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	<title>Arquivos Para Educadores - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos Para Educadores - Conversando com Educação</title>
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		<title>Somos responsáveis pelo processo de aprendizagem e seus problemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 18:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Somos responsáveis pelo processo de aprendizagem e seus problemas.]]></category>
		<category><![CDATA[Thais Bechara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Professor, voc&#234; j&#225; se deparou com algum aluno com dificuldade de aprendizagem? Imagino que sim. Ent&#227;o responda: PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM ESCOLAR: RESPONSABILIDADE DE QUEM? Essa &#233; uma das quest&#245;es que qualquer educador se faz constantemente, nos dias de hoje. Para ajud&#225;-lo a responder a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> 	<img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-1018" alt="" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/09/dificuldade-de-aprendizagem.png" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/09/dificuldade-de-aprendizagem.png 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2014/09/dificuldade-de-aprendizagem-300x153.png 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p style="text-align: justify;"> 	&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Professor, voc&ecirc; j&aacute; se deparou com algum aluno com dificuldade de aprendizagem? Imagino que sim. Ent&atilde;o responda: PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM ESCOLAR: RESPONSABILIDADE DE QUEM?</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Essa &eacute; uma das quest&otilde;es que qualquer educador se faz constantemente, nos dias de hoje. Para ajud&aacute;-lo a responder a essa quest&atilde;o, inicialmente, vamos analisar o significado de alguns termos muito falados na escola.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	O termo <em>aprendizado</em>, etimologicamente, segundo Cunha (1987), significa o ato de o aprendiz aprender, do latim <em>apprenhendere</em>, que significa apanhar algo. Portanto, a pr&oacute;pria palavra <em>aprendizado</em>, em suas origens, sugere que o indiv&iacute;duo dirige-se, ativamente, ao aprender. Segundo a defini&ccedil;&atilde;o etimol&oacute;gica, o termo <em>problema </em>surgiu no s&eacute;culo XVII e refere-se a uma quest&atilde;o matem&aacute;tica, portanto, de origem l&oacute;gica, proposta a fim de que seja dada uma solu&ccedil;&atilde;o (Cunha, 1987). J&aacute; a palavra <em>dist&uacute;rbio,</em> etimologicamente (Cunha, 1987), significa altera&ccedil;&atilde;o de ordem das coisas, interrup&ccedil;&atilde;o e, quando se refere ao aprendizado, est&aacute;, em geral, relacionada a comprometimentos neurol&oacute;gicos que afetam o ato de aprender. Esses relacionam-se &agrave; disfun&ccedil;&atilde;o do sistema nervoso central.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Houve uma &eacute;poca, portanto, que crian&ccedil;as que n&atilde;o acompanhavam seus colegas na aprendizagem passavam a ser designadas como anormais escolares, j&aacute; que seu fracasso era atribu&iacute;do a alguma anormalidade org&acirc;nica.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Nos dias de hoje, na vis&atilde;o sociointeracionista, as atividades do aprendizado escolar s&atilde;o sistem&aacute;ticas e t&ecirc;m uma intencionalidade pensada; um compromisso expl&iacute;cito, historicamente comprometido em tornar acess&iacute;vel o conhecimento formal organizado pela cultura. As crian&ccedil;as, &agrave; medida que s&atilde;o encorajadas a adquirir conceitos cient&iacute;ficos nas atividades propostas pela escola, est&atilde;o modificando sua rela&ccedil;&atilde;o cognitiva com o mundo. Por consequ&ecirc;ncia, o aprender modifica o desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Olhando dessa maneira, os alunos que apresentam diferentes ritmos e comportamentos tidos como problemas no aprendizado escolar, fazem parte da constitui&ccedil;&atilde;o heterog&ecirc;nea do grupo-escola; assim sendo, n&atilde;o deveriam ser vistos como casos estigmatizados e isolados.