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	<title>Arquivos conversando com educação - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos conversando com educação - Conversando com Educação</title>
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		<title>Chegando ou partindo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 18:25:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Chegando ou partindo?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim é a vida! A situação de chegar ou partir depende do ponto de vista de cada um. Você já parou para pensar que sentimentos de alegria ou tristeza estão presentes nas chegadas e partidas? O dia chega quando a noite parte. Num único dia...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim é a vida! A situação de chegar ou partir depende do ponto de vista de cada um. Você já parou para pensar que sentimentos de alegria ou tristeza estão presentes nas chegadas e partidas?</p>
<p>O dia chega quando a noite parte.</p>
<p>Num único dia chegam notícias, convites, trabalhos, boletos, fome, sede, cansaço, prazos&#8230;</p>
<p>E do mesmo jeito que as coisas chegam, partem! Chega a hora da despedida, de finalizar projetos, entregar resultados e ir embora seja lá para onde for!</p>
<p>Nem sempre a partida está ligada à tristeza e rompimentos. Na verdade, são pausas que nós mesmos imprimimos ou a vida se encarrega disso.</p>
<p>Expectativas e planos não faltam em cada chegada! Resoluções e ansiedade mobilizam a partida.</p>
<p>Sabores ou dissabores podem acontecer partindo ou chegando, mas se você decidiu chegar é porque partiu de algum lugar.</p>
<p>Ir e vir não é tão simples assim. Fazer uso de um roteiro é saudável, mesmo que a decisão seja recalculada para a tomada de novos caminhos.</p>
<p>O excesso de uma determinação diante de uma circunstância de chegada ou partida tem a ver com vontade/ desejo, coragem e com o jeito de enfrentar desafios. Ânimo!</p>
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		<title>E por falar em conflito&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2016 22:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[Telma Vinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conversando com Educação convida para ler o artigo “Uma preciosa ferramenta para enfrentar conflitos” de Telma Vinha. Em uma escola, assim como na sociedade, convivem pessoas com valores, expectativas e interesses diferentes. Então, é natural que conflitos aconteçam. Para resolvê-los, cada envolvido se comporta de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conversando com Educação convida para ler o artigo “Uma preciosa ferramenta para enfrentar conflitos” de Telma Vinha.</p>
<p>Em uma escola, assim como na sociedade, convivem pessoas com valores, expectativas e interesses diferentes. Então, é natural que conflitos aconteçam. Para resolvê-los, cada envolvido se comporta de uma forma. Alguns tentam impor sua vontade, enquanto outros recorrem ao “deixa pra lá”. Segundo o estudo Moral e Ética: Dimensões Intelectuais e Afetivas, de Yves de La Taille, docente do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), 90% dos adolescentes acreditam que essas situações são resolvidas mais com agressão do que com diálogo. Já outras pesquisas evidenciam que os alunos tendem a ser submissos à vontade do outro. Essa estratégia pode parecer pacífica, mas acaba sendo boa só para um lado.</p>
<p>O diálogo, que é quando as partes reconhecem que existe um problema e tentam negociar a solução, é a melhor saída nessas circunstâncias. Porém, nem sempre as pessoas conseguem chegar a ele espontaneamente. Aí é necessário o auxílio de um terceiro. No contexto escolar, o círculo restaurativo, um procedimento institucional de mediação inspirado na justiça restaurativa, se mostrou uma ferramenta eficaz para conciliações.</p>
<p>Funciona assim: depois de um conflito, as partes são ouvidas individualmente por alguém com a função de mediação. Discute-se o ocorrido, as causas e as consequências. É a chamada fase pré-círculo. O círculo em si é um encontro entre os envolvidos com o mediador e, se as partes julgarem necessário, com uma rede de apoio (amigos ou pais, por exemplo). É a chance de cada um dizer o que aconteceu, falar o que sente, assumir responsabilidades e chegar a um acordo, firmando compromissos de resolução e de reparos satisfatórios aos dois – ou seja, construindo um plano de restauração. Um mês após esse momento, os envolvidos avaliam, juntos, o andamento do acordo. É o chamado pós-círculo.</p>
