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	<title>Arquivos aprendizagem - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos aprendizagem - Conversando com Educação</title>
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		<title>No gosto amargo do erro, o caminho doce da aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 00:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se errar é humano, então todo educador deve compreender o erro, interessar-se por ele e considerá-lo como parte do processo de criação do saber. É por isso que é essencial que o aluno consiga tomar consciência dos erros, identificando sua origem para que possa transformá-los,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se errar é humano, então todo educador deve compreender o erro, interessar-se por ele e considerá-lo como parte do processo de criação do saber. É por isso que é essencial que o aluno consiga tomar consciência dos erros, identificando sua origem para que possa transformá-los, sendo capaz de seguir para a etapa seguinte.</p>
<p>Sendo assim, uma avaliação formativa deve ter a preocupação em compreender a situação do aluno, de modo a buscar ações corretivas mais eficazes.</p>
<p>Antes de qualquer coisa, essa observação do aluno deve estar sempre acompanhada de uma análise do sujeito aprendente em questão. Só o certo ou errado é muito pouco para a coleta de informações. Seria interessante colocar no lugar do acerto ou do erro outras categorias: “resposta exata, resposta parcialmente exata, resposta pouco exata, resposta inexata, ausência de resposta” (Hadji, p.98, 2001). Assim será possível, determinar o tipo de erro, analisando e interpretando-o.</p>
<p>Errar não significa cometer uma falha que deva ser julgada e condenada, mas pelo contrário, deve ser um exercício de reflexão, onde são investidos esforços na busca de um objetivo qualquer.</p>
<p>Durante esse percurso, o aluno pode ser bem ou mal sucedido e como diz Luckesi , “aí não há erro, mas sucesso ou insucesso nos resultados de nossa ação”.(Luckesi, p.55, 1999)</p>
<p>Essa ideia não é um discurso para justificar e defender o erro como o caminho necessário para a aprendizagem, mesmo porque, junto com o erro, vem a culpa e o desgosto. Mas não devemos nos sentir culpados ou castigados porque erramos, mas, uma vez que os erros e os insucessos ocorram devemos aprender com eles tirando o que há de mais benéfico para a nossa vida.</p>
<p>O estudo do erro está muito relacionado com o estudo da avaliação. A análise dos erros não é um fim em si. É um meio para tornar a avaliação mais formativa, onde o professor, a partir do erro crie condições mais adequadas para a superação do obstáculo revelado pelo erro.</p>
<p>O professor, a partir do erro pode interpretar respostas e levantar hipóteses sobre os procedimentos seguidos pelos alunos. Mas o que o aluno pode fazer por ele mesmo?</p>
<p>Nesse caso, o professor tem uma contribuição valiosa para dar aos alunos: a autoavaliação. É nela que o aluno terá oportunidade de refletir sobre o seu trabalho, após examiná-lo. Esse autobalanço acontece no momento em que ele analisa o produto final e verifica sua conformidade ao modelo ideal. Nesse momento, se desenvolve um olhar crítico sobre o que se faz enquanto se faz.</p>
<p>Esse processo não pode ser encarado como algo que não passaria de uma orientação apenas. Ela deve permitir ao aluno uma reflexão, uma análise, uma construção de uma tarefa que dará condições para fazer um exame crítico de sua produção, com o objetivo de alcançar um êxito maior.</p>
<p>O erro não é um desvio do caminho da aprendizagem e é por causa dele que a aprendizagem pode surgir. Ele tem um valor construtivo, porque é analisando as próprias respostas equivocadas que se pode chegar a respostas mais adequadas.</p>
<p>Vale a pena ressaltar que o erro precisa ser assumido tanto pelo professor como pelo aluno, para que possa haver um processo de ensino-aprendizagem.</p>
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		<title>Games: novo cenário de aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 21:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de estudos formativos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Chicago, no mês de fevereiro, foi realizado o encontro anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência) e nele neurocientistas e educadores discutiram que é possível aproximar videogames e sala de aula. Pesquisadores começam a descobrir que eles podem auxiliar áreas específicas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Chicago, no mês de fevereiro, foi realizado o encontro anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência) e nele neurocientistas e educadores discutiram que é possível aproximar videogames e sala de aula. Pesquisadores começam a descobrir que eles podem auxiliar áreas específicas do aprendizado.</p>
<p>Pesquisas mostram que jogar não faz mal à vista. Está comprovado que o uso dessa ferramenta aumenta a acuidade visual e melhora a percepção de contraste (algo útil para quem precisa dirigir à noite, por exemplo).</p>