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Trata-se, ent&atilde;o, de olhar a crian&ccedil;a com problema de aprendizado escolar muito mais para identificar as suas capacidades potenciais no seu pr&oacute;prio desenvolvimento e aprendizado do que patologizar esse problema em &ldquo;dist&uacute;rbios&rdquo; ou &ldquo;doen&ccedil;as&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	O papel do educador, ent&atilde;o, &eacute; o de possibilitar interven&ccedil;&otilde;es a fim de que seja dada uma solu&ccedil;&atilde;o ao problema de aprendizado escolar. O professor deve olhar o processo educativo global em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; rotula&ccedil;&atilde;o do aluno, indicando poss&iacute;veis interven&ccedil;&otilde;es. Do mesmo modo, os pais devem dar o incentivo e a credibilidade do saber e conhecimento que a escola desenvolve com os filhos, bem como enfrentar desafios do ato de aprender.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Dessa forma, o papel da escola e, consequentemente do professor, no cen&aacute;rio atual, &eacute; lidar com a forma&ccedil;&atilde;o do conhecimento e do saber.&nbsp; Somos respons&aacute;veis pelo processo de aprendizagem e seus problemas.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Intervir no processo de aprendizagem de um aluno com dificuldades, demanda da escola servi&ccedil;os educacionais, investimento nos professores, tempo para que esses professores se re&uacute;nam e planejem, aux&iacute;lio t&eacute;cnico apropriado&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> 	&Eacute; o professor que vai fazer a diferen&ccedil;a na hist&oacute;ria escolar desse aluno com dificuldades.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Como seria esse professor?</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Um ensinante curioso, dispon&iacute;vel para aprender, que se permita ficar intrigado diante de um aluno &ldquo;enigma&rdquo;, que v&aacute; em&nbsp; busca de informa&ccedil;&otilde;es e conhecimentos para alavancar a sua a&ccedil;&atilde;o docente. Portanto, esse professor &eacute;&nbsp; VOC&Ecirc;!</p>
<p style="text-align: justify;"> 	Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</p>
<p style="text-align: justify;"> 	CUNHA, Geraldo A. Dicion&aacute;rio etimol&oacute;gico da l&iacute;ngua portuguesa. Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira, 1987.</p>
<p style="text-align: justify;"> 	REGO, Teresa&nbsp; C. Vygotsky: uma perspectiva hist&oacute;rico-cultural da educa&ccedil;&atilde;o, Petr&oacute;polis, RJ, Editora Vozes, 1995</p>
<p style="text-align: justify;"> 	SCOZ, Beatriz, Psicopedagogia e a realidade escolar; o problema escolar e de aprendizagem. Petr&oacute;polis, Editora Vozes, 1994</p>
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		<title>Qualidades do professor por Cecília Meireles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2017 20:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Cecília Meireles]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Se há uma criatura que tenha necessidade de formar e manter constantemente firme uma personalidade segura e complexa, essa é o professor. Destinado a pôr-se em contato com a infância e a adolescência, nas suas mais várias e incoerentes modalidades, tendo de compreender as inquietações...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se há uma criatura que tenha necessidade de formar e manter constantemente firme uma personalidade segura e complexa, essa é o professor.</p>
<p>Destinado a pôr-se em contato com a infância e a adolescência, nas suas mais várias e incoerentes modalidades, tendo de compreender as inquietações da criança e do jovem, para bem os orientar e satisfazer sua vida, deve ser também um contínuo aperfeiçoamento, uma concentração permanente de energias que sirvam de base e assegurem a sua possibilidade, variando sobre si mesmo, chegar a apreender cada fenômeno circunstante, conciliando todos os desacordos aparentes, todas as variações humanas nessa visão total indispensável aos educadores.</p>
<p>É, certamente, uma grande obra chegar a consolidar-se numa personalidade assim. Ser ao mesmo tempo um resultado — como todos somos — da época, do meio, da família, com características próprias, enérgicas, pessoais, e poder ser o que é cada aluno, descer à sua alma, feita de mil complexidades, também, para se poder pôr em contato com ela, e estimular-lhe o poder vital e a capacidade de evolução.</p>
