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	<title>Arquivos comprometimento - Conversando com Educação</title>
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		<title>Ops! É hora do feedback – Parte I</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2013 22:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chegou a hora de avaliar o desempenho do funcionário. Que frio na barriga! Quem não teve essa sensação! Acredite, é um momento delicado tanto para o colaborador como para o gestor. Se isso acontece com você, sugerimos a leitura do texto abaixo escrito por Aurélio...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou a hora de avaliar o desempenho do funcionário. Que frio na barriga! Quem não teve essa sensação! Acredite, é um momento delicado tanto para o colaborador como para o gestor. Se isso acontece com você, sugerimos a leitura do texto abaixo escrito por Aurélio Amaral &#8211; Revista Nova Escola.</p>
<p>“Quando um chefe chama um funcionário para falar sobre trabalho, é para passar mais tarefas ou para dar bronca, certo? Pois não é assim que deveria ser. Uma conversa desse tipo se torna mais produtiva quando o objetivo é avaliar o que está sendo feito e dar orientações sobre como as atividades podem ser mais bem realizadas. Você, diretor escolar, como gestor, deve reservar em sua rotina momentos para dar feedback &#8211; nome em inglês para a nossa conhecida devolutiva, ou retorno &#8211; a todos os seus colaboradores. Afinal, não se pode esperar até o fim do ano para dizer ao auxiliar de serviços gerais, por exemplo, que os alunos não estão recebendo o pátio em condições ideais de limpeza na hora do recreio. &#8220;O feedback não pode ser um procedimento eventual, muito menos ser usado apenas em momentos de insatisfação. Ele é um instrumento de acompanhamento que deve constar da agenda do gestor e ter objetivos bem definidos&#8221;, explica Renata Kurth, professora do departamento de Administração da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).</p>
<p>Isso significa que o diretor deve sempre chamar seus colaboradores da equipe gestora e os funcionários para elogiar um trabalho bem realizado ou alertar sobre as atitudes que não condizem com o projeto político-pedagógico da escola. Faz parte das virtudes de liderança avaliar quando as intervenções pontuais são necessárias. Contudo, estabelecer uma frequência para essas conversas &#8211; que podem ser mensais, bimestrais ou trimestrais, de acordo com as características da instituição &#8211; tem algumas vantagens. Em primeiro lugar, isso possibilita levantar com antecedência as informações necessárias sobre o trabalho da pessoa para embasar o encontro. Dessa forma, as observações terão consistência e não se basearão apenas em &#8220;achismos&#8221;. Além disso, a pauta bem definida facilita o diálogo e dá uma característica formativa a esses momentos. &#8220;Não se trata de criticar atitudes pessoais. A devolutiva é uma maneira de refletir sobre o papel de educador&#8221;, explica Alaísa Favaro, formadora de gestores da Secretaria de Educação de João Neiva, a 76 quilômetros de Vitória.</p>
<p>Para que a conversa aconteça sem atropelos, é preciso tomar alguns cuidados, como escolher o local adequado e ter uma postura acolhedora a fim de que o avaliado se abra para ouvir observações e propostas e se sinta à vontade para dar opiniões <em>(leia o passo a passo de um bom feedback no próximo artigo)</em>. Sim, saber ouvir também é uma etapa importante. Para preparar para essa etapa, é interessante o gestor fazer uma autoavaliação, perguntando-se sempre se está oferecendo as devidas condições de trabalho e dando o apoio necessário à equipe.</p>
<p>Após avaliar o desempenho e ouvir as observações feitas pelo funcionário, o próximo passo é se focar na proposição de soluções. Afinal, só faz sentido pontuar os erros quando há um planejamento para corrigi-los e nortear as futuras ações. Por isso, a devolutiva pressupõe um pacto entre ambas as partes de como e quando serão implementadas as mudanças. O ideal é que as metas sejam estabelecidas em conjunto. &#8220;Quando o educador tem a oportunidade de opinar sobre o que ele pode fazer para melhorar dentro de suas possibilidades, o comprometimento acaba sendo maior&#8221;, diz Alaísa.</p>
<p>Avaliação de projetos coletivos requer mais cuidados. Questões pontuais de comportamento ou de desempenho individual devem ser tratadas em conversas particulares. No entanto, o feedback também pode ser feito coletivamente. Esse recurso é bastante útil para avaliar projetos e atividades que envolveram mais de uma pessoa. Mas atenção: nesse caso, deve-se redobrar o cuidado a fim não expor ninguém publicamente. E a cautela não pode se limitar a não citar nomes, pois, pela simples descrição do ocorrido, é possível saber de quem se está falando &#8211; afinal, o trabalho foi realizado em grupo. Por isso, não é bom ilustrar o discurso com exemplos. &#8220;O recomendável é analisar as consequências dos problemas sobre os resultados do projeto e, da mesma forma que no retorno individual, discutir e selar objetivos para que os próximos sejam mais produtivos&#8221;, recomenda Renata.”</p>
<p><strong> Como tornar esse momento de avaliação mais produtivo e eficaz? </strong></p>
<p><a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/como-fazer-reuniao-feedback-funcionarios-665165.shtml">http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/como-fazer-reuniao-feedback-funcionarios-665165.shtml</a></p>
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