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	<title>Arquivos Para Pais - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos Para Pais - Conversando com Educação</title>
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		<title>Preocupação com filhos: até quando?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 11:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pais são seres que, geralmente, passam a vida toda preocupados com os filhos. Esse sentimento de preocupação pode começar até mesmo antes do casal decidir engravidar. E se a notícia da gravidez chegar sem prévio planejamento, a preocupação se instala no momento do “acho”. Dia...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pais são seres que, geralmente, passam a vida toda preocupados com os filhos.</p>
<p>Esse sentimento de preocupação pode começar até mesmo antes do casal decidir engravidar. E se a notícia da gravidez chegar sem prévio planejamento, a preocupação se instala no momento do “acho”.</p>
<p>Dia após dia, a preocupação faz parte da rotina!</p>
<p>Bebê ou não, sempre existirá um cuidado constante para tornar a relação entre pais e filhos saudável.</p>
<p>Enquanto crianças, pais se preocupam com o bem estar, a autoestima, a formação da personalidade, o estabelecimento profundo dos vínculos. Junto com tudo isso, tem o olhar do pai profissional. Aí vem a crise existencial: como faço para acompanhar o crescimento do meu filho e conciliar o tempo de trabalho?</p>
<p>Tem, também, aquele pai que opta por dedicação exclusiva para ser presença constante na vida do filho. Aí, também, tem crise existencial: como olhar para a criança sem exageros, preservando as individualidades?</p>
<p>Não existe a certeza do caminho. A busca é na assertividade. Sabemos que a proteção é uma tarefa dos pais. Pais tem o dever de proteger. Pais cobram sim! Estabelecem limites e ponto final! Pobre daquele filho que não recebe acolhimento, proteção e limites!</p>
<p>Filhos crescem! Vem à tona, a importância do diálogo que foi tanto pontuado, durante toda a trajetória no processo de educar.</p>
<p>Você lembra quantas vezes explicou os porquês das regras? Quantas conversas tiveram sobre os motivos na interferência das escolhas deles, mostrando as possíveis consequências? E quantos pedidos foram negados devido às fragilidades nas argumentações?</p>
<p>É nessa fase da vida que os filhos se tornam especialistas em argumentar e defender o seu ponto de vista. Parecia que quando eram pequenos tudo era mais fácil. Engano seu! No lugar do choro e da birra, que já não acontecem mais, ressurgem a desobediência, a arrogância, a imposição. A demanda é outra e a preocupação persiste. Agora, mais do que nunca, a comunicação se faz presente com firmeza.</p>
<p>Enfim, com a chegada da vida adulta dos filhos, você percebe que já se preocupou com o bullying, uso de drogas, abuso sexual, segurança na internet, dificuldades escolares, frustrações, engajamento no mercado de trabalho, alimentação saudável, violência, segurança&#8230; Agora, já conseguem dar conta da vida deles. Mesmo assim, você continua com a taxa de preocupação em alto nível. O mundo de hoje é mais perigoso, estressante, imediatista e o tempo parece passar mais rápido.</p>
<p>Então relaxa! Com o tempo você amadureceu, portanto saberá curtir, da melhor forma possível, suas preocupações. Tem algumas que são mais fáceis de resolvê-las ou de conviver com elas. Tem outras que afetam para valer, mas, mesmo assim, seguimos em frente!</p>
<p>O futuro sempre será a maior preocupação! O amanhã estará por vir, portanto a preocupação será eterna. A vida segue!</p>
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		<title>Por que nem todas as “Madrastas” são como a da Cinderela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 19:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Porque nem todas as “Madrastas” são como a da Cinderela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Posted on&#160;October 17, 2016/ Joana Colla&#231;o/ foto&#160;https://joanacollaco.com Os meus&#160;pais separaram-se quando eu tinha quatro anos. Na altura, era muito pequena para entender o que se estava a passar, por isso, acho que at&#233; aceitei bem essa situa&#231;&#227;o. A minha m&#227;e tem uma profiss&#227;o que a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> 	<img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-1233" alt="" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2017/05/madrastas.png" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2017/05/madrastas.png 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2017/05/madrastas-300x153.png 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /><span style="font-size:12px;">Posted on&nbsp;<a href="https://joanacollaco.com/2016/10/17/porque-nem-todas-as-madrastas-sao-como-a-da-cinderela/">October 17, 2016</a>/ Joana Colla&ccedil;o/ foto&nbsp;https://joanacollaco.com</span></p>