<p>E ter o coração para se emocionar diante de cada temperamento.</p>
<p>E ter imaginação para sugerir.</p>
<p>E ter conhecimentos para enriquecer os caminhos transitados.</p>
<p>E saber ir e vir em redor desse mistério que existe em cada criatura, fornecendo-lhe cores luminosas para se definir, vibratilidades ardentes para se manifestar, força profunda para se erguer até o máximo, sem vacilações nem perigos. Saber ser poeta para inspirar. Quando a mocidade procura um rumo para a sua vida, leva consigo, no mais íntimo do peito, um exemplo guardado, que lhe serve de ideal.</p>
<p>Quantas vezes, entre esse ideal e o professor, se abrem enormes precipícios, de onde se originam os mais tristes desenganos e as dúvidas mais dolorosas!</p>
<p>Como seria admirável se o professor pudesse ser tão perfeito que constituísse, ele mesmo, o exemplo amado de seus alunos!</p>
<p>E, depois de ter vivido diante dos seus olhos, dirigindo uma classe, pudesse morar para sempre na sua vida, orientando-a e fortalecendo-a com a inesgotável fecundidade da sua recordação.&#8221;</p>
<p>*Publicado no Diário de Notícias, Rio de Janeiro, em 10 de agosto de 1930.<br />
<a href="http://www.revistapazes.com/professor-cecilia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.revistapazes.com/professor-cecilia/</a></p>
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		<title>Ensinar e encantar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 21:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Ensinar e encantar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ensinar é o nascimento do saber que se dá na  relação professor e aluno. O saber do professor e a qualidade afetiva para transmitir o conhecimento é um processo.  Assim todos são convidados a participar. Ensinar com naturalidade dá a luz ao conhecimento,  ilumina...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ensinar é o nascimento do saber que se dá na  relação <a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/educadores/o-professor-esta-em-cena">professor</a> e aluno. O saber do professor e a qualidade afetiva para transmitir o conhecimento é um processo.  Assim todos são convidados a participar.</p>
<p>Ensinar com naturalidade dá a luz ao conhecimento,  ilumina a inteligência e a autonomia dos alunos.</p>
<p>O professor vocacional autoriza, encanta e facilita as descobertas do aluno, percebendo o quanto o saber e fazer desse professor aponta caminhos e estimula o pensar.</p>
<p>Uma didática que encanta o aluno, que aprende e se encanta com as trocas, as descobertas, os conhecimentos e os<a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/professor-com-afeto/"> afetos.</a></p>
<p>Podemos pensar e fazer uma retrospectiva da vida escolar e da qualidade do ensinar, observando como aprendemos e em que modelos nos espelhamos para fazer igual ou para nos distanciarmos de determinadas áreas do conhecimento. Podemos lembrar das dificuldades do aprender e daquele  professor que nos ajudou a transformar e a enfrentar os desafios, estimulando o pensar e o avançar de uma forma positiva e compreensiva.</p>
<p>Vale relembrar dos professores que com sua forma de ensinar não conseguiram chegar em nós ou identificar a dificuldade. Uma didática que não aproxima o aluno do conhecimento, apenas cria distâncias, rotula e nomeia o lugar do não saber.</p>
<p>Ensinar é um processo de construção de significados que estimula o intelectual e o emocional. Ensinar produz <a title="" href="https://conversandocomeducacao.com.br/educadores/professor-faz-isso-todo-dia"> aprendizagens</a>.</p>
<p>É uma arte didática do professor, uma habilidade, uma preparação, uma competência vocacional!</p>
<p>A didática do professor encanta e realiza com o aluno o lugar encantador do aprender.</p>
<p><em><strong>Inspirado no texto: Sobre Didática por Eugenio Mussak &#8211; vida simples &#8211; setembro de 2016</strong></em></p>
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		<title>Na casa das palavras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2016 22:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[aluno]]></category>
