sacos caberia fazer redondilhas cheias de xodó.</p>
<p>Quando a violência não é mais um tema da rua e de ambientes hostis, em que a gente tem sempre um político safado a quem impor a responsabilidade, e começa a ser fotografada dentro do palco maior de aprendizado, a escola, parece que o futuro está avisando, com calafrios, que ficará doente.</p>
<p>Este texto não é para ser lido na escola porque vai cair na Fuvest nem trata de um tema modernoso, que não para de ser discutido nos mundos acadêmicos. Ele também não tem palavrão caprichado e escracho sujão para se morrer de achar bom, compartilhar com os amigos.</p>
<p>Ele só serve para lembrar e reafirmar que escola e professor são fundamentos que instigam acordar para fazer melhor, para ganhar mais uma dose de estímulo para ir além. Não é a história de um fulano em uma caverna distante que é afetada quando um mestre apanha de um aluno. É a história que você está construindo para seus filhos e para si mesmo.</p>
<p>Que as caras manchadas dos prófis sejam de tanto rir de conquistas daqueles a quem se doaram ou pela maquilagem escorrida de tanto chorar de orgulho por aqueles a quem se dedicaram. E desculpe-me do tom professoral.&#8221;</p>
<p>Jairo Marques é jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP.</p>
<p>Folha de S. Paulo – Cotidiano – 23/04/13</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/105368-para-ler-na-escola.shtml"> http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/105368-para-ler-na-escola.shtml </a></p>
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