<p> 	<span style="font-size: 14px; text-align: justify;">Os meus&nbsp;pais separaram-se quando eu tinha quatro anos. Na altura, era muito pequena para entender o que se estava a passar, por isso, acho que at&eacute; aceitei bem essa situa&ccedil;&atilde;o. A minha m&atilde;e tem uma profiss&atilde;o que a faz viajar muito e, naquela altura, eu fiquei a viver com o meu pai. Viver com o meu pai era como estar a viver num castelo encantado. Eu era a princesa dele, faz&iacute;amos tudo juntos: cozinh&aacute;vamos, passe&aacute;vamos, v&iacute;amos televis&atilde;o e muitas vezes dorm&iacute;amos juntos. O meu pai era o meu her&oacute;i! Durante anos, fomos s&oacute; n&oacute;s os dois e eu era muito feliz assim.&nbsp; Quando tinha nove anos de idade, fomos ao jardim zool&oacute;gico e o meu pai perguntou-me se podia levar uma amiga. Eu estranhei, pois o meu pai nunca me tinha falado em tal amiga, mas para ele n&atilde;o ficar triste, acenei dizendo que sim. Ela foi ter connosco &agrave; porta do jardim zool&oacute;gico, era alta, magrinha, muito gira e tinha um sorriso enorme &ndash; parecia que ia matar saudades de algu&eacute;m, facto este que n&atilde;o me agradou. Pass&aacute;mos o dia todo juntos e houve coisas que eu n&atilde;o &ldquo;curti&rdquo; nada: trocas de olhares; sorrisos; gargalhadas; vi-os a darem as m&atilde;os, coisa que eu n&atilde;o permiti e fui logo a correr para tentar separ&aacute;-los. O dia terminou e finalmente cheg&aacute;mos a casa. Eu tentei entreter o meu pai com mil e uma coisas, para n&atilde;o ter de ouvir a &uacute;nica pergunta que eu tinha estado o tempo todo a evitar: &ldquo;</span><em style="font-size: 14px; text-align: justify;">Ent&atilde;o o que achaste da minha amiga?&rdquo;&nbsp;</em><span style="font-size: 14px; text-align: justify;">Naquele momento pensei em muitas coisas horr&iacute;veis para lhe responder, mas acabei por responder apenas:&nbsp;</span><em style="font-size: 14px; text-align: justify;">&ldquo;&Eacute; simp&aacute;tica, mas prefiro quando estamos s&oacute; n&oacute;s os dois</em><span style="font-size: 14px; text-align: justify;">.&rdquo;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">O tempo foi passando e para minha infelicidade, o meu pai come&ccedil;ou a lev&aacute;-la para alguns passeios que faz&iacute;amos juntos. At&eacute; que um dia, convidou-a para jantar l&aacute; em casa. Ele fez a minha comida favorita (at&eacute; a&iacute; tudo bem), vestiu-se como um pr&iacute;ncipe e o jantar at&eacute; correu bem, mas depois o meu pai disse para eu me sentar no sof&aacute; porque eles tinham uma coisa para me contar (como se eu n&atilde;o soubesse que eles eram namorados): &ldquo;Eu e a&hellip; gostamos muito um do outro e estamos a pensar viver todos juntos.&rdquo; O QU&Ecirc; ?! Eu pensava que me iam contar que eram apenas namorados, n&atilde;o que aquela &ldquo;senhora&rdquo; ia viver connosco. &nbsp;Naquele momento, eu respondi que n&atilde;o queria, fui a correr trancar-me no quarto e chorei at&eacute; adormecer. No dia seguinte, o meu pai foi falar comigo e prometeu-me que nada na nossa rela&ccedil;&atilde;o ia mudar.&nbsp; No fim-de-semana a seguir, ela foi l&aacute; para casa e eu n&atilde;o reagi muito bem. O meu pai disse que nada entre n&oacute;s ia mudar, mas para mim tudo estava a mudar, tudo era bem diferente. Ao contr&aacute;rio das minhas amigas que tinham pais separados, eu n&atilde;o sentia que ela ia ocupar o lugar da minha m&atilde;e e muito menos que o meu pai estaria a trair a minha m&atilde;e, at&eacute; porque eu j&aacute; tinha superado a situa&ccedil;&atilde;o de separa&ccedil;&atilde;o dos meus pais e a minha m&atilde;e tamb&eacute;m j&aacute; tinha um namorado. O que eu senti foi que tinha perdido toda a aten&ccedil;&atilde;o do meu pai, ou melhor, que tinha de dividir a aten&ccedil;&atilde;o com ela. Pior, senti ainda que o meu pai j&aacute; n&atilde;o gostava de mim como antes e isso irritou-me muito! Durante os primeiros meses, eu fazia-me de amiga dela &agrave; frente do meu pai porque n&atilde;o queria que ele ficasse chateado comigo, mas quando fic&aacute;vamos as duas sozinhas, eu gritava, portava-me mal e cheguei a dizer coisas que hoje, com os meus 16 anos, considero muito m&aacute;s:&nbsp;<em>&ldquo;n&atilde;o &eacute;s minha m&atilde;e&rdquo;; &ldquo;n&atilde;o sabes nada disso porque n&atilde;o vivias connosco&rdquo;; &ldquo;tu n&atilde;o mandas aqui&rdquo;.</em>&nbsp;Eu aproveitava-me porque sabia que ela tinha medo que eu fosse dizer ao meu pai mal dela. </span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">Apesar de tudo o que eu fiz, ela manteve-se forte e n&atilde;o desistiu de mim, n&atilde;o cedeu a nenhuma das minhas chantagens, o que me espantou porque as minhas colegas faziam o mesmo com as &ldquo;madrastas&rdquo; e tinham tudo o que queriam. Ela era diferente, dizia n&atilde;o quando tinha de dizer, enfrentava-me e havia momentos em que era querida comigo. Confesso que, se n&atilde;o fosse namorada do meu pai, at&eacute; ia gostar muito dela e esse dia eventualmente acabou por chegar. Um dia, eu vi que o meu pai estava muito triste e os dois sentaram-se comigo no sof&aacute; e disseram que iam estabelecer regras, que os dois mandavam l&aacute; em casa e que tanto ele, como ela tinham de ser respeitados, caso contr&aacute;rio, haveria consequ&ecirc;ncias. Disseram tamb&eacute;m, que eu tinha de participar nas tarefas de casa, tinha de dormir no meu quarto, entre outras coisas. A conversa n&atilde;o me agradou e nos primeiros dias todas as regras foram quebradas. Como consequ&ecirc;ncia, fiquei sem os passeios ao fim-de-semana, as tarefas duplicaram l&aacute; em casa e o tempo bom com o meu pai (o pouco que sobrava s&oacute; para mim), fiquei sem ele. Foi a&iacute; que percebi, que mais valia estar feliz com os dois, do que ficar sozinha e triste. &nbsp;Hoje em dia, somos uma fam&iacute;lia feliz e agrade&ccedil;o &agrave; namorada do meu pai por tudo aquilo que me ensinou e continua a ensinar, por todo o carinho que me deu, apesar de eu n&atilde;o ser sua filha de sangue.