<p>Essa estratégia pode ser solicitada por um dos envolvidos ou por convite de outra pessoa (como um professor), e deve ocorrer em um local em que haja privacidade. O mediador precisa ter postura discreta e serena para conduzir os participantes a buscar, por eles mesmos, a solução mais adequada. Para isso, deve incentivá-los a entender a perspectiva um do outro, ser descritivo ao falar do fato, não fazer juízos de valor nem demonstrar discordância. O foco deve ser o incidente e os afetados, não a punição ao ofensor.</p>
<p>Para nortear o diálogo, quem conduz pode se valer de algumas perguntas, como: “O que houve?”, “O que você estava pensando ou sentindo na hora?”, “Quem foi prejudicado e de que forma?”, “Como reparar os danos ou melhorar as coisas?”, “De que modo evitar o incidente outra vez?”</p>
<p>É válido, ainda, ensinar os alunos a se colocar em primeira pessoa (eu me sinto”), especificar o sentimento (“humilhada”), identificar o que causou o problema (“quando você fala mal de mim”), relatar o efeito disso (“porque não tenho como me defender”) e dizer o que queria que ocorresse (“gostaria que você conversasse comigo antes”).</p>
<p>Nesse procedimento, a lógica punitiva é substituída pelo diálogo e pela restauração das relações. Vale lembrar um último ponto: para que o círculo seja efetivo, os princípios que o norteiam devem ser vividos no cotidiano escolar.</p>
<p>Por Telma Vinha</p>
<p>Revista Nova Escola Ano 31 Número 291 Abril 2016</p>
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		<title>Isso significa&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2014 23:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
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		<category><![CDATA[Tania Zagury]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fim de férias e inicio das aulas. Rotina voltando ao normal. Horário certo, tarefas agendadas e portões da escola abertos. Está na hora de ir à escola, realizar tarefas de casa e conviver com diferentes pessoas. Nesse momento, os pais tem uma importante responsabilidade e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fim de férias e inicio das aulas. Rotina voltando ao normal. Horário certo, tarefas agendadas e portões da escola abertos. Está na hora de ir à escola, realizar tarefas de casa e conviver com diferentes pessoas.</p>
<p>Nesse momento, os pais tem uma importante responsabilidade e Conversando com Educação pode auxiliar nesse processo de retomada da vida escolar após a Copa do Mundo e férias.</p>
<p>No livro “Filhos: Manual de Instruções” a filósofa e mestre em educação Tania Zagury sugere algumas orientações para vocês, pais, ajudarem na educação de seus filhos.</p>
<p>1. Prestigie as tarefas escolares. Isso significa não fazer comentários na frente do filho, caso o trabalho proposto não seja do seu agrado por qualquer motivo. As críticas devem ser encaminhadas à escola.</p>
<p>2. Habitue seu filho ter horário e local adequado para estudar e fazer as tarefas. Isso significa que muitas distrações não são bem-vindas durante o processo de execução das atividades escolares.</p>
<p>3. Supervisione. Isso significa lembrá-lo e incentivá-lo a fazer os deveres. Nunca faça lição para ele, não corrija (isto é tarefa do professor). Se houver dúvidas, procure encaminhar o raciocínio de forma que ele próprio responda. Não lhe dê a resposta pronta, pois dessa forma não haverá aprendizagem.</p>
<p>4. Incentive. Isso significa ler diariamente o caderno ou agenda utilizada como instrumento de comunicação entre a família e a escola. Confira se seu filho cumpriu com as tarefas determinadas e elogie todas as vezes que for merecido ou faça críticas construtivas para que aprenda a rever suas produções.</p>
<p>5. Tenha paciência. Isso significa respeitar o ritmo de aprendizagem dos filhos. Persistência, estímulos e muita calma ajudarão na aquisição dos hábitos de estudo e da responsabilidade pelos deveres escolares.</p>
<p>Agora é com você! Bom trabalho!</p>