<p>Já é possível encontrar games que melhoram a capacidade de raciocínio matemático, ou aquele que ajuda no tratamento da ambliopia (“olho preguiçoso”).</p>
<p>Games podem melhorar as habilidades cognitivas, estimular a percepção e o interesse em áreas do conhecimento, mas cientistas dizem que não devem ter papel central na sala de aula, pois tais jogos, geralmente, podem divertir, mas pouco informam algum conteúdo escolar.</p>
<p>Sabemos que a linguagem preferida dos jovens e crianças é o game e essa ferramenta pode ser um facilitador do processo de aprendizagem.</p>
<p>Cautela no uso dos games é recomendável tanto para pais e professores. Todos devem se preocupar em criar um ambiente de estudo formativo, atraente e divertido.</p>
<p>É evidente que hoje as crianças já estão expostas ao mundo onde tablets, smartphones ou outra parafernália qualquer fazem parte da rotina tecnológica delas. Um exemplo disso, foi o relato de um pai que deixou seu celular com o filho de apenas dois anos, brincando e se entretendo com um jogo próprio para idade. Pasmem! Esta pequena criança, por si só, finalizou a etapa e usando de sua perspicácia conseguiu comprar fichas que lhe deram o direito de continuar o jogo. Tentativas e erros? Provavelmente. E com certeza o criador do game contou com essa possibilidade e com os dedos mágicos que esta geração possui.</p>
<p>O pai, apesar de ser também da geração digital, só se deu conta da proesa da sua cria no dia que recebeu a conta da operadora do celular.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/02/1413746-jogos-melhoram-habilidades-cognitivas-e-ajudam-a-tratar-visao.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/02/1413746-jogos-melhoram-habilidades-cognitivas-e-ajudam-a-tratar-visao.shtml</a></p>
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		<title>O professor está em cena!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 18:16:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[ação do professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Basta escolher um livro didático, seguir capítulo por capítulo, conforme está exposto no plano, e em seguida, fazer uma revisão e aplicar uma avaliação. Pronto, a aula está planejada! Será? Sabemos que não é tão simples assim. Um bom professor, antes de tudo, precisa conhecer...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Basta escolher um livro didático, seguir capítulo por capítulo, conforme está exposto no plano, e em seguida, fazer uma revisão e aplicar uma avaliação. Pronto, a aula está planejada! Será? Sabemos que não é tão simples assim.</p>
<p>Um bom professor, antes de tudo, precisa conhecer os conteúdos que serão ensinados, relacionando esses conteúdos com os objetivos e as situações de aprendizagem.</p>
<p>Esse professor precisa transformar o programa em objetivos de aprendizagem e estes em situações e atividades possíveis de serem realizadas.</p>
<p>O ponto de partida é entrar na sala de aula ciente que os alunos sabem “muitas coisas” daquilo que se deseja ensinar e esse conhecimento será o apoio que favorecerá grandes oportunidades de contribuir para o conhecimento.</p>
<p>Portanto o saber que os aprendentes já têm, faz parte de um sistema de representações, pois no momento de aprendizagem, esse aluno questiona-se, assimila ou elabora respostas que, são suficientes, pelo menos, por certo período.</p>
<p>Se estivermos trabalhando a partir das representações do aluno, a ação do professor deve estar voltada diretamente para o educando. É importante conhecer cada aluno, ouvir suas perguntas, entender suas falas e seus argumentos, possibilitar seu crescimento com novas e desafiadoras questões, levando-o a prosseguir no processo para a sua autonomia moral e intelectual.</p>
<p>Para facilitar esse processo, o professor deve colocar-se no lugar dos alunos. É importante lembrar, também, que nos momentos em que não compreendemos algo, com certeza, não foi por falta de vontade. De nada adianta explicar a técnica do algoritmo da subtração, por exemplo, se o aluno não compreende o princípio da numeração decimal. Portanto é preciso levar em conta que existem limites dos nossos próprios conhecimentos.</p>
<p>Temos muito a descobrir observando as respostas dos alunos e com isso, temos em mãos instrumentos para uma reflexão sobre qual caminho foi trilhado para que a resposta fosse formulada daquela maneira.</p>
<p>Outro ponto a ser abordado é sobre a formulação de questões orais ou escritas e o processo corretivo.</p>
<p>Uma questão onde a resposta seja assinalar sim ou não, simplesmente, ou onde o aluno opta por uma alternativa não dá condições ao professor de conhecê-lo e, assim, fica impossível buscar novas possibilidades. As boas questões são aquelas que podem levar com elas, a opinião, interpretação e o conhecimento do aluno.</p>
<p><strong> Você consegue perceber e identificar esse processo de aprendizagem baseada nesta relação professor/aluno?</strong></p>