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><u>Um conselho a todas as &ldquo;madrastas&rdquo; ou &ldquo;padrastos&rdquo;:</u></span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash;&nbsp;<u>No in&iacute;cio</u>, &eacute; importante que fa&ccedil;am um esfor&ccedil;o para tentar estabelecer uma boa rela&ccedil;&atilde;o connosco, mesmo sabendo que n&oacute;s n&atilde;o vos vamos facilitar a vida;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash; N&oacute;s queremos ouvir de&nbsp;<u>voc&ecirc;s,</u>&nbsp;que n&atilde;o est&atilde;o ali para substituir o papel/lugar da m&atilde;e ou do pai;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash;&nbsp;<u>Antes de irem viver connosco</u>, tentem perceber a din&acirc;mica familiar;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash;&nbsp;<u>Quando forem viver connosco</u>, precisamos de ouvir que agora todos juntos somos uma fam&iacute;lia e que, aos poucos, h&aacute; coisas que podem mudar;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash;&nbsp;<u>Quando j&aacute; viverem connosco</u>, n&atilde;o tenham medo de impor as regras que estabeleceram em conjunto com o pai ou m&atilde;e;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash; N&oacute;s precisamos de saber que voc&ecirc;s fazem realmente parte da fam&iacute;lia, que s&atilde;o&nbsp;<u>figuras de autoridade</u>&nbsp;e que tamb&eacute;m&nbsp;<u>t&ecirc;m de ser respeitados</u>. Assim, se for para repreender, fa&ccedil;am-no, sem receio;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash; Queremos sentir que&nbsp;<u>tamb&eacute;m gostam de n&oacute;s</u>&nbsp;e n&atilde;o apenas dos nossos pais;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;">&ndash; Por fim, n&oacute;s sabemos que n&atilde;o fomos o projeto que voc&ecirc;s planearam, mas&nbsp;<u>n&atilde;o desistam</u>&nbsp;s&oacute; porque no in&iacute;cio as coisas s&atilde;o dif&iacute;ceis. A culpa dessa dificuldade tamb&eacute;m &eacute; nossa e n&oacute;s queremos que consigam estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o positiva connosco, para que haja a possibilidade de todos sermos felizes!</span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size:14px;"><u>E j&aacute; agora, no meio desta hist&oacute;ria toda, &ldquo;ela&rdquo; chama-se Mariana e hoje trato-a por &ldquo;Madrinha&rdquo;!</u></span></p>
<p style="text-align: justify;"> 	<span style="font-size: 14px;">Joana Colla&ccedil;o</span></p>
<p> 	<span style="font-size:14px;"><span style="color: rgb(67, 67, 67); font-family: DroidSansRegular;">Psic&oacute;loga com o mestrado em psicologia educacional, forma&ccedil;&atilde;o em terapia cognitiva e comportamental com crian&ccedil;as e adolescentes, p&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em neuropsicologia entre outras forma&ccedil;&otilde;es. Vive em Portugal. As cr&oacute;nicas t&ecirc;m o intuito de partilhar com os pais, professores e todos os interessados, aquilo que pode ser o ponto de vista de algumas crian&ccedil;as/adolescentes sobre os mais diversos temas e problemas do mundo que os rodeia.</span></span></p>
<p> 	<span style="font-size:14px;">https://joanacollaco.com</span></p>
<p> 	&nbsp;</p>
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		<title>Mudar de escola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 00:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Mudar de escola]]></category>
		<category><![CDATA[nova escola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fim de ano chegando e está na hora de resolver a escola ideal para o filho. Está precisando de uma mãozinha? Nós, Conversando com Educação, sabemos que essa tarefa não é nada fácil . Na cidade de São Paulo há mais de 3.500 escolas particulares...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fim de ano chegando e está na hora de resolver a escola ideal para o filho. Está precisando de uma mãozinha? Nós, Conversando com Educação, sabemos que essa tarefa não é nada fácil .</p>
<p>Na cidade de São Paulo há mais de 3.500 escolas particulares com modelos pedagógicos variados, bilíngues ou não, religiosas ou laicas, tradicionais ou construtivistas, período integral ou meio período, com opção de atividades extras ou não&#8230; Certamente o repertório é imenso!</p>
<p>Para ajudar no processo de escolha, Conversando com Educação deixa registrado alguns critérios que você pode levar em conta no momento de definir a mudança.</p>
<p>1- Considerar a proximidade de casa ou do trabalho, facilitando os deslocamentos no trânsito.</p>
<p>2- Verificar valor da mensalidade e dos custos agregados (uniforme, material, passeios de estudo, atividades extras)</p>
<p>3- Valorizar posição da escola no ENEM e no IDEB são importantes, mas não fundamentais.</p>