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		<title>Avaliação como processo de aprendizagem de quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 22:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Hernández na introdução do livro <em>Transgressão e mudança na educação &#8211; Os projetos de trabalho</em> diz que “não é possível recriar a Escola se não se modificam o reconhecimento e as condições de trabalho dos professores”.</p>
<p>E no capítulo “A avaliação como parte do processo dos projetos de trabalho” o autor afirma que a avaliação é o que dá sentido a inovação educativa e é neste lugar que a Escola mostra a sua relação com os conhecimentos e a forma de ensinar e aprender.</p>
<p>Como assim?</p>
<p>O tema é uma das questões mais controversas, poiso trabalho por projetos promove formas de pensar e coloca o aluno diante de diferentes interpretações, o que é diferente da avaliação baseada no conhecimento da realidade objetiva e estática. Nesse caso, o armazenamento de informações e a promoção dos alunos que compreenderam a informação medem o sucesso ou fracasso. Também busca provar o que se sabe oficialmente e aponta o que o professor ensina.</p>
<p>Já a avaliação por projetos propõe que se aprenda com a avaliação. A aprendizagem estimula a capacidade da pesquisa, a busca de informações, a aplicabilidade e a transferência de conhecimentos para situações reais de simulação. O que é diferente de responder enunciados verbais, visuais ou numéricos.</p>
<p>“O papel do professor consistirá em organizar, com um critério de complexidade, as evidências nas quais se reflita o aprendizado dos alunos, não como um ato de controle, mas sim de construção de conhecimento compartilhado”.</p>
<p>Ensinar mediante projetos favorece a pesquisa, o estudo e a reflexão. O que interessa é o ensino para a compreensão e a mudança de paradigmas. É trabalhar estratégias de busca, ordenação e estudo de diferentes fontes de informação.</p>
<p>A avaliação, inicialmente, é um diálogo do professor com o conhecimento prévio dos alunos. Estas são informações preciosas sobre a forma de aprender dos alunos. O que se segue é uma observação interpretativa de onde o aluno está , o que quis dizer e se estabelece relações. Estas respostam podem ser ordenadas por níveis de compreensão.</p>
<p>Essa observação do professor é o ponto de partida para iniciar um projeto, planejar uma unidade didática ou iniciar um processo de pesquisa.</p>
<p>O planejamento das tarefas deve levar em conta a memória, a resolução de problemas, a compreensão e o tratamento de uma nova informação.</p>
<p>Sendo assim, a avaliação formativa deve ajudar o aluno a progredir no caminho do conhecimento através das formas de trabalhos sugeridos em sala de aula. É uma tarefa e um ajuste para o processo ensino aprendizagem. Deve-seconsiderar a evolução do aluno estabelecendo novas pautas de conhecimento.</p>
<p>O processo inclui também a avaliação recapitulativa. É o momento de apresentação do processo de aprendizagem, do reconhecimento e verificação das habilidades conquistadas e das dificuldades encontradas.</p>
<p>É importante no trabalho, por parte dos professores, ter uma abertura conceitual, investigadora, metodológica e ético-política.</p>
<p>Professor e alunos aprendem. O processo de avaliação abre para os resultados não previstos e imprevisíveis, dá espaço para as evidências no processo e nos resultados, introduz procedimentos informais frente às estratégias formais, abre para o pluralismo metodológico. O caminhar com o aluno é parte integrante, é uma avaliação democrática.</p>
<p>Saber é dar sentido a informação e transformá-la em conhecimento. Identificar onde o aluno está e o que precisa para continuar aprendendo.</p>
<p>Hernández sugere como estratégia de reconstrução e registro do processo o portfólio, que é uma modalidade de avaliação vinda do campo da arte. Traduz o processo de aprendizagem do aluno e do professor, dá oportunidade de reflexão e de introdução de mudanças. Representa a trajetória e é uma forma de mostrar a concepção e o valor educativo.</p>
<p><strong> Nós do Blog Conversando com Educação perguntamos a vocês educadores: A avaliação nas escolas promove mudanças e ajuda aluno e professor avançarem em direção às novas aprendizagens?</strong></p>