		<category><![CDATA[construção do conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As palavras podem quebrar o silêncio, exprimir pensamentos, explorar a imaginação e marcar pessoas, lugares e momentos. Com palavras um professor expressa emoções, prepara condições para a construção de conhecimentos, explora situações de aprendizagem, formula perguntas, faz afirmações, busca argumentos e indica caminhos. É com...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As palavras podem quebrar o silêncio, exprimir pensamentos, explorar a imaginação e marcar pessoas, lugares e momentos.</p>
<p>Com palavras um professor expressa emoções, prepara condições para a construção de conhecimentos, explora <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/educadores/roda-de-saberes">situações de aprendizagem</a>, formula perguntas, faz afirmações, busca argumentos e indica caminhos.</p>
<p>É com palavras que o aluno pede <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/educadores/uma-fala-um-exemplo-uma-explicacao">explicação</a>, questiona, formula respostas, registra e revela conclusões aprendidas.</p>
<p>É com as palavras DEZ ou ZERO que o professor quantifica o momento privilegiado de estudo.</p>
<p>É com a palavra PRESENTE que o professor documenta a presença do aluno na aula.</p>
<p>É com a expressão <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/educadores/e-hora-do-recreio">BATEU O SINAL</a> que o aluno marca o tempo para o professor.</p>
<p>Expressões como intervenção pedagógica, capacidade de pensar e ser capaz de fazer revelam relações significativas no processo de aprender e ensinar.</p>
<p>A palavra PROVA não deve ser um acerto de contas, assim como a palavra DIFICULDADE não deve ser entendida como um fracasso.</p>
<p>A palavra VÍNCULO deve ser vivida, estabelecida e colocada em prática .</p>
<p>Existe também a PALAVRA NÃO DITA, cheia de significado e expressão, revelada pelo silêncio que grita e se faz presente através do olhar, da escuta, do sorriso, da interrogação. Uma palavra que pede aproximação, descobertas e conexão.</p>
<p>A sala de aula é um lugar de encontro de professor, aluno e palavras. Realmente um ao lado do outro. Sempre é tempo de cuidar das relações, estabelecer a comunicação e resgatar a afetividade.</p>
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		<title>Coloquei um elogio no caderno do meu aluno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2016 18:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[#elogio #educacao #professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um bom professor respeita e valoriza seus alunos. É nessa relação de trocas afetivas e respeito mútuo que os vínculos vão se entrelaçando. Pensando nisso, é muito comum, durante o processo de correção de tarefas, incluir elogios nos cadernos e atividades dos estudantes. A grande...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bom professor respeita e valoriza seus alunos. É nessa relação de trocas afetivas e respeito mútuo que os vínculos vão se entrelaçando.</p>
<p>Pensando nisso, é muito comum, durante o processo de correção de tarefas, incluir elogios nos cadernos e atividades dos estudantes. A grande discussão é o como fazer isso. O que deve ser registrado?</p>
<p>A professora de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas, Telma Vinha, na Revista Nova Escola (abril 2014), sugeriu algumas ações. Leia.</p>
<p>&#8220;Palavras de incentivo são importantes, mas devem ser usadas com parcimônia e conhecimento, pois, dependendo de como as empregamos, causam mais danos do que benefícios. Há dois tipos de elogio.</p>
<p>Os <strong>valorativos</strong> são aqueles relacionados à personalidade: inteligente, estudioso ou caprichoso. Apesar de agradáveis, palavras como essas podem causar dependência, fazendo com que a criança aja esperando reconhecimento do outro, sem desenvolver a capacidade de julgar a si própria. Assim, quando não é elogiada, ela se decepciona porque precisa do julgamento exterior para se sentir valorizada.</p>
<p>O elogio <strong>construtivo ou apreciativo</strong>, por sua vez, descreve a ação e os sentimentos de quem fala, sem julgar a personalidade ou as características do outro, deixando que tire as próprias conclusões. Em vez de “Você é tão criativo”, prefira Adorei os personagens do seu texto. A história que você criou é original e cheia de aventuras”. Os comentários devem ser relacionados à tarefa, descrevendo os pontos positivos e informando o que precisa melhorar.</p>