<p>4- Pesquisar informações sobre a escola nas redes sociais, analisando comentários de alunos.</p>
<p>5- Conversar com pais que tenham filhos matriculados na escola pesquisada.</p>
<p>6- Agendar reunião com a orientadora educacional durante o período de aula, observando o tratamento entre funcionários e a postura dos estudantes.</p>
<p>7- Observar os trabalhos expostos nas paredes, verificando temas trabalhados, produções realizadas, protagonistas etc.</p>
<p>8- Levar o futuro aluno para conhecer a escola e ouvir a opinião dele.</p>
<p>9- Verificar se a escola está alinhada com os valores cultivados pela família.</p>
<p>10- Considerar o fator segurança (instalações de câmeras, vigilantes para controlar a entrada e saída de pessoas e alunos, existência de área exclusiva de estacionamento etc.) levando-se em conta a coerência com o processo educacional.</p>
<p>11- Ficar atento ao modo como problemas de relacionamento entre estudantes são resolvidos.</p>
<p>12- Verificar a oferta de atividades extras (natação, robótica, idiomas etc.).</p>
<p>13- Entender qual é a concepção do período integral na escola ( atividades programadas, alimentação, horários, regras, valores ).</p>
<p>14- Conferir a formação dos professores e se há muita rotatividade entre os docentes.</p>
<p>15- Perceber como a escola faz uso da sua estrutura ( laboratórios, quadras esportivas, salas com lousas digitais, tecnologia disponível).</p>
<p>16- Certificar-se sobre o número máximo de alunos por sala, salas adequadas à faixa etária, número de profissionais por sala e disponibilidade da equipe técnica.</p>
<p>17- Observar como é feita a comunicação com os pais (uso de agendas, reuniões, participação nos eventos)</p>
<p><em><strong>Se você precisar de alguma assessoria nesse momento é só entrar em contato com Conversando com Educação. Podemos orientá-lo durante esse processo de escolha.</strong></em></p>
<p>Basta acessar : <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/fale-conosco/view/form">https://conversandocomeducacao.com.br/fale-conosco/view/form</a></p>
<p>Leia mais <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/por-que-escolher-uma-escola-para-o-filho-nao-e-uma-tarefa-simples">https://conversandocomeducacao.com.br/blog/por-que-escolher-uma-escola-para-o-filho-nao-e-uma-tarefa-simples</a></p>
<p>Essas informações foram baseadas na nossa prática como orientadora educacional mais as dicas contidas na reportagem da Revista Veja São Paulo – 1/10/14</p>
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		<title>Filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 23:31:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Verissimo . Filhos.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Créditos: Verissimo  &#8211; Jornal O Estado de S. Paulo 15 de julho 2018 Hoje o convite é para refletirmos sobre o tema filhos sob o ponto de vista do escritor Luis Fernando Verissimo. Os filhos nunca acreditam que crescer é perigoso. Não adianta avisar para...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Créditos: Verissimo  &#8211; Jornal O Estado de S. Paulo 15 de julho 2018</p>
<p>Hoje o convite é para refletirmos sobre o tema filhos sob o ponto de vista do escritor Luis Fernando Verissimo.</p>
<p>Os filhos nunca acreditam que crescer é perigoso. Não adianta avisar para continuarem crianças. Eles crescem e vão embora. E depois se queixam.</p>
<p>Tem a história daquele pai que concebeu dois filhos do barro, Adão e Eva. Naquele tempo não precisava mãe. O pai fez o que pôde pelas crianças. Elas tinham tudo, nunca lhes faltou alimento ou agasalho. Se queriam um cachorro ou um macaco para brincar, o pai fazia. Se queriam uma pizza, o pai criava, ou mandava buscar. Se queriam saber como era o mundo lá fora, o pai dizia que não precisavam saber. Eles não eram felizes não sabendo nada, ou só sabendo o que o pai sabia por eles? A felicidade era não saber. As crianças eram felizes porque não sabiam.</p>
<p>O Adão ainda era acomodado, mas a Evinha&#8230; Um dia o pai a pegou descascando uma banana. Nem ele sabia o que a banana tinha por dentro, mas a danada da menina descobriu, e antes que ele pudesse dizer “Dessa fruta não co&#8230;” ela já tinha comido. E gostado. Foi então que ele decidiu impor sua autoridade paterna, pelo menos na área dos hortifrutigranjeiros, e determinar que frutas do quintal podiam e não podiam ser comidas, e escolheu uma fruta como a mais proibida de todas, pois se comesse dela a menina saberia. Saberia o quê?  O pai não especificou. Só disse que o que saberia seria terrível, e que depois não se queixasse. E Eva comeu da fruta mais proibida, claro, e o pai foi tomado de grande tristeza. E disse a Eva que agora ela sabia o que não precisava saber, e que nunca mais seria a mesma.</p>
<p>&#8211; O que sei de tão terrível que não sabia antes? – perguntou Eva, ainda mastigando a fruta proibida.</p>
<p>&#8211; Que você pode desobedecer. Que você pode escolher, e pensar com sua própria cabeça, e me desafiar.</p>
<p>E então o pai disse a frase mais triste que um pai pode dizer a um filho:</p>
<p>&#8211; Que você não é mais uma criança.</p>
<p>Eva cresceu diante dos olhos do pai, e no momento seguinte já estava dizendo que queria ir morar sozinha em São Paulo ou aprender inglês em Miami e saber como era o mundo lá fora. E o pai suspirou e disse que ela poderia ir, e que levasse o palerma do Adão com ela. E que os dois jamais voltassem e pedissem a sua ignorância de volta.</p>