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		<title>Passageiros, ocupem seus lugares!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2013 20:35:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Últimos meses do ano! O calendário já revela claramente que falta só o mês de dezembro e as férias de janeiro para logo ter de enfrentar novos desafios escolares. Quanta expectativa! Mudança de escola ou até mesmo mudança de ciclo. A angústia também é real...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Últimos meses do ano! O calendário já revela claramente que falta só o mês de dezembro e as férias de janeiro para logo ter de enfrentar novos desafios escolares.</p>
<p>Quanta expectativa! Mudança de escola ou até mesmo mudança de ciclo. A angústia também é real quando abordamos a passagem dos ciclos: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino Superior. Novo tipo de organização didática e nova rotina quebram a zona de conforto de pais, filhos, alunos, professores. É muita gente envolvida nessa etapa da vida escolar.</p>
<p>Espaços diferenciados, aumento do número de alunos na sala de aula, realização da lição de casa, leituras mais exigentes, diferentes cobranças pedagógicas e disciplinares, alcance de resultados, ampliação das relações sociais, novos professores, resoluções de conflitos&#8230; São muitos os fatores que passam a tirar o sono de muita gente!</p>
<p>Mudanças são necessárias e transformadoras. Algumas dicas podem ajudar durante a passagem nesse processo:</p>
<p>1. O aluno deve esclarecer dúvidas, curiosidades e expectativas em relação ao novo momento; conhecer os novos espaços, alguns professores e temáticas de trabalho; vivenciar o fechamento do ciclo, reconhecendo as conquistas e detalhes do novo lugar de aprendizagem.</p>
<p>2. A família deve conhecer a organização e dinâmica do cotidiano da próxima etapa que será vivida pelo filho, esclarecendo dúvidas, curiosidades e expectativas.</p>
<p>3. A escola deve assumir a responsabilidade no processo de acolhimento ao aluno e de sua adaptação à nova série e novo ciclo; resgatar com os alunos a história da vida escolar do grupo incentivando o sentimento de pertinência; mostrar que no Projeto Político Pedagógico há continuidade de permanências de normas, procedimentos e atitudes que deverão ser mantidos pela escola e pela família em parceria; promover encontros entre alunos, professores, equipe pedagógica e família com o objetivo de favorecer a adaptação e esclarecer os principais procedimentos da rotina escolar.</p>
<p>Rituais de passagem marcam momentos importantes em cada fase da vida das pessoas. São essenciais para nossa compreensão da passagem do tempo e principalmente para nosso autoconhecimento. Para lidar com esse momento de mudanças é importante criar e organizar vivências específicas para completar o fechamento de uma etapa e abrir-se para as novas possibilidades de aprendizagem que a vida nos impõe.</p>
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		<title>Conflito e Aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 23:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É aconselhável pedir que o aluno saia da sala de aula quando ele está atrapalhando? Telma Vinha responde essa pergunta. “Essa questão é complexa. Há conflitos de vários tipos em classe e cada um pede uma intervenção diferente &#8211; que visa educar, e não punir....</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É aconselhável pedir que o aluno saia da sala de aula quando ele está atrapalhando?</p>
<p>Telma Vinha responde essa pergunta.</p>
<p>“Essa questão é complexa. Há conflitos de vários tipos em classe e cada um pede uma intervenção diferente &#8211; que visa educar, e não punir. Pesquisas mostram que o estudante colocado para fora se sente injustiçado e aceita sair apenas por medo de uma punição maior. Essa medida reprime temporariamente o problema, mas não o soluciona. Contudo, há situações em que a exclusão é necessária &#8211; quando, por exemplo, o aluno atrapalha a apresentação de um grupo. Nesse caso, ele deve sair e decidir quando voltar à sala sem perturbar a atividade. O importante não é a obediência, mas a atitude de cooperação. Nem sempre a sanção é essencial. Você pode, em particular, conversar com o estudante, descrever o problema e pedir que apresente soluções. Se a atitude persistir, deve cobrar o combinado. Quando ele próprio decide o que fazer, toma consciência dos atos e da necessidade de regras para melhorar a convivência.”</p>
<p><strong> Telma Vinha</strong> é professora de Psicologia Educacional na Unicamp.</p>
<p><a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/aconselhavel-pedir-aluno-saia-sala-aula-quando-ele-esta-atrapalhando-694006.shtml"> http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/aconselhavel-pedir-aluno-saia-sala-aula-quando-ele-esta-atrapalhando-694006.shtml</a></p>
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		<title>O segundo semestre chegou!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 02:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre o final do primeiro semestre e antes de curtir as férias coube uma pausa, resgatando o trajeto realizado pelos alunos, professores e equipe escolar. A metade do caminho planejado já aconteceu. O exercício de reflexão  sobre o que foi relevante para a aprendizagem dos...</p>