<p>Leia ou releia este livro:</p>
<p>Hernández, Fernando &#8211; Transgressão e mudança na educação: Os projetos de trabalho/Fernando Hernández, trad. Jussara Haubert Rodrigues – Porto Alegre: Artmed, 1988</p>
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		<title>Um lugar de doces recordações e grande aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 23:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Tudo o que eu devia saber na vida aprendi no Jardim de Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uniforme, lápis de cera, cadernos para desenhar, lanche, parquinho, sala de aula repleta de crianças&#8230; Fase do choro, fase da melhor amiga, fase da disputa, fase do amor pela professora&#8230; Tudo guardadinho na memória! Quantos cheiros! Quantas lembranças de infância! Isso é escola. Um lugar...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uniforme, lápis de cera, cadernos para desenhar, lanche, parquinho, sala de aula repleta de crianças&#8230; Fase do choro, fase da melhor amiga, fase da disputa, fase do amor pela professora&#8230; Tudo guardadinho na memória! Quantos cheiros! Quantas lembranças de infância!</p>
<p>Isso é escola. Um lugar de doces recordações e grande aprendizagem!</p>
<p>Robert Fulghum, um filósofo da vida cotidiana, elege o Jardim de Infância como um espaço nobre de descobertas e prazeres. É nesse lugar que nós aprendemos como viver, o que fazer e como ser. Confira!</p>
<p>“Tudo o que eu devia saber na vida aprendi no Jardim de Infância:</p>
<p>1- Dividir tudo com os companheiros.</p>
<p>2- Jogar conforme as regras do jogo.</p>
<p>3- Não bater em ninguém.</p>
<p>4- Guardar os brinquedos onde os encontrava.</p>
<p>5- Arrumar a “bagunça” que eu mesmo fazia.</p>
<p>6- Não tocar no que não me pertence.</p>
<p>7- Pedir desculpas se machucava alguém.</p>
<p>8- Lavar as mãos antes de comer.</p>
<p>9- Apertar a descarga da privada.</p>
<p>10- Comer biscoito quente e tomar leite frio faz bem à saúde</p>
<p>11- Fazer de tudo um pouco todos os dias (estudar, pensar, desenhar, pintar, cantar, dançar, brincar, trabalhar&#8230;).</p>
<p>12- Tirar uma soneca todas as tardes.</p>
<p>13- Sair pelo mundo, tomar cuidado com o trânsito, ficar sempre de mãos dadas com o companheiro e “de olho” na professora.</p>
<p>14- Perceber que peixinhos dourados, <em>hamsters</em> e até sementinha no copo de feijão morrem. Nós também.</p>
<p>Agora, faça um exercício! Aplique cada item a sua vida, a de sua família, ao seu trabalho, à forma de governo de seu país, ao seu mundo e elabore-os em linguagem de adulto.”</p>
<p>É fato, foi no Jardim de Infância onde aprendemos sobre o amor, as regras, os princípios de higiene, ecologia, política, igualdade e vida saudável!</p>
<p>Robert Fulghum é autor do livro “Tudo o que eu deveria saber na vida aprendi no Jardim de Infância” – Editora Nova Cultural Ltda</p>
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		<title>Games: novo cenário de aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 21:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de estudos formativos]]></category>
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		<category><![CDATA[geração digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Chicago, no mês de fevereiro, foi realizado o encontro anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência) e nele neurocientistas e educadores discutiram que é possível aproximar videogames e sala de aula. Pesquisadores começam a descobrir que eles podem auxiliar áreas específicas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Chicago, no mês de fevereiro, foi realizado o encontro anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência) e nele neurocientistas e educadores discutiram que é possível aproximar videogames e sala de aula. Pesquisadores começam a descobrir que eles podem auxiliar áreas específicas do aprendizado.</p>
<p>Pesquisas mostram que jogar não faz mal à vista. Está comprovado que o uso dessa ferramenta aumenta a acuidade visual e melhora a percepção de contraste (algo útil para quem precisa dirigir à noite, por exemplo).</p>
<p>Já é possível encontrar games que melhoram a capacidade de raciocínio matemático, ou aquele que ajuda no tratamento da ambliopia (“olho preguiçoso”).</p>
