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	<title>Arquivos Comunicação Não Violenta - Conversando com Educação</title>
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		<title>Podemos tentar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 22:30:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comunicação Não Violenta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Photo by Andrew Miller A revista Vida Simples de março de 2016 traz uma reflexão sobre &#8220;Como ter melhores conversas&#8221;. A autora Jeanne Callegari incentiva o diálogo e a escuta para potencializar um novo jeito de se relacionar. O texto foi inspirado no livro Comunicação...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Photo by Andrew Miller</p>
<p><em>A revista Vida Simples de março de 2016 traz uma reflexão sobre &#8220;Como ter melhores conversas&#8221;. A autora Jeanne Callegari incentiva o diálogo e a escuta para potencializar um novo jeito de se relacionar. O texto foi inspirado no livro Comunicação Não Violenta &#8211; Técnicas para Aprimorar Relacionamentos Pessoais e Profissionais, escrito pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg.</em></p>
<p>Em tempos tão intensos, contraditórios e apesar das diferenças podemos lidar de forma mais compassiva com os relacionamentos humanos. Já conhecemos de longa data as formas de reação quando nos sentimos desrespeitados e ameaçados. A agressividade, a violência e o preconceito são assuntos de nosso dia-a-dia. Vivemos em uma sociedade que cria situações e regras ditas poiliticamente corretas e se mostra com atitudes incoerentes. Isto nos dá muita raiva.</p>
<p>Atualmente estamos com raiva e tomados pelo desânimo, principalmente diante de tanta injustiça, mas a proposta de uma comunicação não violenta nasce entre o incômodo e a perplexidade. É neste intervalo que há um lugar que pode ter uma escuta diferenciada, um olhar para o outro e uma possibilidade de se colocar no lugar do outro para ouvir da onde vem estas expressões, ideias e sentimentos.</p>
<p>As formas tradicionais não dão conta dos conflitos. A comunicação não violenta tem como objetivo aumentar a conexão entre as pessoas para olhar, sentir e tentar uma conciliação. É um exercício! Não é facil! É um desafio que, aos poucos, pode transformar o jeito de se comunicar, um olhar de novo, um diálogo com respeito.</p>
<p>Expôr os sentimentos é expressar as vulnerabilidades e se abrir para as verdades emocionais de cada um. Mostrar o que sente sinaliza que há algo acontecendo. Segundo Jeanne: &#8220;Somos como crianças que, com fome, frio ou sujas, reagem do único jeito que sabem: chorando&#8221;.</p>
<p>Neste exercício, podemos entender de onde vem aquela atitude e conversar a partir da compreensão respeitosa do que o outro está sentindo e vivendo. Oferecer empatia, ter paciência é uma preciosidade para os nossos processos e ações na busca de uma comunicação conciliadora.</p>
<p>Vamos tentar?</p>
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