<p>Quando contou essa história a outro pai, no clube, o pai abandonado ouviu do outro que sua história não era nada.</p>
<p>&#8211; Pior aconteceu comigo e com o meu Prometeu. Ele era um ótimo filho. E como me admirava e respeitava! Para ele era eu no céu e eu na terra também. Ele tinha tudo em casa, e eu o protegia com o meu poder. Ele também era feliz e não sabia, ou era feliz porque não sabia. E não é que um dia descobri que ele tinha roubado o meu fogo para dar aos amigos? Logo o fogo, o símbolo do meu poder e da minha autoridade, distribuído  entre outras crianças ingratas como cigarros roubados.</p>
<p>-Você o expulsou de casa, como eu?</p>
<p>&#8211; Não. Eu sou da escola antiga. Amarrei-o numa pedra, para abutres comerem o seu fígado.</p>
<p>&#8211; Tem que dar o exemplo. Senão, não demora, estarão todos os filhos achando que sabem mais do que nós, e roubando o nosso poder.</p>
<p>&#8211; E depois, quando não dá certo, se queixando.</p>
<p>&#8211; Exato.</p>
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		<title>Briga na escola? 7 dicas para estabelecer uma boa conversa entre pais e escola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2017 00:09:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Meu filho brigou novamente com um colega de classe. Fui chamada pela Orientadora Educacional e estou muito brava por ter sido convocada para esta reunião. Briga entre crianças devem ser resolvidas entre elas”! Conversando com Educação entra em ação e sugere  7 dicas para estabelecer...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Meu filho brigou novamente com um colega de classe. Fui chamada pela Orientadora Educacional e estou muito brava por ter sido convocada para esta reunião. Briga entre crianças devem ser resolvidas entre elas”!</p>
<p>Conversando com Educação entra em ação e sugere  7 dicas para estabelecer uma boa conversa e um bom encaminhamento na resolução do conflito.</p>
<p>1. Acalme-se e converse com seu filho. Aproveite a oportunidade para ouvir dele sobre o ocorrido. Comunique-o que a orientadora educacional deseja conversar com a família.</p>
<p>2. Entre na sala da orientadora  com tranquilidade e ouça a queixa da escola.</p>
<p>3. Exponha as observações do filho diante do fato.</p>
<p>3. Não esqueça que a conversa é entre dois adultos, portanto o ponto a ser analisado é não buscar culpados, mas sim ajudar na resolução do problema.</p>
<p>4. Lembre-se que o conflito diz respeito aos envolvidos. O papel dos pais e da escola é pensar em soluções boas e satisfatórias para que possam aprender com isso.</p>
<p>5. O momento é de operar em termos de sentimentos, pontos de vistas e soluções. Por mais doloroso que seja essa operação vai gerar aprendizagem.</p>
<p>6. Não é da noite para o dia que o conflito será resolvido. Sendo assim, é preciso estabelecer combinados, acompanhar o processo, mediar situações e avaliar procedimentos e a capacidade dos alunos de pensar sobre os problemas.</p>
<p>7. Não saia da sala sem agendar um novo encontro para comemorar os avanços.</p>
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		<title>Aprendendo a conhecer o mundo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 22:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendendo a conhecer o mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabemos que alguns pais têm medo de dizer não e contrariar os filhos. É evidente a preocupação dos adultos com os efeitos emocionais que podem causar o enfrentamento com o limite imposto, durante todo o processo de crescimento dos filhos. A ideia de viver uma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que alguns pais têm medo de dizer não e contrariar os filhos. É evidente a preocupação dos adultos com os efeitos emocionais que podem causar o enfrentamento com o limite imposto, durante todo o processo de crescimento dos filhos.</p>
<p>A ideia de viver uma vida feliz é o desejo de todo mundo, mas é certo que em alguns (ou até vários) momentos, nesta busca pela felicidade, deparamo-nos com frustrações, tristezas, desafios, aborrecimentos e choros.</p>
<p>Pais devem ajudar as crianças e os jovens a se desenvolverem para que estejam prontas a viver neste mundo moderno, que saibam tomar decisões e tenham foco em si e nos outros. Atenção e cuidado dedicados aos filhos são necessários sempre e as interferências feitas são essenciais para a formação do sujeito.</p>
<p>Observar as relações de pessoas que nem conhecemos é uma tarefa interessantíssima, para refletirmos o que está acontecendo nos contextos familiares e nas deliberações educacionais.</p>
<p>Um exemplo disso é você estar num restaurante e, na mesa ao lado, chega uma família (pai, mãe e dois filhos).  O menino que deveria ter seus oito anos, já chegou emburrado e contrariado por algum motivo. Por mais de três vezes, foi possível ver o pai pedindo que parasse de chorar, pois estavam em um lugar público e nesses locais tinham regras de convivência. Avisou, também, que a chance do filho conseguir o que queria era zero, portanto de nada adiantaria alongar o sofrimento dele.</p>
