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	<title>Arquivos regras - Conversando com Educação</title>
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	<title>Arquivos regras - Conversando com Educação</title>
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		<title>Brigando com a obrigação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2016 22:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente, circulou um artigo de Nelson Barros, no Facebook, dizendo que ninguém é obrigado a nada. O texto dialoga com o leitor, deixando bem claro o quanto não precisamos ter e nem fazer coisas que não são importantes para nós. Não precisamos fazer o que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, circulou um artigo de Nelson Barros, no Facebook, dizendo que ninguém é obrigado a nada.</p>
<p>O texto dialoga com o leitor, deixando bem claro o quanto não precisamos ter e nem fazer coisas que não são importantes para nós.</p>
<p>Não precisamos fazer o que não queremos. Não precisamos gostar de coisas só porque muita gente diz gostar.</p>
<p>Pensando nessa ideia, é comum depararmos com pessoas que travam uma luta interna porque se obrigam a serem felizes o tempo todo e a terem sucesso, ininterruptamente, porque é assim que dizem que tem que ser e viver no mundo atual.</p>
<p>Agora, vamos encaminhar a conversa para o espaço escolar!</p>
<p>O que um aluno <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/pais-e-filhos/bullying-virtual-como-agir">não é obrigado a fazer</a>?</p>
<p>Vamos lá! O aluno não é obrigado a ridicularizar o colega só porque todo o grupo faz questão de hostilizá-lo, seja porque alguém é gordo ou magro demais.</p>
<p>Nenhum aluno é obrigado a dançar só porque a escola promove uma festa folclórica no mês de junho.</p>
<p>Não é obrigado a reivindicar certas questões só porque <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/por-que-o-adolescente-e-tao-chato">adolescentes</a> têm fama de serem contestadores.</p>
<p>Não é obrigado a rebater a ofensa só porque o pai mandou.</p>
<p>Não é obrigado a entrar numa <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/e-preciso-prevenir-dicas-para-pensar-sobre-o-problema-de-bullying-nas-escolas">briga</a> só para provar aos colegas que é “durão&#8221; e que não faz parte da turma dos bobões da classe.</p>
<p>Não é obrigado a deixar de brincar com coisas que alguém determinou que é brinquedo de menina(o).</p>
<p>Ninguém é obrigado a aceitar normas se o <a href="https://conversandocomeducacao.com.br/blog/e-por-falar-em-conflito">princípio da regra</a> não estiver claro.</p>
<p>Ninguém é obrigado a permanecer na escola se as propostas educacionais e pedagógicas não estiverem de acordo com os valores familiares.</p>
<p>Menina(o) não é obrigada a brincar só com meninas(os).</p>
<p>Meninos não são obrigados a gostarem da merenda que a escola oferece.</p>
<p>Gosta muito de estudar? Sim? Então vá! Alguém vai te rotular de “CDF, “nerde” ou qualquer outra nomenclatura. Sem problema!</p>
<p>Podem acreditar que é impossível ser feliz só porque fazemos coisas que somos obrigados a fazer.</p>
<p>Termino o artigo parafraseando Nelson Barros “Se for para ser obrigado, nem feliz você precisa ser”.</p>
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		<title>Refletindo sobre educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bechara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 22:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Pais]]></category>
		<category><![CDATA[ameaças não cumpridas]]></category>
		<category><![CDATA[autoridade dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[com limites]]></category>
		<category><![CDATA[conviver em sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[criança deve aprender]]></category>
		<category><![CDATA[difícil ser mãe]]></category>
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		<category><![CDATA[regras]]></category>
		<category><![CDATA[sem limites]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre achei muito difícil ser mãe ou pai. Não concordo com aqueles que acreditam que a mulher tem um instinto materno.Essa ideia é construída culturalmente, na verdade a maternidade é socialmente adquirida.No passado, quando as mulheres ficavam em casa cuidando dos filhos, não havia uma preocupação com a profissão e as regras do que se podia permitir ou não eram mais claras, pois era uma sociedade mais rígida, mais normatizada. Hoje, na era da globalização, em uma época em que o desenvolvimento profissional é importante para sua carreira, fica muito difícil ser mãe, pois além dessa preocupação não há regras fixas para seguir.</p>
<p>Vivemos em um momento no qual, além de cuidar dos filhos, os pais têm que trabalhar muito para pagar as contas e às vezes estudam também para poder se desenvolver no mercado de trabalho. Estão sempre preocupados com algo e constantemente cansados.</p>
<p>Nesse contexto, preocupados e cansados, fica ainda mais difícil colocar limites nos filhos, pois depois de falar muitas vezes NÃO e ser desobedecidos, os pais acabam desistindo e deixam para lá. Assim, a criança vence pelo cansaço e aprende que a palavra final é sempre dela. No fim ela faz o que quer!</p>
<p>Atualmente é difícil dizer NÃO, pois somos o produto da geração &#8220;é proibido proibir&#8221;&#8230; Aprendemos, incorretamente, que dizer NÃO traumatiza a criança e, na verdade, não é bem assim.</p>
<p>Deve-se lembrar que o limite não faz mal, pelo contrário, saber que não pode fazer tudo o que quer ajuda a criança a se estruturar e traz a ela própria um grande alívio. Uma criança que acha que pode fazer qualquer coisa corre até risco de vida.</p>
<p>Crianças que conhecem seus próprios limites sentem-se mais seguras: saber que conseguem se controlar as deixam orgulhosas.Uma criança que testa seus limites a todo instante pode estar buscando desesperadamente que alguém lhe diga NÃO.</p>
<p>Os limites marcam o que pode e o que não pode fazer. Para se viver em sociedade é preciso respeitar as regras e os direitos das outras pessoas e a criança deve aprender isto desde cedo.</p>
<p>A criança que cresce sem limites tem maior dificuldade para conviver em sociedade, pois está acostumada a ter todas as suas vontades satisfeitas e isto não acontece na vida real. Esta situação pode ficar ainda mais complicada quando esta criança entra na adolescência pois os pais podem perder totalmente o controle.</p>
<p>Na educação de filhos não existe um manual ou regras que se possam seguir. As famílias têm valores diferentes e as crianças são diferentes.</p>
<p>No entanto, parece que podemos tirar regras gerais como, por exemplo, não deixar as crianças fazerem em casa aquilo que não poderão fazer na casa dos outros, como pintar as paredes ou pular em cima dos móveis.</p>
<p>Também não acredito que falar uma coisa e fazer outra eduque uma criança. Se os pais fumam, por exemplo, já estão passando uma mensagem por mais que digam a seus filhos que fumar não é bom.O mesmo, é claro, se estende para tudo como, por exemplo, dizer que é importante uma alimentação saudável e só comer salgadinhos.</p>
<p>Importante ressaltar que as regras devem ser coerentes e lembrar que ameaças não cumpridas tiram a autoridade dos pais.</p>
<p>As crianças precisam de regras claras para se sentir seguras e para poderem se organizar emocionalmente. É em casa que a criança aprende a viver no mundo!</p>
<p><em><strong>Marcia Assumpção &#8211; Psicóloga &#8211; <a href="mailto:marcia.assumpcao.9@facebook.com">marcia.assumpcao.9@facebook.com</a></strong></em></p>
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