<p>Games podem melhorar as habilidades cognitivas, estimular a percepção e o interesse em áreas do conhecimento, mas cientistas dizem que não devem ter papel central na sala de aula, pois tais jogos, geralmente, podem divertir, mas pouco informam algum conteúdo escolar.</p>
<p>Sabemos que a linguagem preferida dos jovens e crianças é o game e essa ferramenta pode ser um facilitador do processo de aprendizagem.</p>
<p>Cautela no uso dos games é recomendável tanto para pais e professores. Todos devem se preocupar em criar um ambiente de estudo formativo, atraente e divertido.</p>
<p>É evidente que hoje as crianças já estão expostas ao mundo onde tablets, smartphones ou outra parafernália qualquer fazem parte da rotina tecnológica delas. Um exemplo disso, foi o relato de um pai que deixou seu celular com o filho de apenas dois anos, brincando e se entretendo com um jogo próprio para idade. Pasmem! Esta pequena criança, por si só, finalizou a etapa e usando de sua perspicácia conseguiu comprar fichas que lhe deram o direito de continuar o jogo. Tentativas e erros? Provavelmente. E com certeza o criador do game contou com essa possibilidade e com os dedos mágicos que esta geração possui.</p>
<p>O pai, apesar de ser também da geração digital, só se deu conta da proesa da sua cria no dia que recebeu a conta da operadora do celular.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/02/1413746-jogos-melhoram-habilidades-cognitivas-e-ajudam-a-tratar-visao.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/02/1413746-jogos-melhoram-habilidades-cognitivas-e-ajudam-a-tratar-visao.shtml</a></p>
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		<title>O inicio de cada ano é sempre marcado por inovações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 00:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[aprender]]></category>
		<category><![CDATA[aulas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-vindo]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
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		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[refletir]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Alves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos Professores Educadores em 2014, O inicio de cada ano é sempre marcado por inovações. Sendo assim, vamos iniciar a nossa reflexão a partir da frase de Rubem Alves: “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos Professores Educadores em 2014,</p>
<p>O inicio de cada ano é sempre marcado por inovações.</p>
<p>Sendo assim, vamos iniciar a nossa reflexão a partir da frase de Rubem Alves: “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais&#8230;”</p>
<p>Belas palavras que alegram nossas almas e envaidecem o nosso ser.</p>
<p>Rubem Alves nos faz bem! A leitura de seus textos e poesias encanta e nos convoca a refletir e aprender com a magia de suas palavras.</p>
<p>Essa frase nos coloca em bons lugares! Recordamos o tempo de escola, o quanto era gostoso, curtir as férias, preparar o material escolar para o ano que se iniciava, viver a expectativa do re-encontro com professores e amigos, experimentar as novidades, escutar as novas aulas, ter que enfrentar o que não estava previsto pelas nossas ideias de estudante, sentir um frio na barriga pelo desconhecido e poder contar com a presença de uma palavra amiga.</p>
<p>Ah! Faz-nos pensar também como formamos a nossa identidade estudantil e profissional. Chegamos à sala de aula como aluna e nos tornamos professora. Do brincar, aprender a ler e escrever ao tempo dedicado à preparação das aulas e a construção de um trabalho. Foi preciso estudar, pensar e avaliar cada passo, buscar novas possibilidades e caminhos. Aprendemos a ver o mundo com olhos de criança, adolescente e, finalmente, como adulto foi possível reunir os conhecimentos adquiridos e transformá-los em experiência.</p>
<p>Nossa! O reconhecimento dos alunos, pais, professores e equipe educacional foi fundamental para fortalecer o vínculo com a Educação.</p>
<p>A importância do acolhimento no primeiro dia de aula nos coloca em lugares distintos e de destaque na escola. Atitudes assim farão a diferença no que se refere à renovação das ideias educacionais.</p>