<p>Em seguida, a filha mais velha (por volta de 12 anos) resolveu questionar os pais sobre a braveza deles e a não condescendência em atender o pedido do irmão.</p>
<p>Nesse bate papo denso, o pai, calmo e determinado, abriu o espaço para ouvir a filha que continuou se queixando da postura de seus genitores. A essa altura, o menino já estava quieto e atento ouvindo a conversa.</p>
<p>Os pais continuaram o diálogo deixando bem clara a responsabilidade deles sobre a formação dos filhos e o desejo  em oferecer o melhor para a sua prole, mesmo que isso causasse dor, frustração e descontentamento. Defendeu a ideia de que é melhor fazer isso enquanto são pequenos, pois  o mundo adulto é cruel e eles estarão amadurecidos para enfrentar os percalços da vida.</p>
<p>Em determinado momento, o pai perguntou aos filhos que atitude eles deveriam tomar, e prontamente a filha respondeu:</p>
<p>&#8211; Falando com a gente!</p>
<p>&#8211; E o que estamos fazendo? &#8211; questionou o pai.</p>
<p>Argumentos esgotados! E com a ajuda do garçom o almoço chegou à mesa e o papo foi encerrado.</p>
<p>Quem ama educa, segundo Içami Tiba.</p>
<p>O exemplo compartilhado com vocês, foi uma bela oportunidade para filhos construírem um repertório de resolução de conflito por meio do diálogo. Os pais puderam servir de modelo de como agir, como ouvir e como validar regras e princípios. Você percebeu a afetividade envolvida nessa corriqueira situação familiar?</p>
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		<title>Nada melhor do que  um dia atrás do outro.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2017 22:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Nada melhor do que um dia atrás do outro.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida é cheia de acontecimentos. Passamos por fases em que somos convidados para casamentos, nascimentos, formaturas e festas de todo tipo. Aí o tempo vai passando e a vida vai nos impondo novas situações. Enfrentar o luto de uma pessoa muito próxima é exatamente...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida é cheia de acontecimentos.</p>
<p>Passamos por fases em que somos convidados para casamentos, nascimentos, formaturas e festas de todo tipo. Aí o tempo vai passando e a vida vai nos impondo novas situações. Enfrentar o luto de uma pessoa muito próxima é exatamente ter a oportunidade de amadurecer mais um pouco.</p>
<p>Não ser mais um vagão e se tornar a locomotiva é uma árdua tarefa!</p>
<p>De um dia para o outro, a rotina deixa de existir! Se de um lado tem a possibilidade do alívio e do descanso, por outro lado vem a perspectiva de lidar com o novo e com o desconhecido.</p>
<p>Sentimento de perda, de vazio, de indignação, de falta, de tristeza, de raiva e de esperança se embaralham. Muito envolvido nessa trama de morte, sem mais e sem menos, em pleno luto, chega a hora de desmontar uma casa, vasculhar um lar que nunca foi seu e se desfazer de grande parte das coisas que essa pessoa achava importante em ter e guardar.</p>
<p>É incrível como, ao longo de nossa trajetória, acumulamos inúmeros papéis, vários documentos, inesquecíveis fotos, longas cartas, belos quadros, pequenas mensagens, infinitos recados e algumas agendas. Isso sem contar as roupas pessoais, os calçados novos e velhos, as roupas de cama, mesa e banho, as tesouras, as ferramentas, os utensílios de cozinha. Tem os móveis, os eletrodomésticos, as panelas, os cristais da família&#8230;</p>
<p>Tudo isso nos faz lembrar que não teremos mais aquele almoço de domingo, aquele presente especial, aquela mesada mensal que nunca foi interrompida desde a adolescência, aquele sorriso e aquela mania que era sua marca registrada.</p>
<p>Hoje não precisa mais fazer café e se passar a hora do remédio também não terá a mínima importância.</p>
<p>Depois de entrar no mais alto grau da intimidade (abrir as portas dos armários, fuçar cada gaveta, olhar e fazer escolhas), vai para o lixo o papel rasgado, o documento que não é mais válido. Nessa busca surgem as lembranças e descobertas que  nos fazem sorrir e chorar. Não importa! Continuamos remexendo, revirando, separando.</p>
<p>“O que ele fazia com isso”? “Por que tal coisa foi guardada”? “Quem vai querer?</p>
<p>E de arrumação em arrumação a casa vai ficando cada vez mais vazia!</p>
<p>E vamos dando, guardando, doando, vendendo e se desfazendo das coisas que uma pessoa levou a vida inteira para ter e “chamar de seu”.</p>
<p>Com o lugar vazio a sensação de nunca mais é muito forte!</p>
<p>Assim é a vida! Outras histórias serão contadas! Outras pessoas ocuparão aquele espaço físico, mas no coração terá sempre um lugar especial!</p>
<p>É assim que a vida nos ensina! É assim que vamos aprendendo!</p>
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		<title>É brincadeira de menino ou brincadeira de menina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2016 04:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[É brincadeira de menino ou brincadeira de menina?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem uma nem outra. Entenda por que é tão importante deixar que a criança escolha livremente como quer brincar. Menino usa azul e brinca de carrinho; menina gosta de rosa e só liga para bonecas. Convenhamos, essa história não convence mais. Se os adultos já...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1213 size-full" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/11/apoiodesenv.png" alt="" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/11/apoiodesenv.png 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/11/apoiodesenv-300x153.png 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p>Nem uma nem outra. Entenda por que é tão importante deixar que a criança escolha livremente como quer brincar.</p>
