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	<title>Arquivos limites - Conversando com Educação</title>
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		<title>Refletindo sobre educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 22:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre achei muito difícil ser mãe ou pai. Não concordo com aqueles que acreditam que a mulher tem um instinto materno.Essa ideia é construída culturalmente, na verdade a maternidade é socialmente adquirida.No passado, quando as mulheres ficavam em casa cuidando dos filhos, não havia uma preocupação com a profissão e as regras do que se podia permitir ou não eram mais claras, pois era uma sociedade mais rígida, mais normatizada. Hoje, na era da globalização, em uma época em que o desenvolvimento profissional é importante para sua carreira, fica muito difícil ser mãe, pois além dessa preocupação não há regras fixas para seguir.</p>
<p>Vivemos em um momento no qual, além de cuidar dos filhos, os pais têm que trabalhar muito para pagar as contas e às vezes estudam também para poder se desenvolver no mercado de trabalho. Estão sempre preocupados com algo e constantemente cansados.</p>
<p>Nesse contexto, preocupados e cansados, fica ainda mais difícil colocar limites nos filhos, pois depois de falar muitas vezes NÃO e ser desobedecidos, os pais acabam desistindo e deixam para lá. Assim, a criança vence pelo cansaço e aprende que a palavra final é sempre dela. No fim ela faz o que quer!</p>
<p>Atualmente é difícil dizer NÃO, pois somos o produto da geração &#8220;é proibido proibir&#8221;&#8230; Aprendemos, incorretamente, que dizer NÃO traumatiza a criança e, na verdade, não é bem assim.</p>
<p>Deve-se lembrar que o limite não faz mal, pelo contrário, saber que não pode fazer tudo o que quer ajuda a criança a se estruturar e traz a ela própria um grande alívio. Uma criança que acha que pode fazer qualquer coisa corre até risco de vida.</p>
<p>Crianças que conhecem seus próprios limites sentem-se mais seguras: saber que conseguem se controlar as deixam orgulhosas.Uma criança que testa seus limites a todo instante pode estar buscando desesperadamente que alguém lhe diga NÃO.</p>
<p>Os limites marcam o que pode e o que não pode fazer. Para se viver em sociedade é preciso respeitar as regras e os direitos das outras pessoas e a criança deve aprender isto desde cedo.</p>
<p>A criança que cresce sem limites tem maior dificuldade para conviver em sociedade, pois está acostumada a ter todas as suas vontades satisfeitas e isto não acontece na vida real. Esta situação pode ficar ainda mais complicada quando esta criança entra na adolescência pois os pais podem perder totalmente o controle.</p>
<p>Na educação de filhos não existe um manual ou regras que se possam seguir. As famílias têm valores diferentes e as crianças são diferentes.</p>
<p>No entanto, parece que podemos tirar regras gerais como, por exemplo, não deixar as crianças fazerem em casa aquilo que não poderão fazer na casa dos outros, como pintar as paredes ou pular em cima dos móveis.</p>
<p>Também não acredito que falar uma coisa e fazer outra eduque uma criança. Se os pais fumam, por exemplo, já estão passando uma mensagem por mais que digam a seus filhos que fumar não é bom.O mesmo, é claro, se estende para tudo como, por exemplo, dizer que é importante uma alimentação saudável e só comer salgadinhos.</p>
<p>Importante ressaltar que as regras devem ser coerentes e lembrar que ameaças não cumpridas tiram a autoridade dos pais.</p>
<p>As crianças precisam de regras claras para se sentir seguras e para poderem se organizar emocionalmente. É em casa que a criança aprende a viver no mundo!</p>
<p><em><strong>Marcia Assumpção &#8211; Psicóloga &#8211; <a href="mailto:marcia.assumpcao.9@facebook.com">marcia.assumpcao.9@facebook.com</a></strong></em></p>
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		<title>“NANANINANÃO”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2014 18:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[crianças onipotentes]]></category>
		<category><![CDATA[cuidar]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
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		<category><![CDATA[poder sobre o filho]]></category>
		<category><![CDATA[resgatar autoridade]]></category>
		<category><![CDATA[respeito]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As crianças de hoje não são educadas para suportar o NÃO.</p>
<p>No meu tempo de infância, bastava o olhar dos pais e o filho não tinha outra opção a não ser obedecer. Eu sei que era uma época em que os pais tinham que ser autoritários e os filhos não tinham querer. Talvez seja por isso que os filhos desses pais, que sofreram tanto com essa fórmula de educação, tornaram-se pais extremamente permissivos, como uma resposta de negação em relação ao método utilizado.</p>
<p>Nos dias de hoje, é comum vermos crianças acreditando que são onipotentes e podem tudo. Podem brigar de igual para igual com os adultos, podem gritar até convencerem os pais e avós a cederem, fazendo prevalecer suas vontades, podem usar diversos artifícios para tentarem convencer as pessoas que elas não estão prontas para serem frustradas e, nessa guerra vale tudo!</p>
<p>Felizes são aqueles que têm a coragem de usar, sabiamente, o poder de pais soberanos e abrem espaços para que seus filhos exprimam seus sentimentos de maneira socialmente aceitável.</p>
<p>Estabelecer limites é respeitar a criança de hoje e o adulto de amanhã.</p>
<p>Educar não é uma tarefa fácil!</p>
<p>Um dia, durante o período de férias escolares, estava eu na fila de uma atração num parque de diversão e na minha frente havia um casal com dois filhos. O mais velho aparentava ter uns dez anos e demonstrava grande interesse em vencer uma fase de um jogo acessado em seu celular.</p>
<p>Já o mais novo, de aproximadamente seis anos, não conseguia parar quieto um minuto sequer. Andava de um lado para o outro naquele pequeno espaço de circulação, esbarrava em todo mundo, pisava nos pés das pessoas, mexia nas correntes que delimitavam a fila, provocava o irmão e não tinha a mínima percepção do quanto estava inconveniente.</p>
<p>A mãe, muito cansada com a postura inquieta do filho, esperava uma atitude mais efetiva do pai que também só teve força para dizer: “Sossega! Se você não ficar quieto vai sair do brinquedo e vai para o hotel agora!” E é claro que nada aconteceu. Nem ele ficou quieto e nem a família o levou para o hotel! O garoto continuou perturbando todo mundo.</p>
<p>Conclusão: pai e mãe se eximiram das responsabilidades de educar, de cuidar, de fazer prevalecer suas opiniões e de respeitar as pessoas.</p>
<p>O que se viu foram pais desautorizados, pois a fala deles foi totalmente ignorada. E nessa história, mais uma vez o garoto teve a confirmação que para ele limites não existem e tudo é permitido, inclusive incomodar quem quer que fosse.</p>
<p>E é isso que não pode acontecer! Pais não podem perder o poder sobre o filho e achar que só com ameaças, que não são cumpridas, é possível resgatar a autoridade.</p>
<p>Educar dá mais trabalho do que simplesmente cuidar. Filhos precisam aprender o que pode, o que não pode fazer e nesse processo é preciso incluir critérios de valor.</p>
<p>A criança que desrespeita o “não” dos pais tende a desrespeitar o “não” de outras pessoas. Essa criança vai crescer e se tornará que tipo de pessoa?</p>
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