<p>O post <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/o-segundo-semestre-chegou/">O segundo semestre chegou!</a> apareceu primeiro em <a href="https://conversandocomeducacao.com.br">Conversando com Educação</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre o final do primeiro semestre e antes de curtir as férias coube uma pausa, resgatando o trajeto realizado pelos alunos, professores e equipe escolar.</p>
<p>A metade do caminho planejado já aconteceu.</p>
<p>O exercício de reflexão  sobre o que foi relevante para a aprendizagem dos alunos e o que necessita ser  retomado fez parte das ações planejadas para 2013.</p>
<p>É uma tarefa para todos:  escutar as vozes dos alunos, professores  e da equipe escolar, olhando para as conquistas emocionais na relação aluno-professor-escola. As atividades de reflexão são importantes para avaliar o que foi aprendido neste planejamento, comemorar as conquistas, e falar sobre o que precisa ser realizado, refeito ou mudado com transparência.</p>
<p>Chegou o segundo semestre!</p>
<p>É hora de realizar o planejado, verificar possíveis mudanças e propor  novidades.</p>
<p><strong>Diretor</strong>, receba a equipe escolar, professores e alunos com uma atividade acolhedora e motivadora.</p>
<p><strong>Você professor</strong>, receba  seus alunos com atividades interessantes e estimulantes, resgatando as novas aprendizagens adquiridas  e não perca a oportunidade de partilhar com seus pares.  Levante os propósitos de cada aluno para o semestre, suas necessidades e possibilidades de ações. Os dados desse registro indicarão pontos que deverão ser revistos, corrigidos e transformados.</p>
<p><strong>Alunos, Professores e Equipe Escolar</strong> construam uma intimidade de saberes, ensinando, pensando, expressando sentimentos, e comemorando cada  aprendizagem!!</p>
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		<title>Tempo: olhar, sentir, viver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2013 23:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje aproveitarei esse espaço para falar sobre sentimentos e como as emoções movem nosso dia a dia. Para quem me conhece sabe que, nesse último ano, muitas mudanças ocorreram em minha vida e como o sangue de educadora fala mais alto, não perco a oportunidade...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje aproveitarei esse espaço para falar sobre sentimentos e como as emoções movem nosso dia a dia.</p>
<p>Para quem me conhece sabe que, nesse último ano, muitas mudanças ocorreram em minha vida e como o sangue de educadora fala mais alto, não perco a oportunidade e aproveito todas elas transformando-as em aprendizagem.</p>
<p>Aprendi a olhar pela janela e observar o arco-íris, a chuva, o vento, o sol.. Não tenho tanta pressa nessa tarefa, pois viver com o tempo a meu favor só me traz vantagens. Disponibilizar esse tempo é outra coisa que tem valor inigualável.</p>
<p>Estou aprendendo a ser mãe de filha casada e consequentemente sogra. Sigo a trajetória deles e curto cada conquista e cada desafio enfrentado. E gosto disso!</p>
<p>Faço questão de desfrutar momentos simples e especiais com o meu marido, de conviver com os amigos, viajar, ler, escrever, estudar, descobrir novas tecnologias, compartilhar posts na rede social, visitar a mãe em Santos e muito mais!</p>
<p>Foram tantos anos trabalhados em escolas que não posso deixar de sentir saudade dos companheiros de trabalho, dos alunos e das famílias das crianças. Um dia estava andando na rua e ouvi o sinal de recreio tocar numa escola. Esse ruído me foi tão familiar! Suspirei feliz e relembrei bons momentos.</p>
<p>Já não posso dizer que sinto falta das reuniões porque essa atividade não deixou de existir em minha vida. Sônia e eu temos trabalhado muito e esse blog é resultado desse esforço.</p>
<p>Fazer escolhas faz parte da vida!</p>
<p>Sou feliz. Feliz por ter vivido tudo o que vivi. Feliz por chegar nesse momento da minha trajetória e ter tido coragem e gana para finalizar um ciclo e recomeçar outro. Aprendi muito e continuo aprendendo. Por isso, nesse blog, quero compartilhar conteúdo de vida. Retomar o que deu certo, reavaliar o que pode ser melhorado, aprimorar esse fazer, e, com toda essa minha experiência, poder repartir informações, temas, sugestões e agregar conhecimento com vocês.</p>
<p>É com felicidade, entusiasmo, frio na barriga ou qualquer outro sentimento, que a vida tem sentido e, quando chega a hora, a gente toma decisões, enfrenta a dificuldade, comemora as conquistas e segue em frente!</p>
<p>E por falar em aproveitar a vida, a foto acima revela um tempo vivido por Sônia e eu, explorando uma charmosa cidade italiana, da região da Toscana chamada Fiseole, na província de Firenze. Essa viagem foi uma delícia!</p>
<p><strong> E você, o que faz para não sofrer com a falta de tempo para realizar coisas que você deseja para sua vida?</strong></p>
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