<p>Menino usa azul e brinca de carrinho; menina gosta de rosa e só liga para bonecas. Convenhamos, essa história não convence mais. Se os adultos já estão se livrando dessas camisas de força e assumindo novas funções, por que não permitir que as crianças façam o mesmo? Este é um território, no entanto, ainda repleto de medo e preconceito, como observa a <strong><em>psicóloga Sônia Maria Marcondes Licursi, diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia e uma das autoras do blog Conversando com Educação.</em></strong> Nesta entrevista exclusiva, ela revela como a questão deve ser encarada de frente pelos pais – e todos os benefícios que uma mudança de postura pode proporcionar ao seu filho.</p>
<p><strong>Mulheres já dirigem carros e atuam em profissões de risco, enquanto homens cuidam dos filhos e da casa. No entanto, as brincadeiras ainda têm fronteiras bem definidas. Por quê?</strong></p>
<p>Somos nós, os adultos, que erguemos esse muro. Essa rotulação ainda está ligada ao preconceito. Sem querer, acabamos reproduzindo crenças familiares e sociais de que a brincadeira vai estimular definições sexuais – o que não acontece, uma vez que essa escolha se dá pela interação de fatores biológicos e ambientais bastante diversos e complexos.</p>
<p><strong>Que mensagem os pais passam aos filhos quando limitam suas brincadeiras por questões de gênero?</strong></p>
<p>Impedir a criança de brincar é o mesmo que limitar a construção de suas experiências. E tanto faz se essas limitações são transmitidas de forma direta, como “Não quero que você brinque de boneca”, ou indiretamente. O menino que não pode brincar de boneca, por exemplo, perde a oportunidade de vivenciar situações que serão importantes no futuro, como cuidar carinhosamente do outro, exercendo a função paterna. Se os pais afirmam que brincar de boneca é coisa de menina, essa será a mensagem transmitida: cuidar de crianças é só para mulheres. Da mesma forma, impedir que uma menina brinque de bombeiro passa a mensagem equivocada de que força e coragem não fazem parte do universo feminino.</p>
<p><strong>O que acontece quando a criança tem a chance de pular esse muro?</strong></p>
<p>Quando está livre para explorar suas curiosidades e descobertas, a fim de aproveitar as brincadeiras em todas as suas possibilidades, e quando pode escolher que funções quer dar a cada brinquedo, a criança tem a oportunidade de desempenhar papéis, treinar habilidades criativas, sociais e espaciais, resolver conflitos e muito mais. Brincar de casinha, de boneca ou de carrinho deve fazer parte do universo das meninas e dos meninos por igual. São experiências muito próximas da rotina que as crianças observam nas tarefas dos adultos. Com isso, elas constroem seu universo cognitivo e emocional de forma mais completa.</p>
<p><a href="http://mdemulher.abril.com.br/familia/e-brincadeira-de-menino-ou-brincadeira-de-menina/">http://mdemulher.abril.com.br/familia/e-brincadeira-de-menino-ou-brincadeira-de-menina/ </a></p>
<p><a href="http://www.revistabemfeminina.com.br/conteudo/e-brincadeira-de-menino-ou-brincadeira-de-menina">http://www.revistabemfeminina.com.br/conteudo/e-brincadeira-de-menino-ou-brincadeira-de-menina</a></p>
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		<title>O papel do amigo imaginário no desenvolvimento da criança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2016 01:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[O papel do amigo imaginário no desenvolvimento da criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>iStock Essa intrigante criatura invisível pode ser mais importante do que você pensa. De repente, os pais percebem que o filho está falando sozinho. Conversa, ri, brinca e até discute com alguém que só ele vê. Pode parecer estranho, mas o amigo imaginário é um...</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/o-papel-do-amigo-imaginario-no-desenvolvimento-da-crianca/">O papel do amigo imaginário no desenvolvimento da criança</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1211 size-full" src="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/11/amigoimaginario.png" alt="" width="590" height="300" srcset="https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/11/amigoimaginario.png 590w, https://conversandocomeducacao.com.br/wp-content/uploads/2016/11/amigoimaginario-300x153.png 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /><br />
iStock</p>
<p>Essa intrigante criatura invisível pode ser mais importante do que você pensa.</p>