<p>É importante valorizar a iniciativa, o esforço e a ideia geral do estudante, não focando só no resultado. Nessa concepção, palavras como ótimo, muito bom, parabéns, regular ou péssimo perdem sentido porque não conduzem à reflexão nem informam a criança sobre acertos ou equívocos que podem ser revistos.</p>
<p>Os termos empregados devem ser sugestivos para que o aluno consiga extrair deles uma conclusão positiva e realista sobre si mesmo&#8221;.</p>
<p>Então perguntamos: Professor, como estão seus comentários nas tarefas de seus alunos?</p>
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		<title>Um pouco antes das férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2016 17:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Um pouco antes das férias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O final do semestre em qualquer escola é sempre muito trabalhoso! Reunião não falta! Tem Reunião de Pais e Mestres, reunião de avaliação de resultados, reunião de planejamento, reunião para treinamento e reciclagem.. É época de correção de provas/atividades, elaboração de relatórios, “fechamento de notas/conceitos”,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O final do semestre em qualquer escola é sempre muito trabalhoso!</p>
<p>Reunião não falta! Tem Reunião de Pais e Mestres, reunião de avaliação de resultados, reunião de planejamento, reunião para treinamento e reciclagem..</p>
<p>É época de correção de provas/atividades, elaboração de relatórios, “fechamento de notas/conceitos”, montagem de gráficos comparativos de desempenho e muito mais!</p>
<p>As preocupações com o replanejamento e com a metodologia usada durante todo o processo de ensino/aprendizagem estão sempre presentes.</p>
<p>O momento é de inquietação para todos os docentes e a torcida para que o semestre termine logo é imenso. Não há dúvida sobre isso!</p>
<p>No entanto, mesmo antes da finalização do semestre, a escola tem que dar conta de outras tantas situações.</p>
<p>Festa Junina é uma delas. Neste contexto, é preciso um olhar direcionado no que se refere a escolha e ensaios das danças folclóricas, do conteúdo a ser trabalhado, do acolhimento dado aos pais e convidados, do cuidado com o ambiente escolar e com todos os preparativos que são necessários para que o evento seja um sucesso.</p>
<p>A disponibilidade para as matrículas dos novos alunos é outro fator que a escola não pode desprezar. Se faz necessário pensar no agendamento de reunião com pais, na análise e recebimento da documentação escolar, no processo de avaliação em relação ao perfil do novo aluno, na entrega da lista de material e na visitação do espaço escolar.</p>
<p>O Curso de Férias é também um outro detalhe a ser considerado. O ambiente deve estar preparado para receber os alunos de diferentes faixas etárias, durante todo ou parte do mês de férias. Atividades diversificadas, professores preparados para administrar aulas com um olhar voltado para a área do saber, diferentes recursos que abordam a situação complexa de ensinar e estratégias adequadas na intervenção pedagógica são alguns itens que devem ser ponderados.</p>
<p>Achando pouco? O que falta ainda pensar antes de sair de férias?</p>
<p>Vale relembrar que é preciso organizar os armários, os materiais didáticos, a sala de aula, os murais&#8230;</p>
<p>Trabalhar em espaço escolar é estar sempre preocupado com a aquisição do conhecimento. É poder reinventar o conhecido e descobrir outras perspectivas.</p>
<p>E assim, o mês de junho vai terminando e as férias vão se aproximando.</p>
<p>É tempo de aproveitar!</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/um-pouco-antes-das-ferias/">Um pouco antes das férias</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
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		<title>Uma fala, um exemplo, uma explicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2016 21:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[um exemplo]]></category>
		<category><![CDATA[uma explicação]]></category>
		<category><![CDATA[Uma fala]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um professor é capaz de incluir, acolher e encantar. Basta uma fala, um exemplo e uma explicação para despertar no outro a curiosidade, o desejo e a magia do aprender. Tem o dom de ensinar e também de contagiar com seu saber e com seu...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um professor é capaz de incluir, acolher e encantar.</p>