<p>Portanto, bem vindos! O blog Conversando com Educação é uma experiência viva do exercício da imortalidade do Professor Educador. Estamos com vocês em 2014, que valorizam e reconhecem o significado da magia das palavras.</p>
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		<title>Por que essa geração é assim?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 21:42:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[acesso à cultura e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[convívio]]></category>
		<category><![CDATA[Eliane Brum]]></category>
		<category><![CDATA[garantir a felicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[oportunidade]]></category>
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		<category><![CDATA[patrimônio da felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[viver é complicado]]></category>
		<category><![CDATA[vontade de ser grande]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convivo com jovens com vontade de ser grande há algum tempo e observando-os percebo que é uma geração muito preparada e ao mesmo tempo muito despreparada. Vou explicar! Preparada porque sabe lidar com os recursos tecnológicos de forma brilhante. Muitos deles já tiveram oportunidade de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Convivo com jovens com vontade de ser grande há algum tempo e observando-os percebo que é uma geração muito preparada e ao mesmo tempo muito despreparada. Vou explicar! Preparada porque sabe lidar com os recursos tecnológicos de forma brilhante. Muitos deles já tiveram oportunidade de viajar e conhecer boa parte do mundo. Despreparada porque são extremamente frágeis em matéria da vida. Sofrem! Sim, sofrem! Sofrem porque é uma geração que foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade.</p>
<p>Há um grupo de jovens de classe média que estudou em bons colégios, fala fluentemente uma ou mais línguas estrangeiras, tem acesso à cultura e à tecnologia, mas cresceu com a ilusão que a vida é fácil e foi ensinada a pensar que merece seja lá o que for. Hoje crianças e jovens têm a oportunidade de ganhar de tudo sem ter de lutar por quase nada de relevante. Não sabem que para conquistar algo é preciso muito esforço.</p>
<p>É comum ver pais angustiados porque querem garantir a felicidade dos filhos. Parecem que são sempre devedores e acham que frustrar filhos é sinal de fracasso pessoal.</p>
<p>Sabemos que não é possível viver sem sofrer e felicidade não é um direito.</p>
<p>Muitos jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido, emburram, desistem e sofrem terrivelmente. É nessa hora que se percebe que os filhos não foram preparados para lidar com a dor e as decepções e nunca imaginaram que viver é ter de aceitar as limitações que a vida impõe.</p>
<p>Viver é complicado sim! Sem dúvida! Se a relação pai e filho está construída sobre a ilusão da felicidade e completude, só resta fingir. Aos filhos cabe fingir felicidade e exigem coisas (as materiais são mais fáceis de alcançar). Pais fingem garantir a felicidade e fazem de conta que dão o que ninguém pode dar (objetos de consumo).</p>
<p>E é assim o funcionamento do jogo! Resultado: pais e filhos angustiados.</p>
<p>Seria muito bom que os pais de hoje entendessem que dizer “Se vira! Você pode contar comigo, mas essa briga é sua!” ajudará a esses jovens a descobrir que é responsabilidade deles conquistar um espaço no mundo e sem garantia nenhuma. Fazer escolha exige coragem. Seja a escolha de lutar pelo desejo, seja a de abrir mão dele. E se não der certo, não vale procurar culpados porque não deu certo e não vale transferir para o outro a responsabilidade pela desistência. Isso sim é virar gente grande!</p>
<p>Esse artigo é uma releitura do texto “Meu filho, você não merece nada” da jornalista, escritora e documentarista Eliane Brum.</p>
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		<title>Tolerância zero para a bagunça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2014 22:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[bagunça tóxica]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio de Moura Castro]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho superior dos alunos]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina rígida]]></category>