<p>De repente, os pais percebem que o filho está falando sozinho. Conversa, ri, brinca e até discute com alguém que só ele vê. Pode parecer estranho, mas o amigo imaginário é um fenômeno bastante comum – e não deve ser motivo de preocupação. Pelo contrário, sua presença é fundamental para o desenvolvimento infantil, segundo a <strong><em>psicóloga Sônia Maria Marcondes Licursi, diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia e uma das autoras do blog Conversando com Educação.</em></strong> Nesta entrevista exclusiva, ela explica quem é essa figura tão intrigante, seu papel na vida da criança e como os adultos devem agir.</p>
<p><strong>Quem é o amigo imaginário?</strong></p>
<p>É um personagem que nasce da criatividade da criança e da sua necessidade de preencher a realidade de forma acolhedora e segura. Ela tenta integrar experiências do cotidiano e torná-las acessíveis ao seu mundo e à realidade que não compreende e não consegue absorver. Com esse amigo, a criança fala das alegrias e tristezas, dos desejos e conquistas, projeta comportamentos e emoções – ele se torna uma extensão da criança, que oferece suporte, segurança e proteção emocional.</p>
<p><strong>Em que faixa etária costuma aparecer?</strong></p>
<p>Surge por volta dos 3 anos. Coincide com o desenvolvimento da linguagem oral e com o uso da imaginação. E geralmente se manifesta em situações que a criança considera ameaçadoras, como o nascimento de um irmão, a separação dos pais, a entrada na escola nova, a mudança de casa, uma doença na família ou a perda de alguém querido.</p>
<p><strong>Toda criança tem amigo imaginário?</strong></p>
<p>A maioria tem, mas não todas. E nem sempre o amigo imaginário está personalizado e tem um nome. Ele pode aparecer na figura de um objeto, por exemplo. Na brincadeira, uma boneca ou um super-herói podem cumprir esse papel, permitindo à criança desenvolver uma conversa interna.</p>
<p><strong>Quanto tempo costuma durar essa relação?</strong></p>
<p>O tempo necessário para a criança aprender a lidar com as angústias infantis e fortalecer o emocional. Dos 3 aos 5 anos, a imaginação está muito presente na vida infantil; é alimentada pelos contos de fadas e pelos super-heróis, o que contribui para o ato criativo. Nessa fase, ela vai usar o personagem como defesa e proteção, para se desculpar de situações embaraçosas. No entanto, à medida em que aprende a elaborar e expor sentimentos, a criança vai se sentindo mais segura. Com 7 anos, tende a se despedir do amigo imaginário, pois os amigos reais se mostram muito mais interessantes.</p>
<p><strong>Como os pais devem lidar com a situação?</strong></p>
<p>Devem respeitar as necessidades da criança e aproveitar para conhecê-la melhor. A relação com o amigo imaginário traz possibilidades ricas para começar uma boa conversa, descobrir as angústias infantis e oferecer acolhimento. É importante observar em que contexto o fenômeno se manifesta: se acontece no ambiente familiar, na escola ou em outro grupo social. E também analisar as emoções que são projetadas nas histórias. Se o relacionamento com o amigo imaginário revela situações agressivas e violentas, ou que tiram a criança do mundo real, é aconselhável consultar um psicólogo.</p>
<p><a href="http://m.mdemulher.abril.com.br/familia/claudia/o-papel-do-amigo-imaginario-no-desenvolvimento-da-crianca">http://m.mdemulher.abril.com.br/familia/claudia/o-papel-do-amigo-imaginario-no-desenvolvimento-da-crianca</a></p>
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		<title>Uma comunicação com o coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 19:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Da separação à alienação parental!]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>foto Joana Collaço Nós, do Conversando com Educação, queremos compartilhar a crônica &#8220;Da separação à alienação parental! &#8221; de Joana Collaço que com muita clareza e sensibilidade teceu a visão de um jovem e sua emocionada experiência ao falar das lembranças da infância, da comunicação...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>foto Joana Collaço</p>
<p>Nós, do Conversando com Educação, queremos compartilhar a crônica &#8220;Da separação à alienação parental! &#8221; de Joana Collaço que com muita clareza e sensibilidade teceu a visão de um jovem e sua emocionada experiência ao falar das lembranças da infância, da comunicação dos seus pais sobre a separação, os sentimentos e atitudes na <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/segundas-e-quartas-com-a-mae">guarda compartilhada</a>.</p>
<p>É uma leitura preciosa para todos nós: pais, filhos, avós, professores, psicopedagogos, psicólogos, que nos tocará muito e nos fará entender o sentimento da criança, do adolescente e do adulto sobre a nova situação com dicas interessantes.</p>
<p>Clique e se emocione:<br />
<a href="https://joanacollaco.com/2016/06/02/da-separacao-a-alienacao-parental/">https://joanacollaco.com/2016/06/02/da-separacao-a-alienacao-parental/</a></p>
<p>Joana Collaço<br />
<a href="http://joanacollaco.com/">http://joanacollaco.com/</a></p>
<p>Psicóloga com o mestrado em psicologia educacional, formação em terapia cognitiva e comportamental com crianças e adolescentes, pós-Graduação em neuropsicologia entre outras formações. Vive em Portugal. As crónicas têm o intuito de partilhar com os pais, professores e todos os interessados, aquilo que pode ser o ponto de vista de algumas crianças/adolescentes sobre os mais diversos temas e problemas do mundo que os rodeia.</p>
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