<p>Basta uma fala, um exemplo e uma explicação para despertar no outro a curiosidade, o desejo e a magia do aprender.</p>
<p>Tem o dom de ensinar e também de contagiar com seu saber e com seu prazer de ensinar.</p>
<p>Tem uma missão e uma inquietação.</p>
<p>Vence os desafios, trilha caminhos, busca&#8230;</p>
<p>Transforma escolas, mobiliza vidas.</p>
<p>Diversifica técnicas, sai do padrão.</p>
<p>Cria atividades e movimenta estruturas.</p>
<p>Tem o dom de aprovar e desaprovar, de unir e separar.</p>
<p>Dialoga sempre.</p>
<p>Não lhe falta dose de resiliência assim como habilidade especial em lidar com problemas e enfrentar obstáculos.</p>
<p>Resiste com bravura.</p>
<p>Permanece professor!</p>
<p>Um exemplo, uma vocação e um contrato renovado!</p>
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		<title>Incivilidade é tema de sala de aula?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 20:50:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Incivilidade é tema de sala de aula?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Incivilidade é tema de sala de aula. Qual escola não tem como pauta os problemas de comportamento que interferem na qualidade das relações no ambiente escolar? Telma Vinha, professora de Psicologia Educacional da Universidade da Unicamp e colaboradora da Revista Nova Escola, aborda estratégias de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Incivilidade é tema de sala de aula. Qual escola não tem como pauta os problemas de comportamento que interferem na qualidade das relações no ambiente escolar?</p>
<p>Telma Vinha, professora de Psicologia Educacional da Universidade da Unicamp e colaboradora da Revista Nova Escola, aborda estratégias de gestão de aula.</p>
<p>Telma fala de um modelo de convivência onde a polidez e a ética nas relações, torna o espaço escolar um local de respeito que não combina com incivilidade.</p>
<p>Dia após dia, se faz necessária a construção de um código de respeito entre todos os integrantes da escola. É preciso diálogo, compreender a necessidade do respeito e de se colocar no lugar do outro tratando bem seus pares.</p>
<p>É preciso diferenciar o que é comportamento transgressor (quebra de regras) de comportamento que interfere na convivência de todos (violência).</p>
<p>Aquilo que nos incomoda particularmente não é incivilidade. Então mascar chiclete, usar boné, falar gírias não impedem a aprendizagem. Os atos que interferem no coletivo como provocações constantes e rispidez já necessitam de um processo de intervenção.</p>
<p>Como fazer isso? Telma sugere :</p>
<ul>
<li>Agendar encontros sistemáticos com a turma.</li>
<li>Propor conversa sobre os problemas sem nomear os envolvidos.</li>
<li>Oferecer espaço para os alunos verbalizarem como querem ser tratados.</li>
<li>Elaborar normas em conjunto.</li>
</ul>
<p>Qual é a parte dos docentes?</p>
<ul>
<li>Levantar as incivilidades que mais perturbam as aulas.</li>
<li>Ordená-las pelo impacto gerado.</li>
<li>Eleger algumas delas.</li>
<li>Analisar as causas.</li>
<li>Refletir sobre como minimizá-las.</li>
<li>Criar protocolos de intervenções para condutas individuais e em grupo.</li>
</ul>
<p>O grande desafio é seguir os protocolos, manter coerências nas ações e garantir a aprendizagem.</p>
<p>Por mais difícil que seja é preciso encarar as incivilidades como uma ação pedagógica.</p>
<p>Releitura do artigo “A Influência das incivilidades na qualidade das relações (Revista Nova Escola, Ano 30, número 287/ novembro 2015)</p>
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		<title>Hoje tem festa na sala de aula!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 16:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Hoje tem festa na sala de aula!]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje tem festa na sala de aula! Estão todos convidados. O coração do aluno pulsa&#8230; e o do professor bate mais forte! Hoje há renovação do vale a pena ser quem sou. Viva a escolha de ser Professor! É um dia especial! A festa é...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje tem festa na sala de aula!</p>
<p>Estão todos convidados.</p>