		<category><![CDATA[ENEM]]></category>
		<category><![CDATA[estabelecer limites e regras]]></category>
		<category><![CDATA[manter a ordem e disciplina]]></category>
		<category><![CDATA[melhores escolas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[princípios éticos e morais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se os próprios alunos admitem que conversas e turbulência na sala de aula atrapalham os estudos, qual é a dificuldade dos educadores para manter a ordem e a disciplina? Que ideia é essa de que estabelecer limites e regras baseados em princípios éticos e morais...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se os próprios alunos admitem que conversas e turbulência na sala de aula atrapalham os estudos, qual é a dificuldade dos educadores para manter a ordem e a disciplina?</p>
<p>Que ideia é essa de que estabelecer limites e regras baseados em princípios éticos e morais podem traumatizar?</p>
<p>Uma disciplina rígida pode explicar o desempenho superior dos alunos?</p>
<p>Se a bagunça tóxica é responsabilidade de todos nós, o que fazer?</p>
<p>Cláudio de Moura Castro, na Revista Veja – 8 de janeiro de 2014 relaciona disciplina rígida, melhores resultados e ótimo desempenho escolar no artigo Bagunça tóxica. Saiba mais.</p>
<p>“A serem divulgados os resultados das primeiras provas do ENEM, um grande grupo educacional encomendou uma pesquisa com os alunos das dez melhores escolas do Brasil. Pois não é que eram todas muito parecidas? Chamava a atenção o fato de serem muito rígidas na disciplina. Ou seja, nada de bagunça. E entre as instituições públicas, com sua disciplina severa, os colégios militares têm ótimo desempenho.</p>
<p>Viajando por outras terras, consideremos a França, a Alemanha e a Inglaterra. De lá vieram as mais abundantes colheitas de artistas, filósofos, cientistas, empresários e estadistas. Historicamente, suas escolas sempre foram extraordinariamente rígidas, chegando até a uma varadinhas aqui e uma reguadas acolá.</p>
<p>Em maio de 1968, os universitários parisienses se rebelaram contra o atraso da universidade, promovendo um evento de espantosa visibilidade mundial. Barricadas na rua, paralelepípedos voando pelos ares, choques retumbantes com a policia! Ecoava o slogan mais poderoso: “É proibido proibir”.</p>
<p>As consequências de Maio de 68 varreram o mundo e remoldaram a alma da escola. Muitos manifestantes viraram professores, sentindo-se pouco confortáveis com sua autoridade. A epidemia do “Proibido proibir” contaminou a América Latina.</p>
<p>Em um dos seus primeiros discursos, depois de presidente, Sarkozy chama a atenção para a lastimável erosão da autoridade do professor, com suas raízes em 68. O filósofo Luc Ferry, em entrevistas, também rememora a queda da disciplina escolar, resultante de professores inapetentes por manter a ordem na sala de aula. Antes de tudo, porque erodiram as regras de disciplina, claras e compartilhadas. Mas, segundo ele, o pêndulo volta, com as escolas francesas recobrando sua capacidade de controlar a baderna.</p>
<p>Não é preciso muito esforço para verificar a onipresença dos problemas de indisciplina nas nossas escolas. Nem falamos de alunos agredindo professores. Há uma incapacidade generalizada dos professores em impedir a bagunça nas aulas, sobretudo nas escolas públicas.</p>
<p>No caso brasileiro, a alma penada de Maio de 68 parece muito presente, embora possa haver outros fatores contribuindo para as dificuldades de manter a disciplina. Aula chata? Quem sabe, a disseminação de uma caricatura da psicanálise, com seus pavores de que uma disciplina rígida vá frustrar ou traumatizar os alunos? Ou uma esquerda que confunde autoridade com autoritarismo? Ou um DNA tropical e insubmisso?</p>
<p>Mas que consequências teria essa incapacidade da escola para manter o ordem? O professor James Ito-Adler fez para o Positivo uma pesquisa etnográfica – entrevistando uma amostra de alunos. Nela surge uma descoberta surpreendente. Quando perguntou aos alunos o que mais atrapalhava o seu aprendizado, a resposta foi enfática: a bagunça dos outros! São os próprios estudantes que clamam por uma disciplina careta. Não é o lamento de professor saudosista. Ou seja, os próprios alunos admitem que conversas e turbulência na sala de aula atrapalham os estudos. Resultados espúrios? Não parece, pois pesquisas nos Estados Unidos e na França sugerem o mesmo. A bagunça é tóxica.</p>
<p>A ideia de que a escola não pode tolher a liberdade dos alunos é falsa. Embora possamos conduzir a discussão de forma mais sofisticada, vale a pena repetir o principio de que a minha liberdade acaba onde começa a lesar a liberdade de outrem. No caso, a liberdade dos colegas para estudar e aprender.</p>
<p>Obrigar o aluno a ficar quieto, quando está com vontade de falar e saracotear? Ficará traumatizado pela imposição de uma regra autoritária que não tolhe suas manifestações espontâneas? Isso não acontece com os alunos das melhores escolas nem nos países mais pródigos em gente criativa e produtiva.</p>
<p>A solução começa na cabeça dos professores e diretores. No caso, professores, no plural. Não basta convencer um. Se todos entenderem que bagunça em sala de aula é inaceitável, mudará o clima da escola. As escolas católicas de Boston recebem alunos de regiões turbulentas e problemáticas. Mas, com olímpica tranquilidade, mantêm um clima de disciplina rígida. Afirma-se que isso explica o desempenho superior de seus alunos.</p>
<p>Temos que nos livrar da bagunça tóxica.”</p>
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		<title>Seis vezes dois dá doze meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sônia Licursi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2013 22:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[conversando com educação]]></category>
		<category><![CDATA[eu sou criança]]></category>
		<category><![CDATA[mais respeito]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Seis vezes dois dá doze meses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seis vezes dois dá doze meses – Pedro Bandeira Trinta dias tem novembro, abril, junho e setembro. Vinte e oito só tem um, os mais todos, trinta e um! &#160; Olhe sempre para a frente, sem olhar para o traseiro. Pois se alguém se distrair...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Seis vezes dois dá doze meses – Pedro Bandeira</strong></p>
<p>Trinta dias tem novembro,</p>
<p>abril, junho e setembro.</p>
<p>Vinte e oito só tem um,</p>
<p>os mais todos, trinta e um!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olhe sempre para a frente,</p>
<p>sem olhar para o traseiro.</p>
<p>Pois se alguém se distrair</p>
<p>vai perder um ano inteiro!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada mês é um brinquedo,</p>
<p>toda vez que você diz..</p>
<p>Vamos juntos decorar,</p>
<p>pois brincar eu sempre quis!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se janeiro é quem começa,</p>
<p>muita coisa ele traz.</p>
<p>A seguir vem fevereiro,</p>
<p>e vem março logo atrás!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É abril que vem chegando,</p>
<p>maio vem logo a seguir.</p>
<p>Quando junho acabar,</p>
<p>o semestre vai partir!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Julho vem trazendo férias,</p>
<p>mas se eu noto que acabou,</p>
<p>passo logo por agosto</p>
<p>e é setembro que chegou!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outubro é o mês da criança,</p>
<p>e o ano está no fim.</p>
<p>Vem novembro, vem dezembro,</p>
<p>e o Natal está pra mim!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada ano é um pacotinho,</p>
<p>muita coisa ele traz..</p>
<p>Pois janeiro vem na frente,</p>
<p>e dezembro vem por trás!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esses são todos os meses,</p>
<p>dão um ano inteirinho.</p>
<p>Se até doze eu contar,</p>
<p>uma dúzia dá certinho!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se alguém me der só dois,</p>
<p>vou por seis multiplicar.</p>
<p>E no fim dessa continha</p>
<p>outra dúzia tem de dar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se alguém me der um quatro,</p>
<p>faço quatro vezes três.</p>
<p>E uma dúzia deu também,</p>
<p>no final, vejam vocês!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas se alguém ainda achar pouco,</p>
<p>e este número aumentar,</p>
<p>vai ficar com treze meses,</p>
<p>e está é a conta do azar!</p>
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