<p>O coração do aluno pulsa&#8230; e o do professor bate mais forte!</p>
<p>Hoje há renovação do vale a pena ser quem sou.</p>
<p>Viva a escolha de ser Professor!</p>
<p>É um dia especial!</p>
<p>A festa é regada com afeto, reconhecimento e consagração.</p>
<p>Os presentes já foram trocados no dia a dia.</p>
<p>Lugar honrado é todo dia, mas é um momento especial.</p>
<p>Viva, hoje é dia do Professor!</p>
<p>Um bom tempo ao longo da vida estamos na escola com ou como um professor.</p>
<p>Trabalho, estudo e conhecimento.</p>
<p>Atitudes e exemplos.</p>
<p>Aprender é com quem ensina e também aprende.</p>
<p>Aprender é com quem reconhece e estimula competências.</p>
<p>Aprender é com quem autoriza saberes e festeja os voos.</p>
<p>Aprender é com quem percebe olhares e sentimentos e ajuda a nomeá-los.</p>
<p>E hoje é dia de festa na escola!</p>
<p>Uma pausa! Um olhar! Uma fala&#8230;</p>
<p>Um bom dia especial!</p>
<p>Abraços calorosos!</p>
<p>Um sabor diferente! Um aroma agradável!</p>
<p>Hoje tem festa na sala de aula!</p>
<p>Parabéns Professores!</p>
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		<title>É hora do recreio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 22:22:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[É hora do recreio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É HORA DO RECREIO O SINAL&#8230; Um pouco antes a professora anuncia e organiza o tempo. Ser o primeiro a sair da sala, correr no corredor e na escada é clássico na vida de qualquer criança. É hora do recreio&#8230; É hora do FUTEBOL e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É HORA DO RECREIO</p>
<p>O SINAL&#8230;</p>
<p>Um pouco antes a professora anuncia e organiza o tempo.</p>
<p>Ser o primeiro a sair da sala, correr no corredor e na escada é clássico na vida de qualquer criança.</p>
<p>É hora do recreio&#8230;</p>
<p>É hora do FUTEBOL e de escolher o time. Ufa! Quem escolhe e quem é escolhido. É difícil e faz parte do aprender. É motivo de alegria, tensão e intensão. O objetivo é jogar bola. Jogar para ganhar ou aprender a perder. Ser o juiz é bastante desafiador!Alguém quer ser o goleiro?</p>
<p>Incluir quem joga &#8220;mais ou menos&#8221; é uma questão! Muitas vezes é na aula de Educação Física e com o professor que esta possibilidade acontece.</p>
<p>No entanto agora é o recreio e o importante é jogar, jogar, jogar. Tomar o LANCHE, só no caminho de volta para sala de aula. E olhe lá!</p>
<p>Exercitar e dividir o tempo, eis a tensão!</p>
<p>É hora também de escolher o lanche da cantina e com tantas ofertas o dificil é lembrar da orientação dos pais, da professora e da nutricionista. Ah! Que bom que a CANTINA é democrática, cada um tem o direito de escolher o que gosta. E tem para todos os gostos.</p>
<p>Bem-vindo também o lanche preparado pelos pais, saboreado e partilhado!</p>
<p>É hora de TROCAR CONFIDÊNCIAS com colegas, FALAR da aula, da professora e de algum colega. Comentar os acontecimentos escolares e sociais com emoção, euforia e também silêncios e olhares quando alguém se aproxima.</p>
<p>As professoras também curtem o recreio com os alunos, gostam de um bom bate papo. O importante é ter um olhar acolhedor e observador de como se manifestam neste espaço, suas prefêrencias e como utilizam esse tempo de recreio.</p>
<p>Ah! A brincadeira de TROCAR FIGURINHA! Completar o álbum, valorizar figurinhas que são mais dificéis de sair no pacotinho.Vale trocar com os amigos, professores, orientador e diretor. Quem nunca viveu esta emoção?!</p>
<p>No PING PONG é só alegria e correria, agilidade e rapidez, habilidade e integração, questionamento e confusão.</p>
<p>E de tempos em tempos, chegam os jogos cooperativos e folclóricos propostos pelos professores no recreio para dar uma organizada neste tempo e nas emoções. Renovam as brincadeiras, trazem novas regras, alegria, envolvimento, conhecimento e construção. Momento propício para criar novo repertório de brincadeiras e de descobrir novos talentos.</p>
<p>SINAL&#8230;</p>
<p>OPS! ACABOU o tempo do recreio, mas amanhã tem mais!</p>
<p>Quanta aprendizagem! A hora do recreio tem trinta poucos minutos e parece não se completar com todos os minutos que são representantes da hora.</p>
<p>Uma coisa é certa: a hora do RECREIO É DA HORA.</p>
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